ODE

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Nem sempre a vontade de ganhar tira o medo de perder

 

A máxima: "A vontade de ganhar tira o medo de perder" , atribuída ao saudoso vereador e vice-prefeito de Princesa, Manoel Gomes, mais conhecido por "Gominho", , em alguns casos, fica dificil de ser aplicada. Quando se evidencia, fortemente, que as perspectivas de poder começam a se dissipar, as raposas da política começam a apresentar alegações vãs para evitar união com o que consideram tóxico, portanto inviável para seus projetos partidários e pessoais.

E o que acontece agora com a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à presidência da República quando nenhum dos grandes partidos, do centro ou da direita não bolsonarista, aceitou fazer coligação com o PL de Waldemar Costa Neto. Quem mexe com política eleitoral tem suas manhas e sabe das coisas. Por mais que pareçam acirradas, as campanhas, as raposas sabem quem vai ganhar ou quem vai perder. Publicamente não divulgam, porém nos bastidores trocam informações que os colocam em guarda sobre a real situação.

Prova cabal da evidente inviabilidade de recuperação da candidatura de Flávio Bolsonaro é a posição do presidente da Câmara Federal, deputado Hugo Motta (Republicanos) quando declarou, ontem (11), apoio à reeleição do presidente Lula (PT), o que será feito também pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (UB) nos próximos dias. Ambos de olho em suas próprias reeleições para as presidências das duas Casas, sabem que não podem prescindir do apoio do próximo presidente da República. Nesse caso, o medo de perder falou mais alto do que a vontade de ganhar.



Nenhum comentário:

Postar um comentário