ODE

sexta-feira, 24 de julho de 2026

Nascimento perde a estribeiras e chama deputado de "toureco encaretado"

 

Irritadíssimo com a notícia de suas contas reprovadas pelo TCE/PB, o ex-prefeito de Princesa, Ricardo Pereira do Nascimento (PSB), formou um entourage de auxiliares e partiu para a capital do Estado em busca de um recurso, mas com gosto de sangue na boca. Contrariado com a situação adversa, em entrevista para uma rádio de João Pessoa, Nascimento pôs a culpa da reprovação das contas não em suas próprias falcatruas, mas sim no deputado Aledson Moura (PL). Como sempre, desprovido da compostura necessária a uma pessoa pública, o descontrolado ex-alcaide chamou o parlamentar de "toureco encaretado"

No lugar de justificar suas estripulias, usando comportamento chulo, Nascimento prefere atacar aqueles que têm a coragem de expô-las ao público. Nada o incomoda mais do que ser contrariado, principalmente quando alguém tem a coragem de desmascará-lo perante o povo. Na verdade, exigir compostura desse rapaz é querer demais, uma vez ser isso um atributo inerente a quem tem educação e equilíbrio emocional: dois atributos ausentes nessa personalidade hipócrita e megalomaníaca. Nascimento não entende que o papel da oposição nem sempre é o de se vender para ficar calado porque existem alguns que não têm preço.

O direito de ficar irritado é concedido a qualquer um, principalmente quando a realidade o fez desnudo da razão. Porém, descambar para o baixo-nível é algo próprio de quem nesse patamar reside. Além do mais, é perfeitamente compreensível o comportamento do ex-prefeito quando, ultimamente, vem amargando dissabores que são consequência de suas ações anteriores. Quem planta ventos, colhe tempestades e, há quem diga, tudo está apenas no começo. O que vimos até agora, de "vaca louca" a "toureco encaretado", é muito pouco, pois, em breve, o boi vai voar.



Efraim inaugura nova sede do partido em Campina Grande

 

Em evento público quando da inauguração da nova sede do PL em Campina Grande, o senador e pré-candidato a governador, Efraim Filho (PL), inaugurou também um novo slogan de sua pré-campanha: uma camiseta com os dizeres "Grande é quem tem Fé". Na oportunidade, o senador prometeu, se eleito, reabrir as delegacias desativadas e ampliar atendimento dessas unidades policiais para funcionamento 24 horas nas diversas regiões do Estado. Agora, além do "foguete que não dá ré", valores cristãos também marcarão a caminhada e a comunicação do senador.



Acossado pela queda nas pesquisas Flávio Bolsonaro pede desculpas à madrasta

 

Parece mais uma fábula de Esopo: "A madrasta e o enteado". Há pouco mais de um mês, a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, veio às redes sociais com um vídeo detonando o enteado e pré-candidato à presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro. Em sua fala, a madrasta disse que havia sido destratada pelo filho de seu marido e que estaria fora da campanha do rapaz. Somada às constantes denúncias contra Flávio, essa defecção familiar provocou grande queda nas intenções de votos medidas pelas últimas pesquisas.

Correndo atrás do prejuízo, Flávio divulgou, ontem (23), um vídeo pedindo desculpas à madrasta e dizendo que ela é imprescindível para o sucesso de sua eleição. A mulher de Jair Bolsonaro aceitou o pedido de desculpas e afirmou que se reintegrará a campanha do enteado. Esse concerto, maquinado pela cúpula do PL dá a medida em que estão os ânimos no seio do bolsonarismo quando todo mundo sabe que tudo isso é para inglês ver. Na verdade, eles não se dão, mas se abraçarão até a derrocada final e, pelo visto, morrerão abraçados.



Prefeitura de Tavares promove inovadora atividade cultural

 

Com o objetivo de aproximar os alunos da Rede Pública de Ensino das manifestações culturais mais diversas, a Prefeitura de Tavares utiliza a arte circense como ferramenta para estimular o interesse pela criatividade, imaginação, convivência e o desenvolvimento social dos estudantes. A iniciativa está acontecendo desde o dia 22 deste mês e se estenderá até o dia 31. Nesse período, alunos e comunidades escolares participarão de atividades, nos turnos da manhã e da tarde, quando serão oferecidos momentos de diversão, cultura e aprendizado para crianças e adolescentes.



quinta-feira, 23 de julho de 2026

O rei está nu

 

As contas do ex-prefeito de Princesa, Ricardo Pereira do Nascimento, referentes ao exercício de 2023, foram reprovadas, ontem (22), por unanimidade dos votos dos conselheiros do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba - TCE/PB. Já não era sem tempo essa punição a quem tem uma folha corrida tão extensa de falcatruas. Sem falar nos particulares, Nascimento já foi condenado por fraude em licitações ainda quando exercia o cargo de Secretário de Saúde; em fevereiro de 2020 recebeu, em sua casa, a visita da Policia Federal em operação de busca e apreensão; em setembro de 2021 teve suas contas bloqueadas pela acusação de superfaturamento na compra de máscaras e testes para covid-19.

Neste mês de julho, num inferno astral, Nascimento vem colecionando problemas que o colocam na mira da Justiça e que o fazem vulnerável. Primeiro o quase bloqueio das festividades juninas por conta de atrasos salariais. Depois, denúncias sobre os desmantelos da Casa de Apoio e da Casa dos Estudantes, em João Pessoa e, agora, a reprovação de suas contas por motivo de falcatruas que envolvem algo em torno de R$ 17 milhões. Mesmo assim, o ex-prefeito fez pronunciamento dizendo que recorrerá da decisão do TCE/PB e provará sua inocência. Espernear é um direito dele, porém convencer os conselheiros, é outra coisa. A casa caiu.

Na qualidade de eterno gestor - porque todo mundo sabe que é ele quem continua mandando -, além da mancha de haver sido o único prefeito de Princesa a ter sua casa invadida pela Policia Federal, Nascimento, agora vulnerável, não reúne mais o crédito que tinha junto aos que ele vem enganando há muito tempo. Até o prefeito de direito, Garrancho, não trabalhará mais com a ameaça de ser substituído pelo chefe numa eventual candidatura à reeleição em 2028. Nascimento está inelegível e Garrancho livre das amarras; não é mais refém do chefe. Depois desse cochilo do "deus" que sempre o abençoa, resta agora, ao ex-alcaide, redobrar as orações no café com deus pai. O rei está nu.



CARTA ABERTA AO EX-PREFEITO RICARDO PEREIRA

Senhor Ricardo Pereira,

A democracia exige coerência. E é justamente sobre isso que esta carta trata.

Enquanto esteve na oposição, o senhor utilizou todos os espaços possíveis para fazer críticas à gestão municipal. Em programas de rádio, entrevistas, rodas de conversa e manifestações públicas, adotava um discurso firme, marcado por denúncias, acusações e cobranças. Naquele momento, defendia o direito de questionar, denunciar e fiscalizar os atos do poder público.

Hoje, porém, a realidade parece ser outra.

Ao ocupar posição de poder, o senhor demonstra não aceitar aquilo que antes dizia defender. Críticas passam a ser tratadas como perseguição. A fiscalização é vista como afronta. Denúncias fundamentadas incomodam mais do que os fatos denunciados.

Mais preocupante ainda é a forma como o senhor reage. Em vez de responder às denúncias com documentos, argumentos e esclarecimentos, prefere utilizar as redes sociais para atacar quem exerce o legítimo direito de fiscalizar. Tornou-se comum recorrer a ofensas e desqualificações pessoais, chamando adversários e cidadãos de “Lúcifer”, “bandido”, “analfabeto funcional”, “idiotas”, “patetas”, “alucinados” e várias outras baixarias, sempre que alguém denuncia possíveis irregularidades ou divulga decisões e julgamentos que lhe são desfavoráveis.

O debate público não se fortalece com insultos. Quem exerce ou já exerceu função pública deve responder às críticas com transparência, fatos e prestação de contas, e não tentando intimidar ou desmoralizar quem cumpre o seu dever constitucional de fiscalizar.

Como vereador, fui eleito para cumprir um dever previsto na Constituição: fiscalizar os atos da administração pública, exigir transparência, defender o interesse da população e denunciar possíveis irregularidades quando existirem indícios. Não se trata de um favor, nem de uma escolha política. É uma obrigação do mandato.

Quem já esteve na oposição sabe que a democracia não pode funcionar apenas quando lhe convém. O direito de criticar não pertence a um grupo político; pertence à sociedade. E quem exerce cargo público deve estar preparado para prestar contas de seus atos.

Não aceitarei que tentem transformar o exercício legítimo da fiscalização em perseguição política ou em qualquer outro tipo de ataque pessoal. Continuarei desempenhando meu mandato com responsabilidade, respeito e firmeza, sempre amparado pela Constituição, pelas leis e pelo compromisso que assumi com o povo de Princesa Isabel.

A política precisa de menos hipocrisia e mais coerência. Quem ontem defendia o direito de criticar não pode, hoje, querer calar quem fiscaliza. Quem antes cobrava explicações não pode, agora, responder às denúncias com ofensas.

A democracia se fortalece quando o poder aceita o contraditório, respeita a fiscalização e compreende que prestar contas é um dever de todo agente público. Ela se enfraquece quando aqueles que antes levantavam a bandeira da transparência passam a tentar silenciar seus críticos por meio de ataques pessoais.

Arley Moura

Vereador de Princesa Isabel



quarta-feira, 22 de julho de 2026

APLICAÇÃO EM EDUCAÇÃO E SAÚDE ABAIXO DO MÍNIMO LEVA À REPROVAÇÃO CONTAS DE PRINCESA ISABEL E ÁGUA BRANCA

 

O Pleno do Tribunal de Contas do Estado, reunido em sessão ordinária híbrida nesta quarta-feira (22), sob a presidência do conselheiro Arnóbio Alves Viana – em virtude da ausência justificada do presidente Fábio Nogueira, julgou irregulares as contas das prefeituras de Princesa Isabel e Água Branca, destacando como principal irregularidade o não cumprimento dos percentuais mínimos nas áreas de educação e saúde, respectivamente. Cabem recursos.

O relator do processo de Princesa Isabel (proc. nº 02132/24) foi o conselheiro Arnóbio Alves Viana, que em seu minucioso voto apontou várias inconsistências, além dos 24,45% de aplicação dos recursos próprios em educação, que contribuíram para a emissão do parecer contrário, em especial, problemas generalizados na contabilização dos recursos, apontando ainda um elevado déficit orçamentário, que ultrapassa os R$ 4 milhões, baixos índices de recolhimento das contribuições previdenciárias e aumento de contratações temporárias, observando a adoção das recomendações do Ministério Público de Contas.

No caso de Água Branca (proc. nº 02500/25), sob a relatoria do conselheiro Taciano Diniz – que ainda reconheceu a aplicação de recursos no pagamento de bolsas de estudos para os alunos do município, valores que permitiram atingir os índices da educação, no entanto, em relação à área da saúde, o gestor não cumpriu o mínimo constitucional de 15%. O município chegou a 14,45%, e somando-se a isso, além de outras inconsistências, o baixo índice de recolhimento das contribuições previdenciárias.

Regulares – Aprovadas foram as prestações de contas anuais das prefeituras municipais de Areia de Baraúnas e Logradouro, referentes a 2024, de São José do Bonfim, Junco do Seridó, São José da Lagoa Tapada e Vieirópolis, relativas a 2023, bem como as de São João do Rio do Peixe, exercício de 2022. Regulares também foram julgadas as contas de 2023 prestadas pela Junta Comercial do Estado da Paraíba, sob a responsabilidade da Sra. Gregória Benario Lins e Silva.

A Corte de Contas decidiu pelo provimento para concessão de registro, em face do Recurso de Apelação (proc. nº 10186/22), interposto pelo diretor do Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Pedra Lavrada, José Odeon Braga Neto, em relação ao Acórdão AC1-TC-00472/25. Negar provimento foi a decisão, quanto ao recurso impetrado por Rosângela dos Santos Silva, presidente do Instituto de Previdência dos Servidores de Algodão de Jandaíra, referente ao Acórdão AC1-TC-00887/2025, quando da análise do ato de aposentadoria da Sra. Maria José da Costa Gonçalves

Composição O Tribunal de Contas realizou sua 2.548ª sessão ordinária remota e presencial, que foi presidida pelo conselheiro decano Arnóbio Alves Viana. Estiveram presentes para a composição do quórum os conselheiros Antônio Gomes Vieira Filho, Alanna Camilla Galdino dos Santos Vieira, Deusdete Queiroga Filho e Taciano Luis Barbosa Diniz, além dos conselheiros substitutos Marcus Vinícius Carvalho Farias e Renato Sérgio Santiago Melo. O Ministério Público de Contas esteve representado pela procuradora geral Elvira Samara Pereira de Oliveira.

tce.pb.gov.br



Professor incompetente ou aluno burro?

 

Na arte de mentir ele é insuperável. Devo admitir a capacidade do ex-prefeito Nascimento em falsear a verdade, o que faz com maestria, tanta maestria que suas mentiras, para muitos, terminam se constituindo em verdades. No entanto, como professor, ele é um mestre incompetente ou, por outra, seu pupilo, Garrancho, não tem o discernimento necessário para um bom aprendizado. Nascimento, quando deseja impor uma "verdade" ", vai até as últimas consequências, mas tudo é feito de forma previamente programada para não escorregar. Já seu aluno Garrancho, nem de casca de banana precisa para escorregar.

Tudo isso ficou evidente por ocasião da entrevista concedida à Rádio Princesa FM pelo prefeito de direito no último sábado (18). Enquanto Nascimento vem, há anos, dizendo que a municipalização do Hospital Regional foi benéfica para a Saúde de Princesa, que seus profissionais são competentes e que o atendimento naquele nosocômio é de primeira qualidade; numa frase, Garrancho trouxe à tona a verdade que todos nós já sabíamos: que o Hospital foi municipalizado com o único fim de dar empregos que geram votos para o esquema político comandado pelo ex-prefeito Nascimento.

Sem querer querendo, Garrancho falou em alto e bom tom que, caso o Hospital voltasse a ser administrado pelo Estado, forçosamente aconteceria um Processo Seletivo e, nesse certame, os atuais servidores não teriam condições técnicas ou intelectuais de concorrer com os candidatos de fora e, consequentemente, seriam todos demitidos. Honestamente, Garrancho disse uma verdade que não deveria ser dita. O que Nascimento vem jogando para debaixo do tapete há tanto tempo, em poucos segundos, o prefeito de direito trouxe à luz.

Nada é mais constrangedor do que comportamentos humanos que insistem em fugir da realidade. Para rezar na cartilha dos outros faz-se necessário, pelo menos, uma leitura prévia e isso Garrancho não tem feito. Embevecido com o cargo de prefeito, esse jovem pensa que o é de verdade e, vez por outra - com impostação de voz apropriada aos bonecos de ventríloquo - se pronuncia, por conta e risco, sem medir as consequências de sua fala, o que põe em risco todo um projeto de enganação coletiva. Na verdade, Nascimento deveria dar umas aulinhas ao pupilo ou, por outra, dizer: "Cala a boca Batista"



terça-feira, 21 de julho de 2026

Vídeo do deputado Aledson Moura expõe descaso com a Casa de Apoio de Princesa

Antes, sempre que as denúncias vinham à tona, pelo menos providências paliativas eram tomadas pela administração pública municipal. Agora, além do descaso, o acinte. Não estão nem aí para nada. Há pouco mais de um mês foram veiculadas, nas redes sociais, denúncias quanto ao desmantelo em que se encontra a Casa de Apoio de Princesa em João Pessoa. O foco foi a falta de comida; colchões mofados; portas sem fechaduras; banheiros entupidos; sujeira por todo canto, etc.

Após a denúncia, a única providência tomada foi a compra de alguns colchões. Mesmo assim, a situação continua precaríssima quando se constata as seguintes irregularidades: Colchões mofados; falta de roupas de camas e cobertores; infiltrações no teto e nas paredes; mofos e teias de aranha por todo canto; banheiros sem portas, enfim, um verdadeiro caos. A nova denúncia do deputado Aledson Moura, por ser recorrente, deveria ser encaminhada ao Ministério Público para que chame o feito à ordem, afinal, a turma da prosperidade só obedece às regras necessárias quando na marra.

Não bastasse isso, uma mãe de estudante que mora na Casa do Estudante - também em João Pessoa - me procurou para denunciar a situação daquela residência oficial. Segundo a mãe, lá não tem comida nem funcionários para a manutenção da Casa, tampouco coordenador para disciplinar o funcionamento do recinto. Para completar, na última sexta-feira (17), a Energisa cortou o fornecimento de energia por falta de pagamento. Enquanto verificamos esse caos generalizado, a turma que manda na cidade continua prosperando.



Fazendo água a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro é rejeitada pelo centrão

 

Enfiado de goela-abaixo pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, o nome de Flávio Bolsonaro (PL), como pré-candidato à presidência da República, inicialmente pegou. No entanto, depois que Flávio foi pego com a mão na cumbuca pedindo dinheiro a Daniel Vorcaro, as pretensões eleitorais do pimpolho começaram a fazer água e agora, às vésperas da convenção para homologar seu nome, surgem dificuldades para a composição da chapa quando os partidos de centro-direita se recusam a indicar um nome para vice-presidente.

Na verdade, o motivo dessa recusa não se atém somente ao fato de o nome de Flávio ser tóxico no momento, mas sim pela falta de perspectiva de vitória quando as pesquisas eleitorais apontam uma continua queda nas intenções de votos do pré-candidato. Partidos do centrão como PP, União Brasil e Republicanos já declararam a intenção de se postarem como neutros. Soma-se a tudo isso, o medo de que novas denúncias inviabilizem, definitivamente, o nome de Flávio o que prejudicaria também as demais candidaturas da direita nos vários Estados da Federação.

Órfã de uma liderança política, a centro-direita se vê atrelada a um projeto político comandado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro que não contempla os interesses desse grupo, mas sim interesses pessoais e familiares. Empoderados pelas Emendas Parlamentares, os próceres desses partidos preferem a neutralidade ficando a observar o que vai dar na roleta. Nesse caso, se faz jus à máxima de que, quando o navio começa a fazer água, os ratos são os que primeiro abandonam a embarcação.