ODE

segunda-feira, 11 de setembro de 2023

Prefeito Coco de Odálio entrega obras no Sítio Pau D'arco

Nesse domingo (10), o prefeito de Tavares, José Genildo da Silva, mais conhecido por Coco de Odálio esteve visitando a comunidade do Sítio Pau D'arco, ocasião em que entregou aos habitantes do lugar, um prédio totalmente reformado para que ali funcione a sede da Associação Comunitária daquele Sítio. Aproveitou a oportunidade para anunciar a construção de uma passagem molhada num riacho daquela comunidade. "O compromisso da nossa gestão é o de servir à comunidade", disse Coco de Odálio.



domingo, 10 de setembro de 2023

Domingo eu conto

A Ceifadora

Por: Domingos Sávio Maximiano Roberto

Zebedeu acordava cedo e seu primeiro afazer era cuidar dos passarinhos. Em três gaiolas grandes ele mantinha presos dois canários da terra, um cabeça vermelha e um golinha. Todos os dias limpava as gaiolas, trocava a água, botava xerém e levava os bichinhos para tomarem sol dependurados na parede frontal de sua casa. Era seu maior divertimento, se comprazia com isso. Aliás, eram, os passarinhos, suas únicas companhias. Depois que sua mulher foi embora com um caixeiro-viajante, sem filhos, “Bedeu” – como era chamado pelos mais íntimos – ficou sozinho e não quis mais conviver com seu ninguém.

Tirante de uma bodega e de um casarão abandonado, perto de sua casa existia somente uma outra residência onde morava um casal de amigos: Batista e Maria. Amigos com algumas reticências, pois, Maria, nutria pelos seus três gatos o mesmo amor que ele tinha pelos passarinhos. Todo cuidado era pouco e, os gatos, viviam a rondar a casa de Bedeu. Olhando para cima os bichanos viviam a desejar as aves de estimação do vizinho. Maria era carinhosa com seus bichos e os tratava como gente. Tinham nomes. O maior e mais velho chamava-se lulu, era um gato amarelo de rabo grosso; outro levava o nome de palito, magrinho e desnutrido, parecia doente e, o terceiro, era um gato preto raciado com angorá braiado com siamês e se chamava peralta.

Bedeu cuidava de um pequeno roçado onde cultivava milho, feijão e algumas verduras, frutas e legumes. Mas seu sustento não se atinha somente a isso, fabricava bainhas de faca em couro, consertava selas de animais, amolava facas e era perito na confecção de foices. Na sua solidão, além do canto dos pássaros, sua outra animação era um pequeno rádio de pilha de onde ouvia músicas e se alentava para dormir, escutando a Voz do Brasil. De dia, pouco ligava o rádio para não atrapalhar a cantoria dos pássaros, principalmente o show do golinha quando cantava de estalo. Vida simples e tranquila demais como que prenunciando alguma tragédia.

Batista era casado com Maria. Não tinham filhos. Diziam os fofoqueiros, no Povoado próximo, nos dias de feira, que ele era “maninho” e que não conseguia apagar o fogo de Maria. Batista – um sujeito moreno, baixo e atarracado - só ele sabia que não fazia filhos. Quando criança teve papeira que desceu pros ovos e lhe deixou estéril. Maria, era uma morena de boa estatura, feições bonitas, bem feita de corpo e bem mais nova do que o marido. A alegria constante estampada no rosto da mulher contrastava com a sisudez e a rudeza de Batista. Mesmo assim, diziam, a boca pequena, que ela mandava nele.

Zebedeu era um homem branco, alto, forte, espadaúdo, de feições másculas e rudes, mas afável no trato. Falava manso e baixinho. Mesmo sem ter tido educação doméstica era um cabra de bons modos. Era de poucos amigos, mas sempre cumprimentava os vizinhos com atenção e, às vezes, aceitava convites para almoçar com eles. Nessas ocasiões, Bedeu notava um comportamento avoado de Maria. No vestir, no sentar, no falar... Isso, mesmo na frente do marido; o que o deixava sempre constrangido com a desenvoltura da mulher de Batista. Se continha porque palpitava Maria.

Certo dia, Batista teve de fazer uma pequena viagem para visitar a mãe doente, num sítio próximo e, estranhamente, Maria recusou-se em acompanhá-lo alegando que não poderia deixar seus gatos sozinhos. O homem foi, Maria ficou. Bastou o esposo partir, a mulher inventou um chá e chamou o vizinho para beber com ela. Tardezinha de uma sexta-feira. Bedeu aprontou-se todo e foi para casa de Maria. “Acho que não tá muito certo a gente ficar sozinhos aqui na ausência de seu marido”, disse Zebedeu antes de sentar-se à mesa de Maria. “Besteira, homem, ele nem precisa saber disso”, respondeu Maria. “Senta. Fiz chá e broa de milho, estão gostosas, experimenta...”

Zebedeu, meio envergonhado, tirou o chapéu, puxou o tamborete e sentou-se. Maria, ao invés de ocupar o lugar fronteiro a ele na mesa, preferiu sentar-se um pouco afastada encostada na parede. “Serve-se homem, fica à vontade”. Bedeu pegou o bule, entornou o chá na xícara, pegou uma broa e começou a refestelar-se com a comida de Maria. Ela pegou apenas uma xícara de chá e voltou para o seu assento. Enquanto Bedeu comia e bebia, de cabeça baixa, nada havia notado ainda. Ao levantar a cabeça para puxar assunto com a anfitriã, viu que Maria estava de pernas abertas e sem calcinha com o sanharó exposto como que convidando o homem para refestelar-se também com ele.

A alta temperatura do chá associada à quentura do sangue que subiu à cabeça de Zebedeu o deixou vermelho e sem jeito. “O que é isso, Maria? Se ajeita!” “Oxe, homem, não gostas?” Provocou Maria sem nenhuma cerimônia e, levantando-se do tamborete, puxou Bedeu pelo braço que se levantou sem protestar e, afastando a cortina de chita da porta com a mão, Maria levou o homem para dentro de seu quarto já puxando ele para cima dela. Bedeu já estava pronto. A secura dele encontrou no molhado dela o conforto de um gozo que há muito não experimentava. Feito um galo, comeu Maria ali mesmo, de portas abertas e rápido, nem as roupas tirou.

Finda a conjunção carnal, o homem se recompôs, fechou a braguilha, pegou o chapéu e fez menção de ir embora. “Parece que não gostou?” Perguntou Maria. “Gostei tanto que gozei, e tu?” “Adorei e quero mais” respondeu a mulher. De olhos baixos, o homem balançou a cabeça afirmativamente e, sem se despedir, foi embora para casa. No outro dia, logo cedo, Bedeu, depois de ajeitar os passarinhos, foi para o roçado e de lá só voltou à boca da noite. Nesse dia, nem almoço levou. Passou o dia trabalhado e matutando sobre o acontecido do dia anterior. Não havia arrependimento, mas sim vontade de fazer de novo. “E se Batista soubesse? Não vou me preocupar com isso agora, o tempo resolve tudo”, pensou Zebedeu.

Se a preocupação que lhe aperreava o juízo era a trepada com Maria, tudo isso se dissipou ao chegar em casa. Logo que tirou a tramela da porta, viu que alguma coisa não estava certa. As gaiolas no chão e a pequena sala cheia de penas por todos os lados. Nada de passarinhos. Adentrando ao interior da casa, o homem viu correr um gato preto com seu golinha na boca, ainda esperneando e tentando bater as asas. Correu atrás, mas o felino passou por um buraco que havia na porta da cozinha e desapareceu no empardecer da tarde se embrenhando no mato próximo. Dos outros passarinhos, nem sinal. “Acabou-se minha vida”, pensou Zebedeu. “Isso é castigo de Deus pelo pecado que cometi ontem. Ah minha Nossa Senhora, me perdoe e me dê de volta os meus bichinhos!” Chorava o homem.

Inconsolável, Bedeu não dormiu à noite e, em sua insônia, arquitetou a vingança maligna. Aquilo não poderia ficar assim. No dia seguinte, armou-se de uma espingarda de fecho e sentou-se em frente à sua casa. “Quem gosta, torna”, pensou. De repente, lá vem o gato preto se esgueirando pelos aceiros do mato. Chegado mais perto, Zebedeu não teve dúvidas: era ele, o peralta! Apontou, atirou e matou o bicho. Correu depressa, apanhou o bichano já inanimado e cumpriu um pensamento que carregava desde criança. Quando menino, ouvia de sua avó – a quem chamavam de catimbozeira - que todo gato preto tinha um osso fino no mucumbu que, colocado entre os dentes incisivos superiores, fazia a pessoa se tornar invisível, se encantar.

Zebedeu não considerava a morte do gato suficiente para completar sua vingança. Agora, queria fazer-se envultado para poder comer Maria na hora que quisesse. Assim fez. Descarnou o gato, tirou o tal ossinho, botou para secar e, no dia seguinte, fez o teste. Aprontou-se todo de novo, botou o osso do gato entre os dentes da frente e foi para casa de Maria. Lá chegando, já viu Batista cortando uns paus de lenha no terreiro. Sem dizer nada, postou-se ao seu lado e o homem, nem aí. Olhou para ele, caminhou para lá e para cá e nada. “Vixi Maria! É verdade mermo, tô invurtado!” Pensou Bedeu. Voltou para casa, tirou o ossinho dos dentes e foi de novo para a casa do corno. Antes mesmo de aproximar-se, Batista já foi dizendo: “Tudo bem, Vizinho? A que devo a visita?” “Nada não”, respondeu Bedeu. “Tô só passando”.

A vingança seria maligna. Dia seguinte, enquanto Batista foi para roça, Bedeu foi na casa de Maria. Lá chegando, a mulher, acabrunhada, foi logo dizendo:” Tu num viu um gato preto por lá não?” “Vi não”, respondeu o homem. “Gato é assim mesmo, aqui acolá desaparece. Pior foi meus passarinhos, foram embora tudim”. “Como assim?” Perguntou Maria. “Sei lá, sumiram... Mas eu não vim para cá para falar disso. E tu como estás?” E foi logo enfiando a mão direita entre as pernas da mulher. “Quem gosta torna, né?” Foi logo dizendo Maria e caíram na cama de novo. Desta vez, a mulher ficou aflita com a possibilidade de Batista retornar antes da hora e fez tudo ligeiro, mais ligeiro do que da outra vez e botou Bedeu pra ir-se embora depressa.

O tempo passou e ficaram, Zebedeu e Maria, se encontrando com muita frequência. De repente, os cochichos da vizinhança deram conta de que a barriga de Maria tava crescendo e, Batista, desconfiado, pôs a pulga atrás da orelha. “Maria, tu tá doente?” Perguntou o marido. “Tô não, por quê?” “E esse bucho grande?”, questionou o homem. “Tô empachada, faz dias que não cago”, foi a resposta de Maria. Uma semana depois, em casa mesmo, Maria pariu uma menina. Batista deixou acabar o resguardo para acertar as contas com a mulher infiel. Sem que ninguém esperasse, num sábado de manhã, Batista desapareceu e, a casa onde morava com sua mulher, ficou fechada.

Desconfiado, Zebedeu esperou dois dias e, sem explicação alguma, resolveu verificar o que havia acontecido. Logo cedo do dia, resolveu arrombar a porta da casa dos vizinhos. Entrou e deparou-se com uma cena triste: Maria estirada na cama, morta com o pescoço inchado, deitada por cima de uma criança também morta. Indignado, Bedeu procurou a polícia, deu parte e, depois dos procedimentos normais providenciou o enterro de Maria e de sua cria. Novamente veio à sua mente arquitetar outra vingança. Essa mais forte, mais séria. Tinha de matar o homem que ceifou a vida de sua amante e da sua filha. “O ossinho vai ser de grande serventia”, pensou Bedeu.

Descobriu que Batista havia ido morar na casa de sua mãe. Nada mais lhe interessava na vida senão a vingança contra aquele que lhe privou daquele extemporâneo prazer. Ademais, foi embora também junto o fruto daquele absurdo amor. Arrumou as coisas e partiu em busca de seu desiderato. Chegado ao sítio onde Batista se homiziara, localizou o homem, tomou conhecimento de sua rotina diária e determinou-se para a ação. Batista trabalhava todo dia no roçado da mãe, próximo à casa da velha. Era uma sexta-feira à tarde, Zebedeu partiu para as imediações do roçado de Batista e, munido de uma foice, ficou à espera de sua presa.

Chegado Batista ao roçado, Bedeu pôs o ossinho entre os dentes, pegou a foice e partiu para cima do homem que matou sua amada e sua filha. Dois rapazes que trabalhavam a menos de 100 metros, viram a cena e ficaram espantados, estarrecidos e, ao mesmo tempo, pasmos: Uma foice no ar, sozinha, a rodopiar e a desferir golpes mortais na cabeça e nas costas de Batista. Após essa esquisita cena, a vítima dessa inusitada luta caiu morta. A foice desapareceu, os rapazes correram para casa e lá, contaram a todo mundo que presenciaram o “Anjo Ceifador” matar um homem. Ninguém acreditou, mas ficou a lenda - igual à de Hades -, que um homem foi vitimado pela verdadeira entidade chamada de “Morte, a ceifadora”.



 

sábado, 9 de setembro de 2023

SABÁTICAS

 

. O ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub, em entrevista recente, tachou o ex-presidente Jair Bolsonaro de “cafetão” e, seus filhos, de “ratos” e que, em breve, estariam todos na cadeia por serem ladrões e mentirosos. Esse fogo é ex-amigo.

. No Dia da Pátria, a contrita ex-primeira-dama, dentro de sua exacerbada religiosidade, pediu aos brasileiros que: “Orem e jejuem para que o reino de Deus se estabeleça na nossa Nação”. Amém.

. O Ministro do STF, Antônio Dias Toffoli afirmou que a prisão do presidente Lula foi, talvez, o maior erro da Justiça brasileira. E agora? Quem vai restituir os 580 dias que Lula passou na prisão?

. Sem ter o que falar da Matuta, o alcaide investe contra a minha pessoa como se fora eu o articulador de sua tragédia.

. Falar em Rúbia, o surgimento do nome dela nas pesquisas eleitorais está tirando o sono de Nascimento e é porque a galega nem começou ainda.

. A única forma que o alcaide encontra de atacar a Matuta é dizer que ela tem projeto familiar. Melhor esse tipo de projeto do que projeto para prosperar.

. Tem político que quando deixar o poder poderá investir na profissão de design: pulseiras combinando com anéis, ótimo bom gosto. Um povo que entende de joias!

. Na Câmara Municipal de Picuí houve um concurso para escolher o vereador maior “chupão de picolé”. Tem Câmara de Vereadores, Paraíba afora, que deveria promover um concurso para eleger o “maior chupa-ovo do prefeito”.

. Se o vice-prefeito, José Casusa, estava na lista dos prefeitáveis, depois do discurso que fez no Dia 7 de setembro, pode tirar o cavalinho da chuva. Na verdade, Casusa foi um cara de coragem: falar na taba da cara de Nascimento... Pelo visto, vem mais. 

.  Fazendo as vezes de governador do Estado, o alcaide princesense passou em revista a tropas da Polícia Militar e esqueceu de passar em revista os guardas de trânsito. Imaginem se ele estivesse em Brasília...

E os abraços de hoje, vão para: Saymon Lopes, Joana Faustino, Canelinha, Dayana Sousa, Lucas Pereira, Gavião, Jonas Andrade, Cilma Dias, Jackson Nogueira, Geraldo Bodeiro, Nildo Almeida, Naguelmanso, Roberto Medeiros, Afonso Nóbrega, Antônio Ferreira, Pade Maia, Marcos Honorato, Buré, Jovelina Pereira, Geraldo Rodrigues, Rogal, Zé do Pade, Sheyla Rodrigues, Xerém e Gisa Nunes.



Resgate do Casario Histórico de Princesa

A casa de Rafael Rosas

A casa de Rafael Rosas, retratada na foto acima, foi construída nos anos da década de 1940 sob a orientação do Mestre de Obras princesense José Ferreira Dias (Ferreirão). Esse imóvel, inspirado nos solares existentes no Bairro de Apipucos no Recife, foi mandado erguer pelo rico comerciante, Rafael Rosas, dono da padaria “Borborema”, para servir de moradia para ele e sua esposa dona Francisca Viana da Cunha, mais conhecida como dona “Vianinha”, que foi diretora do Grupo Escolar “Gama e Melo” por vários anos. Ali nasceram quase todos os filhos do casal.

Essa casa, pela sua beleza arquitetônica e bom estado de conservação, serviu algumas vezes de palco para encenações teatrais ao ar livre, a exemplo da “Paixão de Cristo” na década de 1970, quando figurou como o palácio de Pilatos. Após a morte do casal Rafael e Vianinha, a casa que era mobiliada com muitos móveis de estilo, uma vez ser dona Vianinha uma mulher detentora de muito bom gosto com relação às coisas da decoração, ficou fechada. Hoje, pertencendo a outros donos, continua bem cuidada e em perfeito estado de conservação.



Histórias e estórias engraçadas de Princesa

A candidata a vereadora e a AABB

Corria a campanha eleitoral de 1992 em que concorriam três candidatos a prefeito: Gonzaga Bento, pelo PFL; José Nominando, pelo PMDB e doutor Zoma, pelo PDT/PT. Mesmo sabendo que sua luta seria inglória, Zoma, visitou várias residências na área urbana e, praticamente, todas as comunidades rurais do município. Nessas eleições, o povoado de São José ainda pertencia a Princesa e ali foram realizados vários comícios de todos os postulantes à vaga de prefeito. Também foram realizadas concentrações em alguns sítios. Numa delas, ocorrida no sítio Trincheiras, aconteceu algo muito divertido: candidata a vereadora, a jovem Maria de Fátima Ferreira Lopes (cunhada de doutor Zoma) - em seu discurso, dirigido aos jovens daquela comunidade rural, de cima de uma camioneta D-20, empertigou-se toda e falou:

“Estamos empenhados numa luta para mudar Princesa! Queremos mudanças tanto na Prefeitura quanto na Câmara Municipal para que os benefícios cheguem a todo o município. Por isso, peço-lhes o voto, para que eu possa reivindicar coisas boas para esta comunidade! É muito triste ver os jovens desse sítio Trincheiras não disporem aqui de nenhum divertimento, pois, aqui não tem sequer uma AABB...”.

Numa referência ao clube dos funcionários do Banco do Brasil, queria dizer, a candidata, que, enquanto a sede do município tinha vários pontos próprios para o divertimento dos jovens, o sítio Trincheiras não tinha nada.

 


sexta-feira, 8 de setembro de 2023

Acontece hoje a reinauguração da loja "Tayanne Festas e Decorações"

Está acontecendo, neste momento, a reinauguração da loja "Tayanne Festas e Decorações". Com instalações totalmente reformadas e novo estoque de mercadorias, esse empreendimento de sucesso, situado à Rua São Roque no centro de Princesa, reabre suas portas para melhor servir a todos os que necessitam de materiais e orientação técnica para a realização de festas em toda a região polarizada por Princesa.

Na ocasião dessa reinauguração, esteve presente a secretária de finanças de São José de Princesa, Rúbia Matuto, que fez uma saudação especial a essa loja, que é referência em ornamentos e que foi a responsável por toda a decoração do "Natal Mágico" e do "São João Matuteiro", eventos realizados com sucesso naquele município. Parabéns Tayanne!



PENSAMENTOS DO DIA


 

“Quanto mais próximo da Igreja, mais longe de Deus”

LANCELOT ANDREWES (1555-1626)

 

“A cada dia, mais e mais pessoas estão se afastando das igrejas e se voltando para Deus”

LEONARD SCHNEIDER (1924-1966)

 

“Minha mente é minha Igreja”

THOMAS PAINE (1737-1809)

 


Um 7 de Setembro normal

Nada de bandeiras ou camisetas amarelas nem vermelhas. As comemorações dos 201 anos da Independência do Brasil, ocorridas ontem (7), na Esplanada dos Ministérios em Brasília, aconteceu de forma normal: Uma festa cívico-militar, sem discursos políticos ou provocações de qualquer natureza. Presentes estavam todos os presidentes dos poderes da República, além dos comandantes das Forças Armadas, todos coesos em homenagear o Dia da Pátria.

Isso demonstrou que o radicalismo que vigorou nos quatro anos anteriores, não só arrefeceu como dá mostras de que isso já pode ser considerado uma página virada. O presidente Lula e os comandantes das três Forças deram-se as mãos numa demonstração de união e respeito o que evoca os velhos tempos de normalidade democrática e mitiga o radicalismo. Até o “Zé Gotinha” desfilou em carro aberto numa demonstração de que acabou também o tempo do negacionismo. Viva o novo Brasil!



O arreamento da bandeira de Nascimento

Enquanto hasteava a Bandeira do município, ontem (7), durante as solenidades de comemoração do Dia da Pátria, o prefeito de Princesa, Ricardo Pereira do Nascimento, teve o dissabor de ouvir proferido um discurso pelo vice-prefeito, José Casusa, em que foi pública e severamente admoestado pelo quase-ex-companheiro, quando este criticou Nascimento pelo fazimento de festas caríssimas em detrimento do pagamento aos fornecedores e dos salários atrasados.

O fogo amigo chegou justamente no momento em que o prefeito se movimenta para escolher quem vai ser o candidato à sua sucessão e, pelo visto, Zé Casusa, com essa contundente fala, chutou o balde e já está dando o recado de que abdica da indicação do prefeito. Parece que a roda dentada não está se encaixando direito ou, por outra, o vice está vendo o barco fazer água e já toma uma posição diferente da que adotou ao longo de todo esse governo que se encerra.

Nascimento, que foi eleito empunhando a bandeira de pagador de salários em dia, vê-se agora numa saia justa devendo a todo mundo e fustigado até pelos aliados mais próximos. Demonizou o meu governo por atraso de salários e, agora, além de atrasar salários, atrasa também pagamentos aos fornecedores. Agora, com a principal bandeira de sua administração arreada, o prefeito se expõe a sofrer constrangimento público provocado pelos seus. Língua falou...

Esse governo de fancaria, que se alimenta desde o início, de mentiras, está agora nos estertores da morte quando tudo se evidencia em contrário do que sempre se anunciou. Prefeito desmoralizado por adotar comportamento devasso e ilegal; denúncias de corrupção sendo apuradas; visita de Polícia Federal, etc. Na verdade, de tudo houve nessa administração e agora, enfim uma voz corajosa contra o alcaide que sempre jogou o lixo para debaixo do tapete. Casusa arreou a bandeira de Nascimento e, no apagar das luzes, acendeu a luz vermelha. 



quinta-feira, 7 de setembro de 2023

Em Princesa, discurso do vice-prefeito critica administração municipal

Logo cedo, aqui em Princesa, foi realizada solenidade pública em comemoração aos 201 anos da Independência do Brasil. Em praça pública, várias autoridades se pronunciaram em discursos. Estranhamente, a fala do vice-prefeito, José Casusa, destoou do que era esperado. De forma diplomática, Casusa exortou o prefeito, Ricardo Pereira do Nascimento, a priorizar os pagamentos de salários atrasados e também aos fornecedores da prefeitura. "É importante que aconteçam eventos festivos, no entanto, devemos priorizar os pagamentos de salários e aos fornecedores", disse o vice-prefeito. Depois desse recado direto, José Casusa desceu do palanque e foi para casa sem esperar pelas fotos e abraços. Pelo visto, o clima tá de vaca desconhecer bezerro.