Primeiro foi a Venezuela quando se tornou um sucesso o
sequestro relâmpago do ditador Nicolás Maduro e seu consequente despachamento
para uma prisão nos EUA. Caso encerrado, ninguém fala mais nisso (a não ser
para realçar o sucesso da operação) e, o presidente Donald Trump, ainda na
esteira desse sucesso passou a projetar a guerra contra o Irã e o assassinato
de seus líderes políticos e religiosos. Arvorado da condição de “dono do
mundo”, até ontem, estava tudo dando certo, mas agora, a coisa parece descambar
para um beco sem saída.
Atacou o Irã e, malgrado os sucessos iniciais na terra dos
Aiatolás, a situação agora se apresenta mais complicada. Sem apoio relevante da
população dos EUA, o galego continua matando lideranças iranianas e, a guerra,
não dá sinais de arrefecimento. Muito pelo contrário, pois, ontem (18) após a
confirmação do assassinato do maior líder civil do Irã, Ali Larijani, as
autoridades restantes daquele país anunciaram que está lavrada a sentença de
morte de Donald Trump e, a execução desse poderoso homem, pode acontecer, em
nome de Alá.
Enquanto isso, mesmo sem o apoio da Europa Ocidental (maior
aliado dos Estados Unidos), Trump continua com sua beligerância já apontando
seus canhões para Cuba que, fragilizada em sua economia e privada do petróleo
necessário, insiste em negociar, mas se vê na iminência de ser atacada pelo
vizinho gigante e sucumbir – depois de quase 70 anos de resistência - ao seu
poderoso inimigo. Diante de tudo isso, fica uma pergunta no ar: será que o
resto do mundo, principalmente as nações poderosas a exemplo de China, Rússia e
das potências europeias ficarão caladas em permissão a essa escalada do
imperialismo trompista?


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