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quinta-feira, 19 de março de 2026

Donald Trump marchando para um beco sem saída

Primeiro foi a Venezuela quando se tornou um sucesso o sequestro relâmpago do ditador Nicolás Maduro e seu consequente despachamento para uma prisão nos EUA. Caso encerrado, ninguém fala mais nisso (a não ser para realçar o sucesso da operação) e, o presidente Donald Trump, ainda na esteira desse sucesso passou a projetar a guerra contra o Irã e o assassinato de seus líderes políticos e religiosos. Arvorado da condição de “dono do mundo”, até ontem, estava tudo dando certo, mas agora, a coisa parece descambar para um beco sem saída.

Atacou o Irã e, malgrado os sucessos iniciais na terra dos Aiatolás, a situação agora se apresenta mais complicada. Sem apoio relevante da população dos EUA, o galego continua matando lideranças iranianas e, a guerra, não dá sinais de arrefecimento. Muito pelo contrário, pois, ontem (18) após a confirmação do assassinato do maior líder civil do Irã, Ali Larijani, as autoridades restantes daquele país anunciaram que está lavrada a sentença de morte de Donald Trump e, a execução desse poderoso homem, pode acontecer, em nome de Alá. 

Enquanto isso, mesmo sem o apoio da Europa Ocidental (maior aliado dos Estados Unidos), Trump continua com sua beligerância já apontando seus canhões para Cuba que, fragilizada em sua economia e privada do petróleo necessário, insiste em negociar, mas se vê na iminência de ser atacada pelo vizinho gigante e sucumbir – depois de quase 70 anos de resistência - ao seu poderoso inimigo. Diante de tudo isso, fica uma pergunta no ar: será que o resto do mundo, principalmente as nações poderosas a exemplo de China, Rússia e das potências europeias ficarão caladas em permissão a essa escalada do imperialismo trompista?



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