Após a divulgação dos áudios comprometedores envolvendo o pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro - o que não teve, até agora, explicações plausíveis -, o núcleo duro da pré-campanha para a reeleição do presidente Luís Inácio Lula da Silva, se regozija com o desenrolar dos fatos quando pesquisas de intenção de votos colocam o presidente novamente na frente de seu principal adversário.
Nesse cenário difuso, em que a direita não consegue se desvencilhar das graves acusações de envolvimento com o banqueiro promotor do maior escândalo financeiro já ocorrido no Brasil, o pré-candidato Flávio Bolsonaro - que é bancado pelo pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro - mesmo sangrando e pela falta de perspectiva de um nome mais competitivo, continua no páreo a titubear com explicações vãs, o que só fortalece seus adversários.
A cada dia que passa, as informações desencontradas dão mais combustível para desmerecer a pré-candidatura de Flávio. Ontem (25) em entrevista à Globo News, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, gaguejando, afirmou que Flávio foi se encontrar com Vorcaro para pegar o resto do dinheiro para o financiamento do filme em louvor do pai. Diante desse cenário, o staff de Lula já afirmou: "Preferimos competir dom Flávio sangrando". Até porque, não existe um nome para substituí-lo. Política não é para amadores.


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