É saber de todos que o clã Bolsonaro nunca teve outra atividade que não a política. Apenas uma raríssima exceção se fez quando o filho nº 1 (Flávio) abriu uma lojinha, no Rio de Janeiro, para comercializar produtos derivados do cacau e deu no que deu: o faturamento do negócio extrapolou em muito seu capital social, o que causou suspeitas de lavagem de dinheiro, mas isso é outra história. Na verdade, todos eles, capitaneados pelo pai Jair Bolsonaro, sempre detiveram cargos políticos, inclusive mulheres e ex-mulheres.
Hoje, o clã Bolsonaro tem um senador, um deputado federal e dois vereadores. A meta é fazer render essas posições. Para as eleições do ano que vem já está programado o seguinte esquema eleitoral: Flávio vai para a reeleição de senador no Rio de Janeiro; Eduardo será candidato a senador por São Paulo; Carlos concorrerá a uma cadeira no Senado por Santa Catarina e, Michele, se candidatará a senadora pelo Distrito Federal. O filho mais novo, Jair Renan, continuará como vereador em Camboriú.
Em tempos passados recentes, o chefe do clã foi deputado federal por oito mandatos e presidente da República. Sua ex-mulher, Rogéria Bolsonaro, foi vereadora pelo Rio de Janeiro por dois mandatos e, a outra ex, Cristina Valle, concorreu a uma vaga de deputada estadual, também pelo Rio de Janeiro, mas foi derrotada. Fazendo jus à tradição familiar, todos, sem exceção; nunca exerceram atividades diferentes e, pelo visto, continuarão nesse diapasão. Este escrito é só para dar conhecimento, afinal, todos foram eleitos (pelas urnas eletrônicas), nenhum deles, nomeado.
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