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terça-feira, 26 de agosto de 2025

Em Gaza, hospital é bombardeado fazendo mais de 20 vítimas

Ontem (25) foi o dia das declarações insólitas. Não bastasse a fala de Waldemar da Costa Neto dando apoio ao presidente americano quanto às sanções contra o Brasil; diante do bombardeio de um hospital, em Gaza, que vitimou cerca de 25 pessoas, dentre elas 5 jornalistas, o premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, após o fato, declarou: "Lamento esse trágico incidente". Ora, como pode ser considerada como tal uma ocorrência que vem se reproduzindo no dia-a-dia? Até agora já são 247 jornalistas mortos em Gaza, mais do que os que pereceram em todas as guerras da era moderna.

Numa guerra em que já foram ceifadas as vidas de mais de 60 mil palestinos - em sua maioria crianças, mulheres e idosos indefesos - em que hospitais e escolas são bombardeados de forma indiscriminada, tudo isso assistido por um mundo impassível, aonde é que vai parar esse massacre? Agora se exacerbam os massacres aos jornalistas que são os olhos e os ouvidos do mundo que acompanha com pesar aquele cruento conflito. Enquanto isso, as grandes potências se fazem de cegas e surdas. Parece até que, depois do Holocausto, os judeus ficaram inimputáveis.



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