Numa Nação de cultura violenta como os Estados Unidos da América, onde existe uma verdadeira apologia às armas e a seu porte de forma indiscriminada, não há surpresa alguma em constatar que, ao longo da História, mais de 200 mil americanos já foram mortos, vítimas de assassinatos domésticos em atentados perpetrados em Escolas, Igrejas, Centros de Convenções, etc. Esse número supera a quantidade de mortos em muitas das guerras já ocorridas mundo afora. Sem esquecer que, no bojo dessa violência, são os EUA o país que mais promove guerras, será isso resultado da lei do retorno?
No último sábado, durante um jantar comemorativo à liberdade de imprensa - o que ocorre todos os anos - em que estavam presentes o presidente Donald Trump e quase todas as altas autoridades da República norte-americana, um atentado foi perpetrado quando um indivíduo adentrou ao recinto, furando o esquema de segurança, e atirou contra agentes de segurança que tentavam detê-lo. Os tiros não atingiram ninguém, mas obrigaram os seguranças a retirarem, às pressas, o presidente Trump e demais autoridades do recinto.
Foi esse o segundo atentado à vida de Trump, o que pode ser debitado às suas ações desequilibradas que vêm prejudicando a economia nacional, principalmente pela promoção da guerra desnecessária contra o Irã. Na história americana, quatro presidentes foram assassinados quando no exercício do mandato e outros três foram feridos em atentados. Essa longa história de violência na nação mais rica e mais poderosa do mundo é o resultado da arrogância do poder aliado à disseminação de armas nas mãos de quem quer que seja. Ou é isso o resultado do desequilíbrio de seus mandatários?


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