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quarta-feira, 15 de setembro de 2021

Estripulias do prefeito de Princesa repercutem por todo o estado da Paraíba

Repercussão gigantesca causou o bloqueio de bens financeiros do senhor Ricardo Pereira do Nascimento, de sua secretária de saúde e do empresário que forneceu à prefeitura de Princesa, insumos com preços superfaturados. A decisão judicial, prolatada pelo juiz, Fernando Américo de Figueiredo Porto, da 11ª Vara da Justiça Federal sediada em Monteiro, que tornou indisponível a bagatela de R$=297 mil pertencente aos citados, foi a notícia mais comentada no dia de ontem em toda a Paraíba. Até a mídia televisiva noticiou com destaque.

Desprovido agora do véu da hipocrisia, Nascimento, corre atrás do prejuízo. Acostumado a dizer que é honesto: “Eu nunca roubei!” (rsrsrs), tentando se manter em sua própria mentira, o prefeito de Princesa passou o dia de ontem tentando cobrir o sol com a peneira. Em vão, pois, diante de fatos não há argumentos. Primeiro, foi às redes sociais dizer que foi absolvido pelo Tribunal de Contas do Estado e pela Polícia Federal. Depois, seu douto advogado afirmou que o juiz foi “induzido ao erro”. Por fim, colocou seus sigilos à disposição da Justiça como se ela [a justiça] precisasse de sua ordem.

Ora vejam, Nascimento comprou máscaras e testes para covid-19 por preços superiores aos de mercado e agora, pego com a mão na cumbuca, quer justificar o injustificável botando a culpa no Juiz, que o condenou e no ex-vereador Erivonaldo Freire, que o denunciou. Ele não tem para onde correr, pois, quando um juiz determina o bloqueio de bens é porque as provas já estão materializadas. E não é só isso. A firma que vendeu os insumos é uma empresa varejista de materiais de construções, e não entregou a totalidade dos itens adquiridos com superfaturamento de preços. Além de queda, coice.

A enrascada em que Nascimento está metido é federal. Além de se tratar de reincidência (todos sabem que o prefeito Ricardo Pereira já é condenado em 2ª Instância por fraude em licitação), vê-se agora, às voltas com mais uma falcatrua e, para dela escapar, aos olhos da sociedade que vem enganando há anos, alega a incompetência do juiz que o julgou. Ou seja, numa inversão de valores, quer que o rabo balance o cachorro. Falar em rabo, lembramos daquela música cantada pelo saudoso Genival Lacerda: “Eu não quero pagamento, Nascimento, eu quero é outro rabo do jumento”. A máscara caiu.




 

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