"Tirei de minha vida todas as pessoas com o prazo de validade vencido"
FAFA DE BELÉM
"O maior prazer que a mulher pode gozar verdadeiramente é o de ser vista"
WALTER SCOTT
"O prazer e o tédio, dois assassinos da paz e do coração"
RAMON DE CAMPOAMOR
"Tirei de minha vida todas as pessoas com o prazo de validade vencido"
FAFA DE BELÉM
"O maior prazer que a mulher pode gozar verdadeiramente é o de ser vista"
WALTER SCOTT
"O prazer e o tédio, dois assassinos da paz e do coração"
RAMON DE CAMPOAMOR
Sem, receber seus salários há cerca de quatro meses, os servidores terceirizados da Prefeitura de Princesa das áreas de Saúde e Educação - também chamados de cooperados - estão em grave situação financeira. Primeiro porque não recebem seus salários; depois, porque nem sequer podem reclamar sob pena de serem postos na rua. Não bastasse isso, o alcaide princesense afirmou, em entrevista radiofônica, que só será regularizada, essa situação, no mês de novembro e que é assim, quem discordar, saia!
Lamentável tal situação quando, além de deixar vários pais e mães de família sem as mínimas condições de sobrevivência, os coloca em regime de terrorismo e, a pior coisa é saberem que nem tão cedo a situação será resolvida. Essa situação não prejudica somente os que estão sem receber salários, mas toda a população que necessita dos serviços prestados pela Prefeitura. Mais esquisito ainda é que os repasses financeiros estão sendo feitos de forma regular à cooperativas: Dom Vital e Dinâmica. De janeiro a agosto deste ano, ambas receberam R$ 2.115.344,92. Para onde está indo esse dinheiro?
O casarão acima retratado foi demolido na década de 90 para dar lugar à construção que hoje abriga o prédio do "Empresarial Casusa". Situado no centro de Princesa, à Praça Coronel José Pereira Lima, esse imóvel pertencia ao senhor Genésio Florentino Lima e ali funcionou, durante as décadas de 60 e 70, a Coletoria Estadual, sob a direção dos senhores: José Gomes Sobrinho (Pai Zé) nos anos 60, e Ranulfo Barbosa nos anos 70. A casa funcionava como repartição e residência do coletor. É mais um dos imóveis antigos de Princesa que sucumbiu à sanha modernizadora depois da implantação do novo templo da Igreja Católica.
Ele levou uma vida simplória e sem ser digna de nota até o
dia em que ascendeu ao maior posto da sua vida. Não tinha pai nem mãe, nunca
casou, tampouco teve envolvimento amoroso com quem quer que fosse. Era capão,
seco, calado, esquivo e mal humorado. Um filho do nada. Por trás de tudo isso,
havia, no entanto, uma ambição desmedida, própria dos que carregam o terrível
complexo de inferioridade. Espécie de vontade de se vingar de tudo e de todos.
Não se conformava com sua insignificância, se negando até para si mesmo. Parece
até, que de forma recôndita, tinha uma inveja que, se não exibia para os
outros, se extrapolava dentro de si num constante alimentar do ódio que tinha
por tudo e por todos. Em face dessa falta de tudo, inclusive de si, resolveu, a
todo custo, se tornar alguém que pudesse ser notado no concerto da sociedade.
“Vou estudar e serei gente na vida, me aguardem!” Disse para
si mesmo. Por cima de pau e pedra, pôs dois antolhos e partiu para cumprir seu
objetivo. Estudante temporão, sem base rudimentar, aprendeu demais o que
deveria deixar por menos. Palavroso que era, adorava usar termos e expressões
que achava bonitas. Isso, mesmo sem saber colocá-las nos lugares certos ou com
significados corretos. Serem bonitas, as palavras, era bastante para que ele as
usasse à exaustão. Sem timidez alguma e movido pela vontade férrea de vencer a
todo custo, continuou atropelando tudo e sempre achando que a verdade era
sempre ditada pelas suas conveniências. Aprendeu a ler e escrever somente o
suficiente para botar no papel ou falar sobre as coisas e ideias nas quais
acreditava.
Para ele, o homem deveria ser superior a tudo e, no seu afã
de ser grande, achava sempre que estava correto em tudo o que fazia ou dizia.
Para ele, não interessava a opinião dos outros. Suas interpretações das coisas
eram feitas atendendo aos seus interesses pessoais, principalmente aos que lhes
proporcionassem a ascensão social ou lhes acendessem as luzes da ribalta do seu
palco. Acreditando já estar versado em quase tudo, resolveu parar de estudar em
escolas e passou à prática autodidata. Aí foi que ele se transformou mesmo num
dono da verdade. Era para si o próprio professor. Suas verdades, agora, eram
somente suas e inquestionáveis. Com mais uns poucos anos de leituras escolhidas
a dedo, resolveu se auto diplomar e se considerou já um “doutor” para as coisas
da vida.
Estava pronto, agora era só atacar. Partiu para a luta e
candidatou-se a vereador na cidade onde nasceu. Nesse intento, não logrou
êxito, mas não desistiu em busca da luz. Abdicou da política, mas adentrou na
área das malvadezas. Atravessou a fronteira e empanturrou-se de mercadorias
baratas. Virou camelô. Como tal, arguindo sempre que os produtos que vendia
eram os melhores e seus preços os mais atrativos, logo conseguiu fazer-se
popular se tornando um vendedor de sucesso. Bingo! O negócio deu certo. Tanto
vendia quanto discursava e tanto discursava quanto enganava aos seus fregueses.
Foi ele quem introduziu, naquele pequeno burgo onde nasceu, a venda de artigos
de uso pessoal - principalmente coisas que interessavam às mulheres, como lingerie - dos quais os moradores dali
nunca tinham ouvido falar. Tudo falso, comprado no Paraguai.
Não pagava impostos, tampouco cumpria quaisquer regras
fiscais; nem a taxa municipal de seu tabuleiro ele pagava e, condizente com sua
vulgaridade, burlava a fiscalização. Mesmo assim, tornou-se um freelance das calçadas, das esquinas.
Vendia como nunca e, para não ser pego nas falcatruas da mercadoria sem
qualidade, usou um estratagema: Antes de elas se estragarem, mudava-se para
outra praça. O antolho serviu, mas, já nesse tempo, não o usava mais porque
pensava em diversificar suas atividades. Já amealhado de algum dinheiro,
resolveu ser pastor evangélico. Como tal, abriu uma igreja e, já nos primeiros
dois anos, tinha fundado mais de 10 templos nas redondezas da cidade onde
nasceu. Já era respeitado e, agora, mais ainda porque pregava a palavra de Deus
e, por conta disso, ninguém era capaz de reunir elementos para inferir sua
contumaz desonestidade.
Já rico e realizado no seu intento de ser alguém, levado
pelos instintos perversos que se escondiam sob a capa da justeza que procurava
apresentar, caiu numa esparrela. Contratou um jovem para auxiliá-lo nas coisas
de seu templo principal e, certa noite, imbuído da vontade de se divertir um
pouco, associado ao acólito, resolveu tomar umas garrafas de vinho. Junto a
essa companhia insólita, embriagou-se e pôs os pés pelas mãos quando resolveu
fazer uma live catequizadora. O
problema é que o álcool ingerido afetou seu cerebelo quando lhe extirpou a
disciplina da censura. Descontrolado, ao invés de incitar os fiéis a orarem, os
fez ver que o bom mesmo, era namorar, tomar cachaça e fazer coisas ilícitas.
Depois disso, viu-se às voltas com a repercussão negativa
desse ato impensado. Tudo o que construiu, viu cair por terra. O pior é que, em
sua sanha de fazer-se dono da verdade, não admitiu seu erro. Autossuficiente
que se achava e, do alto de sua arrogância, recusou-se em pedir desculpas. Pelo
contrário, exercitando seu voluntarismo associado à emética prática de um
neologismo vernacular, respondeu às críticas da imprensa dizendo: “Todo ser
humano, racional ou irracional, pratica sexo!”. E acrescentou que estava “ingerindo
uma droga ‘lítrica’”. Depois dessa pisada na bola, ele passou a conviver com a
pecha de “pastor de almas sebosas” e, sempre que aparecia em público, era
apontado como um “Sílvio Santos” que mais parecia um Odorico Paraguaçu que não
deu certo.
Por:Domingos Sávio Maximiano Roberto
Maria do Carmo Florentino, mais conhecida como Maria Lima, era a filha caçula de Marçal Rodrigues Lima e de dona Maria Florentino de Andrade Lima (mais conhecida como dona “Mariinha), tinha o juízo fraco e nunca se casou. Quando morreu, deixou de herança para os sobrinhos, um imóvel residencial situado à Praça “Frei Damião”, no centro da cidade de Princesa. Como todos os seus irmãos e irmãs e alguns sobrinhos já haviam também falecido, a herança foi dividida com os vários sobrinhos ainda vivos e os sobrinhos-netos. A casa foi vendida e, quando fizeram a divisão do espólio de Maria Lima, tocou para cada herdeiro, o valor de R$=17,39. Informado de que houvera sido agraciado com parte da herança da tia, Genésio Lima animou-se para receber o dinheiro. Porém, quando soube do ínfimo valor, disse: “Podem dar à Igreja”.
. O ex-presidente Jair Bolsonaro sempre quis imitar o
ex-presidente Donald Trump. O problema é que, aqui no Brasil, a legislação é
outra e a tentativa de golpe cá já tornou Bolsonaro inelegível. Galinha que
acompanha pato morre afogada.
. Na última quinta-feira (31), o clima na Polícia Federal, em
Brasília, azedou. Todos juntos para depor, os filhos de Bolsonaro não
cumprimentaram a esposa de Mauro Cid.
. Desamparado, Mauro Cid abriu a boca na Polícia Federal. Seu
depoimento (ainda em sigilo) está causando terror no seio bolsonarista. O que
será que o “Cidinho” disse? Estão todos com as barbas de molho.
. A farra financeira que o ex-presidente Jair Bolsonaro
promoveu para viabilizar sua reeleição está surtindo seus efeitos agora e, quem
está curtindo a ressaca são as prefeituras.
. Prefeitos da Paraíba entraram em greve por conta da
diminuição dos repasses do FPM. Tudo bem, o dinheiro diminuiu sim, porém,
sofrem mais aqueles que não se programaram e estão agora com salários atrasados.
. O prefeito de Princesa alega que o problema da crise
financeira foi o reajuste da tabela do Imposto de Renda. Ora, a tabela foi
reajustada semana passada e só vai repercutir nos repasses, aos municípios, no
ano que vem.
. Enquanto isso, a prefeitura de Princesa já está com
salários atrasados desde o ano passado. Isso é o mesmo que botar chifre em
cabeça de cavalo.
. Em face da crise financeira, ao invés de fazer greve, o
prefeito Nascimento poderia cortar na carne diminuindo seu próprio salário e
dos seus secretários e pagar aos cooperados e contratados.
. Aliás, é muito estranho que os salários dos cooperados
estejam atrasados, pois, os repasses às cooperativas Dinâmica e Dom Vital estão
sendo feitos normalmente. À Dinâmica, de janeiro até agosto foram repassados R$
993.859,69 e, à Dom Vital, no mesmo período, R$ 1.121.485,23.
. Em entrevista concedida à Rádio Pop FM de João Pessoa, o
prefeito de Princesa afirmou que faria novamente uma live do “sexo, droga e rock’n roll”. Caba forte!
. Amanhã entra no ar a coluna “Domingo eu conto”, neste Blog,
em que serão veiculados, todos os domingos, Contos, Crônicas, etc. O espaço
estará aberto a quem quiser divulgar seus trabalhos.
. Os abraços de hoje, vão para: Ione Fidelis, Maria Pão Doce,
Emanuel Rodrigues Alves, Mergulhão, Ceinha Caetano, Antônio Neto, Richomer
Barros, Panelão, Mônica Barros, Maria Hilma Medeiros, Flora Diniz, Lauricea
Medeiros, João Cuscuz, Terezinha Mariano, Raimundo Ferreira, Salomé Alves
Caetano, Michel Chaplin, Yuri Mariano, João Passarim, Célia de Almeida, Neusa
Ferreira, Enedi Pinheiro, Santantôi e Kennedy Carvalho.
A partir do próximo domingo (3), este Blog passará a
veicular, todos os domingos, uma coluna intitulada “Domingo eu conto”. Estaremos
publicando Contos e Crônicas de autoria deste que escreve e também de quem se
interessar em divulgar os seus escritos nesse novo espaço. Além de trazer
alguma informação nesse dia, normalmente falto de notícias, servirá também para
dar conhecimento da produção literária dos nossos conterrâneos.
Em entrevista concedida à Rádio Pop FM de João Pessoa, na
última quarta-feira (30), o prefeito de Princesa, Ricardo Pereira do
Nascimento, perguntado sobre a repercussão do seu comportamento indevido,
quando gravou aquela famigerada live em
que disse: “Hoje é dia de sexo, drogas e rock’n roll”, respondeu que faria de
novo. Espantados, os radialistas que o entrevistavam questionaram se ele não
estava sendo leviano em afirmar isso. Nascimento respondeu: “Isso é
‘hipocresia’”.
Não bastasse essa devassa reafirmação, o alcaide aproveitou o
ensejo para mentir. Primeiro, admitindo que na prefeitura de Princesa tem
salários atrasados de contratados e cooperados, disse que apenas o mês de julho
está sem ser pago, quando todo mundo sabe que são mais de três meses de atraso.
Acrescentou, em alto e bom tom, que quem estiver insatisfeito e reclamar pelos
atrasos, vai pra rua. É para trabalhar sem receber e ficar calado.
Dando sequência ao festival de mentiras, Nascimento, sempre invocando
a proteção de Deus, disse que encontrou a prefeitura, em 2017, com sete meses
de salários atrasados de funcionários e 16 de secretários. Que comprou um
tomógrafo antes mesmo da cidade de Patos e que a Saúde e a Educação, em
Princesa, são de primeiríssima qualidade; e findou dizendo que já trabalhou
mais do que todos os prefeitos, juntos, que passaram pela administração
municipal de Princesa.
A verdade é que ele encontrou apenas três meses de salários
atrasados incluindo o 13º Salário. Quando assumiu, Nascimento encontrou um
tomógrafo novo e em pleno funcionamento. A Saúde funcionava muito bem,
inclusive com atendimentos por médicos especialistas, no Hospital São Vicente
de Paulo, que ele fechou. A Educação, que ele diz ser de excelência, se
constitui um grande engodo quando crianças das 5ª, 6ª e até 7ª séries não sabem
ler nem escrever. É essa a realidade!
Quem não conhece a realidade e escuta esse cidadão falar, tem
a impressão de que é ele uma vestal da seriedade e da honestidade. Quando está
sóbrio, mente até não querer mais. Quando alcoolizado, perde as estribeiras e
revela seu lado indecente. Na verdade, escrúpulo é algo que passa por longe de
Nascimento. A morbidez de seu comportamento o leva a acreditar no que fala,
chegando às raias da insanidade. Pavoneia-se mentindo com a certeza de que todo
mundo acredita nele. Não perde por esperar.
Termos e frases que se constituem ditados, provérbios ou expressões
populares consagrados ao longo do tempo e que retratam algumas situações
envolvendo pessoas ou coisas corriqueiras, que são de domínio popular, e que
eufemizam ou disfemizam situações, algumas vezes ridículas, depreciativas,
sarcásticas ou chulas, mas sempre muito engraçadas. Expressões que passam de
geração para geração, transmitindo experiências e conhecimentos. São elementos
importantes da nossa cultura popular. Relacionaremos muitas – em ordem
alfabética -, mas ficamos abertos para a contribuição dos leitores para que
possamos enriquecer ainda mais esse vocabulário que, no mais das vezes, já se
constitui também de termos desusados, o que tentamos resgatar para que não
sucumbam pela falta de memória do tempo. Senão, vejamos:
A alegria vem das tripas – Abraço de
tamanduá – Abrir o jogo - Acabou-se o que era doce – A cara de um é o focinho
do outro - Acender vela pra defunto ruim - Acertar na mosca – Acertar os
ponteiros - Achado não é roubado - A corda sempre rompe do lado do mais fraco –
A cruz que carrego - A dor ensina a gemer – A duras penas - A esperança é a
última que morre – Afiado que só língua de sogra - A fome é má conselheira - Afogar
o ganso – Água de batata - Água mole em pedra dura tanto bate até que fura –
Água não tem cabelo – Água no feijão que chegou mais um – Água que passarinho não
bebe - Águas passadas não movem moinhos – Aguenta a mão - Ajoelhou, tem que
rezar – Ainda dá um caldo - A justiça tarda, mas não falha – Além de queda,
coice – A língua é o chicote do corpo - A lua falta uma banda – A mão que afaga
é a mesma que apedreja - A mentira tem pernas curtas – A merda virou boné – A
merda voltou pro cu - Amigo da onça – Amigo de cu é rola - Amigo é pra acudir
outro – A montanha pariu um rato - Amor à primeira vista - Amor, tosse e
coceira, ninguém esconde - Andou na
linha, o trem pega – Angu de caroço - Antes só do que mal acompanhado - Antes
tarde do que nunca – A ocasião faz o ladrão - A ociosidade é a mãe de todos os
vícios – Ao Deus dará – Ao pé da letra – Aos trancos e barrancos - Apanhar na
bunda limpa – A porca via torcer o rabo - A preguiça é a chave da pobreza – A
pressa é inimiga da perfeição - Apunhalado pelas costas - Aquele que não tiver
pecado, atire a primeira pedra – Aqui se faz, aqui se paga – A roda grande
passou por dentro da pequena – Arranca rabo – Arregaçar as mangas – Arriscar um
olho - Arroz com arroz não dá farofa – Arrumar sarna pra se coçar - Arrumar um
quebra-galho - As aparências enganam – Assobiar e chupar cana – Até o caneco
fazer bico - Atirar com pólvora alheia – Atirou no que viu, matou o que não viu
- A união faz a força – A vaca vai pro brejo - A voz do povo é a voz de Deus.
Baba ovo – Bago mole – Bagunçaram o
coreto – Baixar o cacete – Baixar o facho – Balaio de gato - Balançaram o galho
de merda, caíram até as verdes - Bandido bom é bandido morto - Barata de Igreja
– Barriga cheia, mão lavada, pé na estrada - Batedor de esteira – Bater perna -
Bebeu água de chocalho – Benza Deus! - Bobo da corte – Boca aberta – Boca calada
não entra mosca – Boca da noite - Boca do estômago - Boca falou, cu pagou - Bode expiatório – Boi
com sede bebe lama - Boi de piranha – Bola da vez – Botar as barbas de molho – Botar
chifre em cabeça de cavalo - Botar o carro na frente dos bois - Botar o
chocalho no gato – Botar panos quentes - Botar sem cuspe – Botar uma pedra em
cima - Bucho furado - Bunda de tocador de pandeiro - Bunda mole.
Cabeça de vento – Cabeça desocupada é
a oficina do diabo – Cabeça tonta - Cabide de emprego – Cachaça ainda mata um
corno desse – Cachorro que late não morde - Cada macaco no seu galho – Cada um
por si, Deus por todos - Cada um sabe onde o sapato aperta - Cagado e cuspido –
Cagar pra dentro - Cagou no pau - Cai fora! – Cair a ficha – Cair do cavalo - Caiu
de cu trancado – Caiu na besteira - Caiu na rede, é peixe – Cancão não cai em
arapuca - Cantar a bola - Capar o gato - Cara de jumento - Cara de rapariga – Cara
de tacho – Carta fora do baralho – Carreira de velho é chôte – Casa da mãe Joana
- Casa de ferreiro, espeto de pau - Casado não é capado – Casamento é como
circo ruim: quem tá dentro quer sair e quem tá fora quer entrar pra ver como é
- Casar e batizar – Cacete e dinheiro, onde vão, só não resolvem se for pouco -
Cautela e canja de galinha não ofendem a ninguém - Cavalo dado não se olha os dentes – Certo que
só boca de bode - Chegou a hora de a onça beber água – Cheio de dedos - Chover
no molhado - Choveu na minha roça - Chupa ovo – Chuva com sol é o casamento da
raposa - Clima de vaca desconhecer bezerro - Cobra criada – Cochilou, o
cachimbo cai – Coco velho é que dá leite; os novos nem água têm - Colher o que
plantou – Com a faca no pescoço – Com a pulga atrás da orelha – Comeu feito um
padre - Comigo, o buraco é mais embaixo – Conversa mais do que o homem da cobra
– Contar com o ovo no cu da galinha - Coração é terra que ninguém anda – Cor de
burro quando foge - Corno da orelha lascada – Cortar o mal pela raiz - Costas-quentes
– Criar cobra pra lhe morder – Cú de bêbado não tem dono - Cú pra lua – Cururu
de banheiro - Cuspiu pra cima - Cutucar o cão com vara curta.
Dar no couro - Dar uma no prego, outra
na ferradura – De costas, só conheço padre e soldado de polícia – De gente só
tem os olhos - De grão em grão, a galinha enche o papo - De noite, todo gato é
pardo – Depois da tempestade, a bonança – Descascar o abacaxi - Descendo, todo
santo ajuda - Deus ajuda a quem cedo madruga – Deus escreve certo por linhas
tortas - Deus dá o frio conforme o cobertor – Deu zebra - Devagar com o andor
que o santo é de barro - Devagar se vai ao longe – Difícil não é mostrar a
coragem, mas sim esconder o medo - Dinheiro não traz felicidade, manda buscar -
Diz-me com quem andas que te direi quem és – Dois pesos e duas medidas - Dono
da bola – Dono da verdade – Dono do mundo – Dona do pedaço – Dor de barriga não
só dá uma vez – Dormiu igual São João - Dormiu no ponto.
É a caixa da doença – É carne de
pescoço - É dando que se recebe – Ele é a imagem do cão - Em briga de marido e
mulher não se mete a colher - Em casa de
enforcado não se fala em corda – É melhor engolir do que cuspir - É melhor perder no boi do que perder o boi
todo - Empata foda – Em terra de cego, quem tem um olho é rei – Em time que está
ganhando não se mexe – É muita areia para meu caminhão - Encher linguiça –
Encher o saco - Ensinar padre-nosso a vigário – Entre a cruz e a espada - Entrou
por um ouvido e saiu pelo outro - Enxuga língua – É o tipo da menina - É pau de
dar em doido – É pegar ou largar – Errar é humano - Esconder o sol com a
peneira – Escondeu o gato, mas deixou o rabo de fora - Escreveu não leu, o pau
comeu - Escritor de meia-tigela – Espanador da lua – Espelho sem luz – Espinho
de garganta – Espírito de porco – Espirro de pica – É tampa de crush – Eu
amarro o burro onde o dono do burro manda - É uma faca de dois gumes – É um
amojado! - É um arretado! – Eu já conheço esse filme - Eu sou o bagaço que a
porca chupou - Experiência é igual pente para careca.
Faca de capar anjo - Faça o que eu
digo, mas não faça o que eu faço - Farinha pouca, meu pirão primeiro – Fato de
piaba - Fazer a cabeça – Fazer a caveira – Fazer de gato e sapato - Fazer
cavalo de batalha – Fechar o paletó – Feito nas coxas - Feladaputa – Fez
cabelo, barba e bigode – Fez ouvidos moucos – Fez um plano, virou um planeta - Fica
na tua! - Figurinha carimbada – Filho da puta - Filho de peixe, peixinho é – Filho
de puta não tem pai - Filho de rapariga – Fogo de monturo - Foi um rio que
passou em minha vida – Folgado que só cigarro em boca de bêbado - Fura fila.
Gaiola bonita não dá de comer a
canário - Galinha que acompanha pato morre afogada - Garoto de programa – Gato
escaldado, de água fria tem medo - Gente fina – Gente ruim – Gozar com o pau
dos outros.
Há males que vêm pro bem - Homem que é
homem, não chora – Hora “H”.
Igual a mandacaru: nem dá sombra nem
encosto – Igual peru: morreu de vésperas – Ir com muita sede ao pote - Isso é
mais velho do que a posição de cagar.
Já fui bom nisso – Já vai tarde - João
sem braço – Jogar água na fervura - Jogar o lixo para debaixo do tapete - Jumento sem pai – Juntou a fome com a vontade
de comer.
Ladrão que rouba ladrão, tem 100 anos
de perdão - Lamentar o leite derramado - Laranja de fulano – Lavou a Jega – Lavou,
enxugou, tá novo - Leva-e-traz – Língua de aço - Língua falou, cu pagou.
Macaca de auditório – Macaco não olha
pro rabo - Macaco não põe a mão em cumbuca – Macaco velho não quebra galho – Mais
falso do que nota de três reais – Mais frio do que braguilha de sapo – Mais
malcriado do que guia de cego - Mais perdido do que cachorro de mudança - Mais
perdido do que cego em tiroteio – Mais pregado do que catarro em parede - Mais
rejeitado do que carne de porco em hospital - Mais sujo do que pau de
galinheiro – Mais vale um pássaro na mão do que dois voando – Mala-véia – Mala
sem alça – Manda chuva – Mané da égua – Maria-vai-com-as-outras –
Marinheiro-de-primeira-viagem – Massa de manobra – Matar pra roubar – Matou a
charada – Me botou sal na moleira - Melhor prevenir que remediar - Mente que o
cu não sente – Me pegou de calças curtas – Mesmo calado, ainda está errado -
Mijou fora do caco - Moleque de recado – Morde e assopra - Morder a fronha - Morto-vivo
– Muita água vai rolar por debaixo da ponte – Mulher casada que anda sozinha é
andorinha - Mulher da vida – Mulher que conhece 2 picas em 3 não fica - Mulher
velha e jumento só quem procura é o dono.
Nada como um dia depois do outro – Não
canta porque não quer, mas peito tem - Não coloque todos os ovos numa única
cesta – Não dá ponto sem nó – Não dá um prego numa barra de sabão – Não deixe
para amanhã o que pode fazer hoje – Não dê pérolas aos porcos - Não é flor que
se cheire - Não existe almoço de graça – Não quer ovo - Não se chuta cachorro
morto - Não tem no cu o que o priquito
roa – Não tem onde cair morto – Não teve uma “ave-maria” de penitência - Não
vale o que o gato enterra – Na vida tudo é passageiro, só não o motorista e o
cobrador - Nem cava nem tira terra – Nem fede nem cheira – Nem mel, nem cabaça –
Nem Santo Antônio com um gancho - Nem trepa nem sai de cima - Nem tudo que
balança cai - Nem tudo que reluz é ouro - Ninguém se perde no caminho de volta
– No olho do furacão - Nos menores frascos estão as melhores essências – Nós
sofre, mas nós goza – Nota de duas cabeças.
O barato sai caro - O boi não lambe – O
boi não sabe a força que tem - O boi solto se lambe todo – O bom filho à casa
torna - O cachimbo é que entorta a boca – O caldo entornou - O cão chupando
manga – O cão de Guarabira - O cavalo selado não passa duas vezes – O céu é o
limite - O chapéu tá torto, mas a cabeça tá aprumada – O choro é o alimento da
alma – O come quieto – O costume é quem mata o corpo - O crime não compensa - O
espinho, de pequeno traz a ponta – O futuro a Deus pertence - O galo em terra
alheia até as galinhas lhe dão - O hábito é quem faz o monge – O jogo só acaba
quando termina – O jumento é nosso irmão – Olha pra frente que atrás vem gente
- Olho por olho, dente por dente - O
maior cego é aquele que não quer ver - Onde há fumaça, há fogo – O pão que o
diabo amassou - O pau de dá em Chico, dá em Francisco – O pêido avoa – O pouco
com Deus é muito – O que é de gosto arregala o peito - O que não mata, engorda –
O que os olhos não veem, o coração não sente - O rio só corre pro mar – O risco
que corre o pau, corre o machado – Os cães ladram e a caravana passa – Os olhos
são as janelas da alma - O sol nasce para todos - Osso duro de roer – O sujo falando do mal lavado
- Os últimos serão os primeiros – O tempo é o senhor da razão – O tiro saiu
pela culatra – Ou ata ou desata - O urubu de baixo não pode cagar no de cima - Ouvido
de mercador – Ovo fora do ninho.
Pagar o pato - Pai da mata - Palmatória
do mundo – Panela velha é que faz comida boa - Pano de toureiro – Papagaio de
pirata – Papagaio velho não aprende a falar - Para bom entendedor, meia palavra
basta - Para todo pé cansado há um chinelo velho – Passarinho morto, gaiola
aberta - Pato morto – Pau mandado – Pau para toda obra - Pau que nasce torto,
morre torto - Pavio curto – Pé rapado – Pé-frio – Pegar descendo - Peixe fora
d’água – Pela falta de um grito, se perde uma boiada - Pelos santos se beija os
altares - Pé-quente – Perna de pau – Peso pesado – Pimenta no cu dos outros é
refresco - Pintar e bordar – Pintar o 7 e desenhar o 8 - Pinto na merda – Piolho
de gabinete – Pior é na guerra - Pixote – Pobre de Cristo – Pode chover canivete – Pode tirar o cavalinho
da chuva - Pode vir quente que estou
fervendo - Poleiro de pato – Pôr a mão no fogo - Pra cavalo velho, o remédio é
capim novo – Praga de urubu pega no olho do cu - Programa de índio - Puxa saco.
Quando a cabeça não pensa o corpo
padece – Quando a esmola é grande, o cego desconfia - Quando a esperteza é
demais, engole o dono – Quando descansa, carrega pedras - Quando o gato sai, os
ratos comem em cima da mesa - Quando um burro fala os outros murcham as orelhas
– Quando um não quer, dois não brigam - Quanto mais alto, maior a queda – Quanto
mais vacas, mais bezerros - Quebrou um pau no ouvido – Quem a boca do meu filho
beija, a minha adoça – Quem ama não mata - Quem ama o feio, bonito lhe parece –
Quem anda pra trás é caranguejo – Quem aqui faz, aqui paga - Quem avisa amigo é
- Quem cala consente - Quem canta, seus males espanta – Quem comeu a carne que
roa os ossos - Quem com ferro fere, com ferro será ferido - Quem com muitas
pedras bole, um dia, uma lhes cai na cabeça – Quem com porcos se mistura,
farelos come - Quem conversa demais, dá bom dia a cavalo – Quem dá aos pobres,
empresta a Deus - Quem dá o que tem, a pedir vem - Quem disso usa, disso cuida –
Quem diz o que quer, escuta o que não quer – Quem é coxo, parte cedo - Quem
empresta, não presta - Quem engorda o boi é o olho do dono – Quem espera sempre
alcança - Quem é vivo sempre aparece - Quem faz um cesto faz um cento – Quem
foi rei não perde a majestade – Quem gosta, torna - Quem madruga Deus ajuda – Quem
muito se abaixa, o fundo aparece - Quem não arrisca, não petisca - Quem não
chora não mama – Quem não deve, não teme - Quem não é visto não é lembrado – Quem
não pede Deus não ouve - Quem não pode com o pote, não pega na rodilha – Quem
não tem cão, caça com gato – Quem nasceu pra cangalha não dá pra cela – Quem
nunca comeu mel, quando come se lambuza – Quem pode, pode; quem não pode, se
sacode – Quem procura, acha – Quem ri por último, ri melhor - Quem sai pra
chuva é pra se molhar – Quem sai pro vento perde o assento - Quem sair por
último, apague a luz - Quem se apressa, come cru – Quem semeia vento, colhe
tempestade - Quem tem besta não compra cavalo – Quem tem boca vai a Roma – Quem
tem com que me pague, não me deve nada - Quem tem cu tem medo – Quem tem medo
de cagar, chupa picolé - Quem tem rabo de palha, não toca fogo no dos outros – Quem
tem sorte, puxa por ela - Quem tem telhado de vidro não atira pedras no dos
outros – Quem tudo quer, nada tem - Quem vai não volta - Quem vê cara, não vê
coração – Querer é poder.
Raposa tomando conta do galinheiro - Rei
da cocada preta – Rei morto, rei posto – Relógio que atrasa não adianta – Remédio
de um doido é outro na porta – Respeito é bom e eu gosto – Rico não tem pena de
pobre - Rir é o melhor remédio – Rir para não chorar - Roupa suja se lava em
casa.
Saco vazio não se põe em pé - Sair de
fininho – Santo de bêbado é forte - Santo de casa não obra milagre - Santo do
pau oco – São farinha do mesmo saco - Se arrependimento matasse, eu teria
morrido – Se conselho fosse bom ninguém dava, vendia – Se correr o bicho pega;
se ficar, o bicho come – Se eu botar o cu no tôco, ou vai o cu ou o tôco - Se
eu disser que o jumento morreu, podes queimar a cangalha – Se faz de defunto
pra comer o cu do coveiro - Segure suas cabritas que meus bodes estão soltos – Seguro
morreu de velho – Se Maomé não vai à montanha, a montanha vai a Maomé - Sem
eira nem beira – Sem papas na língua – Sem pé nem cabeça - Sem tesão, não há
solução - Senhor da razão – Sepulcro caiado – Sofreu mais do que couro de pisar
fumo - Sorriso amarelo – Sou o “Homem do Avião”.
Tá com a faca e o queijo – Tá enxugando
gelo - Tai-de-faca – Tá de ovo virado – Tal e qual - Tamborete de forró – Tá no
mato sem cachorro - Tá num beco sem saída – Tem boi na linha - Testa de ferro –
Te vira! – Tirar o pé da lama - Tô cagando e andando - Toda panela tem seu
texto - Toda roupa veste um nu – Todo bicho que tem pena dá o cu – Todo
político calça 40 - Todos os caminhos levam a Roma – Tomar um chá de cadeira - Tô
na missa – Tô olhando pra seus pés - Tranca ruas - Trocar figurinhas- - Tudo que tem começo, tem
fim.
Uma andorinha só não faz verão – Uma
ova - Uma ovelha ruim bota o rebanho a perder – Um dia a casa cai - Um dia é da
caça, outro do caçador – Um dia macaco é gente - Um erro não conserta outro - Um
homem prevenido vale por dois - Um jumento carregado de açúcar, até o rabo é
doce – Um mar de rosas - Um olho no gato, outro no peixe – Um salto no escuro –
Unha de fome - Uns choram porque apanham, outros porque não lhe dão.
Vai te lascar! - Vale quanto pesa - Vão-se
os anéis e ficam os dedos – Vender na folha - Ver bem é enxergar o que os
outros não veem - Vereador é igual chuva na capital: só faz atrapalhar – Vida
boa não quer pressa - Vingança é um prato que se come frio – Virar a casaca – Vivendo
e aprendendo.
Zé Mané – Zé Ninguém – Zum, zum, zum.
O prefeito de Tavares, José Genildo da Silva, mais conhecido
como Coco de Odálio, anunciou, no início desta semana, a construção de uma
Praça com Academia da Saúde no Povoado de Belém. A obra, que se constitui um
sonho dos moradores daquele lugar, finalmente, será uma realidade.
A obra que já está licitada e com os recursos depositados em
conta, deverá ser iniciada nos próximos dias, tudo isso graças a uma emenda
parlamentar do senador Efraim Filho, no valor de R$ 236.625,41. “Estamos gratos
ao senador Efraim, esse parceiro que nos permitirá realizar o sonho dos nossos
conterrâneos do Povoado do Belém”, afirmou o prefeito Coco.