Alimentado por mentiras forjadas pelo deputado Eduardo
Bolsonaro e pelo influencer Paulo
Figueiredo (que é neto do ditador João Figueiredo), o presidente dos EUA,
Donald Trump, incialmente, se dispôs em prejudicar o Brasil na tentativa de
livrar o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro das grades pela tentativa de
golpe de Estado. Depois de conhecer Lula e do rolar da “química”, o galego
conheceu também a verdade e mudou o rumo das coisas quando aboliu a maioria das
taxações às exportações brasileiras e, agora, retirou as sanções ao ministro
Alexandre de Morais.
Na verdade, a estratégia do filho de Bolsonaro, baseada em
mentiras, não se segurou também porque Trump não gosta de pessoas
subservientes. Quem não lembra da declaração de Bolsonaro, logo depois de
eleito, quando em visita aos Estados Unidos virou-se para Trump e disse: ”I love you?”. Nesse episódio, o
presidente americano viu logo que se tratava de pessoa incompetente e
bajuladora. Agora, depois da amizade encetada com o presidente brasileiro,
Trump jogou a última pá de cal no projeto do clã Bolsonaro.
Depois de três meses de glória quando conseguiu o tarifaço e
as sanções a autoridades brasileiras, ao deputado Bolsonaro restou agora a
emissão de uma Nota de Pesar em que põe a culpa nos brasileiros que não
souberam aproveitar a “janela de oportunidades” por ele aberta para “salvar o
Brasil de seus problemas estruturais”. A essa turma de milicianos
incompetentes, resta somente agora lamentar pelo que fizeram e recolherem-se às
suas insignificâncias e deixarem o Brasil seguir em paz.
Nenhum comentário:
Postar um comentário