ODE

segunda-feira, 24 de junho de 2024

São João na Roça

 

Esta fotografia remonta ao ano de 1956, quando alunos do Grupo Escolar "Gama e Melo", de Princesa, fantasiados por suas mães, participaram do chamado "São João na Roça". Naquele tempo, esse tipo de comemoração era muito comum no meio escolar. Na foto acima, feita na escadaria principal daquela Escola, observamos que todos os meninos e meninas estão vestidos à caráter e, alguns deles, portando nas mãos instrumentos musicais de brinquedo. É o famoso "Casamento Matuto" onde estão retratados: o pai da noiva; o padre; os noivos e demais convidados. As expressões faciais denotam: alegria, timidez, amuo, espanto... Isso mostra, tanto a inocência das crianças quanto a valorização da nossa cultura nordestina. Essa rememoração, com certeza vai trazer muita saudade aos que posaram, há mais de 60 anos, quando foram "daguerreotipados" pela lente de "seu" Etelmínio.



domingo, 23 de junho de 2024

Domingo eu conto

 

Por Domingos Sávio Maximiano Roberto

A feiticeira, o defunto e o bêbado

Ela andava com um terço na mão direita em contínuo balbuciar sem que emitisse som algum e só interrompia esse pseudo movimento de ventriloquia quando precisava falar de algo ou de alguém. Sidônia era uma figura esquisita. Morena clara, estatura mediana, magérrima, longos e parcos cabelos negros a lhes caírem pelas costas, face escavada, olhos grandes arregalados, nenhum sinal de seios e tudo isso realçado pela esquisita indumentária composta por um estojo de saia blusa, esta lisa e, a saia, com estampas extravagantes pela profusão do colorido. Era um misto de índia e cigana. Figura por demais esquisita, principalmente pela irritação que causava quando abria a boca, a falar pelos cotovelos, num tom estridente e raivoso.

Sidônia dava conta de tudo o que acontecia no povoado do Caroço, um arruado com pouco mais de trinta casas esparsas, na beira do rio do Ouro na extrema do Piauí com a Bahia, pertencente ao município de Corrente. Solteirona, abominava o sexo e se vangloriava da façanha de nunca haver tido um homem em sua cama. Para ela, a conjunção carnal - não fora com o intuito de procriar - era uma pouca vergonha. Sempre que alguma das mocinhas do lugar se preparava para se casar, Sidônia perguntava logo: “Já providenciou o lençol?” Ao que as noivas, surpresas, inquiriam: “Que lençol?” “O lençol com o buraco no meio, minha filha! Não vá me dizer que você vai se apresentar nua despida na frente de seu marido...!” Essa pergunta, nunca respondida, servia de chacota.

Em tudo Sidônia se metia, dava conta da vida de todo mundo e se comprazia com as desgraças alheias. De garra de um galho de pinhão roxo, a mulher fazia as vezes de rezadeira e se dizia curandeira de quase tudo: mordida de cobra, espinhela caída, manicunia, mau olhado, achados e perdidos, até corpo, ela fechava. Além dessas atribuições, a mulher fazia as vezes de parteira, rezava novenas, encomendava corpos ao além; uma verdadeira panaceia espiritual. Sua figura dava medo porque, além de diferente, quando falava parecia ser dona de verdades incontestáveis. Diziam, aos cochichos, que Sidônia era, além de adivinhona, feiticeira e que trabalhava com apetrechos vindos da Bahia.

Seu prazer mórbido pela tragédia era notório. Quando acontecia um acidente ou algum caso envolvendo atos de violência e que não resultava em morte, era patente sua decepção. Mesmo auto investida das atribuições de curandeira e rezadeira, a mulher, era mesmo igual ave de mau augúrio, se deleitava com as misérias alheias e rogava pragas aos montes contra os que ousassem desafiá-la nas suas convicções.

Certo dia, chegou-lhe a notícia de que o chefe político do arruado, José Maria Belo, estava acamado vítima de um mal que ninguém sabia do que se tratava. Levado para Xique-Xique na Bahia, foi desenganado pelos médicos e voltou para morrer em casa. Sidônia resolveu visitar o doente. Aprontou-se toda, vestiu a saia mais colorida que tinha no seu baú e partiu para a casa de “seu” Zé Belo. Já levou consigo seus apetrechos de cura e, lá chegando, foi logo pedindo para ficar a sós com o enfermo.

Desenganado que estava, a única filha do velho não ofereceu resistência, pois, tudo que dali viesse, seria lucro. A mulher trancou-se no quarto do homem, um ancião com mais de 80 anos e, no exercício de sua cabala, balançou seu galho de pinhão roxo em consonância com o balbuciar de orações ininteligíveis. O velho, ofegante e nem aí para nada, tava só arquejando no leito de morte. Mesmo assim, numa peleja por uma reação do doente, Sidônia gastou mais de uma hora e, quando saiu do quarto do doente, demonstrava cansaço e suava de bica.

“Como está o velho?” Perguntou uma neta que cuidava dele. “Quase nas mãos de Deus, minha filha, quase nas mãos de Deus...” Respondeu a rezadeira. “Mas... E as rezas da senhora não servem para lhes dar uma melhora?” insistiu a moça. “São muitos os pecados de ‘seu’ Zé Belo! Olhe, minha filha, se ele não matou, mandou; quase todos os filhos de suas moradeiras, são dele; as terras de sua propriedade foram, quase todas, usurpadas dos pobres agricultores...” “Então...”, interrompeu a neta: “Vovô tá no inferno?” “Não, minha filha, a força da oração é muito grande e, com minhas rezas, ‘seu’ Zé Belo, certamente, vai para o Purgatório espiar suas culpas e, no tempo certo alcançará o reino da glória”. Dito isso, da sala onde estavam as duas e mais alguns curiosos, escutaram um forte barulho, um ronco estrepitoso vindo do quarto onde estava o enfermo e acorreram, todos, para ali.

Chegados ao aposento do homem, este, imóvel, parecia já morto. Mais que depressa, Sidônia, antes de rezar, tirou da bolsa um pequeno espelho e botou junto à boca do moribundo. Depois disso, com ar de desolação, virou-se para a neta de Zé Belo e disse: “Me dê uma vela, acesa...” Pôs a vela na mão do velho e começou a rezar e dizer: “Lembre do nome de Jesus! Lembre do nome de Jesus!” De seus apetrechos, tirou um frasquinho com um líquido amarelado e untou a testa e o peito do homem que já não se bulia mais. Em pouco mais de uma hora, chegou o vigário de Corrente que havia sido chamado para dar a extrema-unção.

Padre César, um velho sacerdote ranzinza e da velha guarda da Igreja, abominava rezadeiras a quem chamava de bruxas, mandou logo a mulher se afastar de perto do quase defunto, ao que Sidônia, mesmo de cara feia, obedeceu. O padre sacou do bolso de sua batina um pequeno recipiente de vidro contido de água benta, aspergiu o corpo e começou a rezar: “Iesus suos infirmorum curandorum gratia discipulos non tantum mist, sed pro iis peculiare instituit sacramentum: Unctionem scilicet infirmorum”. Após esse latinório incompreensível para todos, o cura entregou aquela alma a Deus e autorizou a preparação do corpo para o velório.

Enquanto os familiares pranteavam o finado, com a saída do padre, Sidônia cuidou de aprontar o defunto para o velório que seguiria ao longo daquela noite até o sepultamento no dia seguinte. Junto com a net de Zé Belo, trancou-se na câmara de morte e, depois de assear o cadáver, vestiu-o com a melhor roupa e mandou deitá-lo numa cama, exposto na sala da casa para as “incelências” e o indispensável retrato. Depois disso, a mulher foi para casa prometendo retornar, o que fez cerca de duas horas depois.

Chegada de volta, Sidônia deparou-se com o féretro exibindo imagem horrível: a boca escancarada, a dentadura protuberante e coalhada de dentes de ouro. Um rico monstro. A mulher pediu uma rodilha e, antes de amarrar a cabeça do finado, envolvendo com o pano, desde o maxilar até o cocuruto do crânio, fechando, num estalo, a boca do defunto, recolheu a chapa do homem e, ligeira, jogou-a dentro de sua bolsa. Feito isso, deram-se às orações e às cantorias típicas dos velórios daquele tempo. Reunida com outras mulheres do lugar, Sidônia tirou a primeira “incelência”:

Desse que está aí já chegou a hora

É de levar, é de levar

Essa alma pro reino da Gulora

Livrai-o de seus pecados

E leva esse presente pra Nossa Senhora

Não tem medo nem tem pavor

Leva pena e deixa saudade

Segurado no terço da Mãe de Deus

Vai pra casa do senhor

Chegou a hora do adeus. 

O velório durou a noite toda. Dada a importância do morto, acorreram todos para prestar as últimas homenagens àquele que havia sido o condutor de seus destinos por muito tempo. Já que não havia viúva (o velho era solteirão e só tinha uma filha reconhecida como tal), muitas mulheres choravam desconsoladas e, muita similaridade havia entre os rostos que circulavam no velório, com o retrato do homem dependurado na parede principal daquela sala.

De repente, em meio às rezas e cantorias, um barulho conhecido, saído de debaixo da cama do defunto – como se estivera vivo - espantou a todos. Pararam as rezas e todos botaram as mãos tapando os narizes se protegendo de um fedor horrível. Um bêbado, que estava sentado num tamborete, gritou: “Eita! Balançaram o galho de merda e caíram até as verdes!”

 


 

 

 

 

sábado, 22 de junho de 2024

SABÁTICAS

 

. O Brasil, com a marca de 21 assassinatos por cada 100 mil habitantes é o 14º país mais violento do mundo e o 2º da América do Sul. A Bahia é o Estado mais violento do país e, Santa Catarina, o menos violento. A Paraíba, com uma taxa de 22,7 assassinatos por 100 mil habitantes, é o 11º mais violento.

. A semana foi pródiga em assuntos polêmicos em Brasília: PL do estupro; fim da “Delação Premiada” de réus presos; anistia aos políticos com dívidas junto à Justiça Eleitoral, e por aí vai...

. Falar em violência, o “PL do estupro”, que teve votado seu pedido de urgência - após mobilização popular - só deverá ser apreciado pela Câmara Federal (se for), após as eleições municipais.

. Em que pese a folha de pagamento dos servidores cooperados da prefeitura de Princesa perfazer um total de mais de 500 servidores contratados, o TCE/PB, num exercício de miopia, detectou que o município de Princesa, só tem 43 servidores contratados por excepcional interesse público. E os outros, o gato comeu?

. Falar em gato... A Câmara Municipal de Princesa paga R$ 2.800,00 pelo aluguel de dois quartinhos, que servem de depósito para aquela Casa Legislativa, são os anexos I e II, situados à Rua Presidente Dutra e à Rua São Domingos, respectivamente. A Câmara é a locadora e, os locatários...

. Falar em animais, nunca mais ninguém ouviu falar na “vaca louca”. Pelo contrário, já estão falando em fazer uma vaquinha para pagar as contas de quem diz que não deve a ninguém.

. Falar em contas a pagar, os motoristas que transportam para a prefeitura de Princesa continuam com seus pagamentos atrasados. Um deles comentou que, o único carro que está recebendo em dia, é o de Coroinha que transporta pacientes de hemodiálise para Serra Talhada.

. No seio da agremiação política liderada pelo prefeito Nascimento fala-se em muitas insatisfações com a pré-candidatura do Garrancho. Há quem diga até que, em breve, haverá substituição. Aliás, em tempos passados, o alcaide já havia dito: “Pode ser qualquer um, menos Garrancho”. Eita!

. Enquanto o Garrancho ainda não disse a que veio, a pré-candidata Rúbia Matuto bate paradas: quando não está limpando mato, rala milho verde, tange vacas, anda em garupa de motos, um verdadeiro furacão...

. Pior do que ex-amor é ex-amigo. Por conta disso, Nascimento está sofrendo o pão que o diabo amassou com as estocadas vindas do fogo amigo. O pior ainda está por vir, pois, por enquanto, acabou-se apenas a perspectiva do poder. Quando o poder acabar...

. O prefeito Nascimento já avisou: já que o São João vai ser fora de época, será permitida a queima de fogos de artifício, com estampido, claro.

. Os abraços de hoje, vão para: Regivaldo Cavalcanti, Júlia Maria Andrade, doutor Gílson Melquíades, Marinês Moura, doutor Ítalo Kumamoto, Júnior Móveis, Zelina, doutor Romualdo Tadeu, Toinho Pinheiro, doutor Belmiro, Lourdes de doutor Édson, Draimler Virgulino, Dionê Brandão, Chagas de Chica da Laje, Corrinha de Vitalino, Armando de Gino, Damião Cabeleireiro, Lenice da Auto Escola, Neco Limeira, Creusa de Luís Ribeiro, Dão Mandú, Maria de Bel, Moab Leite, Bibiu de Miguel Fotógrafo e Maria de Veri.



Pré-candidato a vereador de Princesa já se destaca na corrida eleitoral

 

Faltando pouco mais de três meses para as eleições, os pré-candidatos a vereador, em Princesa, já se movimentam em busca de uma vaga na Câmara Municipal. Dentre eles, um se destaca: Jackson de Júnior Móveis, que submeterá, pela primeira vez, seu nome às urnas no que, para tanto, tem se empenhado com afinco em busca de apoios. Em seu périplo, já percorreu quase todos os bairros da cidade e várias comunidades rurais do município.

Jackson de Júnior Móveis, um jovem que já foi servidor público municipal atuando na área da Saúde, tem sido ávido em apresentar suas propostas nessa área, sem esquecer seu compromisso com o segmento da juventude, principalmente aqueles na faixa entre 16 e 18 anos. A proposta do pré-candidato inclui também adultos e idosos num compromisso de bem representar o povo da terra que adotou como sua. Hoje, completam-se 90 dias do lançamento de sua pré-candidatura que, pelo visto, se propõe vitoriosa.



sexta-feira, 21 de junho de 2024

Princesa e o São João fora de época

 

Desde o início da atual administração pública de Princesa as coisas aqui se modificaram sobremaneira. São mudanças de toda natureza: desde as comportamentais, administrativas, de ética e lisura com a coisa pública e até com relação as diversões. Já foram modificadas datas de festividades tradicionais como Carnaval, Emancipação Política, etc. e continua, essa prática que confunde a todos, sempre adiando ou antecipando eventos e efemérides tradicionais.

Enquanto todas as cidades que congregam a nossa região já fizeram suas Festas Juninas, em Princesa a agenda do prefeito transferiu o São João para o mês de julho. Na noite do São João, a nossa cidade não terá comemoração alguma. Aqui, as coisas acontecem de acordo com o capricho do gestor e. nem sempre, em consonância com a vontade popular. A falta de compromisso com as datas comemorativas se completa com a falta de respeito com o povo.



Deputado Damião Feliciano visita Centro Cirúrgico de Tavares

 

Aproveitando o período dos festejos juninos, o deputado federal, Damião Feliciano (União Brasil), visitou a cidade de Tavares, ocasião em que conheceu as instalações do novo Centro Cirúrgico daquele município. O parlamentar é um dos responsáveis pelo carreamento de recursos que permitiu aquele importante empreendimento que já está funcionando a todo vapor. Na presença do deputado e do cirurgião doutor Carlos, o prefeito Coco de Odálio comemorou essa nova conquista: "Nosso povo merece uma saúde de qualidade e estamos trabalhando cada dia mais", disse o prefeito.



Senador Efraim Filho se licencia para apoiar aliados nas eleições municipais

Num gesto de solidariedade e compromisso com seus aliados que o apoiaram na grande vitória de 2022, quando sagrou-se senador pela Paraíba, Efraim Filho (União Brasil), se licenciou do Senado Federal, por um período de 120 dias, para emprestar apoio aos seus correligionários nas campanhas municipais deste ano. Em seu lugar, assume o industrial e empresário bem sucedido, o suplente e agora senador, André Amaral.

Em que pese estar bem representado, o senador Efraim Filho fará falta nos debates da Câmara Alta do nosso Parlamento, haja vista ser ele um dos parlamentares mais importantes do Congresso Nacional. Uma das últimas atividades do senador foi a relatoria do Projeto de Lei nº 4.147/2023 que regulamenta a profissão de técnico em nutrição e dietética. "Me sinto gratificado em relatar tão importante projeto", disse o senador.

Nesses quatro meses de licença, o senador Efraim Filho, como tem feito sempre que pode, percorrerá o estado da Paraíba em participação nas várias campanhas dos candidatos a prefeitos e vereadores de seu partido e de coligações afins. É uma forma, tanto de agradecer os apoios recebidos em 2022, quanto de fortalecer o seu partido. Fazendo jus ao slogan: "foguete não dá ré", Efraim segue impávido em busca de merecidos voos mais altos.



Prefeitura de São José cuida das estradas vicinais

 

Findo o período de chuvas torrenciais, sob o comando do próprio prefeito, a prefeitura de São José de Princesa promove a melhoria de suas estradas vicinais. Além dos serviços de roço em todas as estradas vicinais, a determinação do gestor Juliano Diniz providencia também a melhoria de todas as vias de acesso à Zona Rural daquele município. "Num município de extensão essencialmente rural, se faz necessária maior atenção em prol do homem do campo", afirmou o prefeito Juliano.



quinta-feira, 20 de junho de 2024

Moradores da Zona Rural de Princesa denunciam deficiência na iluminação pública

A iluminação pública de Princesa sempre gerou polêmica. Em 2014, durante a minha gestão como prefeito, por motivo da estiagem e do descaso da CAGEPA em suprir de água a periferia da cidade e as comunidades rurais, eu mandei para a Câmara Municipal um Projeto de Lei instituindo o pagamento da taxa de iluminação pública pelos usuários para, com esse imposto, financiar o pagamento dos carros-pipas que abasteceriam, de água potável, a cidade, durante aquele período de exceção.

O Projeto de Lei gerou a maior polêmica encabeçada pelo vereador Irismar Mangueira, mesmo assim foi aprovado. A intenção era a de, quando a seca terminasse, a taxa voltar a ser paga pela prefeitura. Ocorre que a estiagem perdurou por todo o meu mandato só se findando em 2017. Mesmo assim, a cobrança continua até os dias de hoje. No entanto, esse não é o problema maior.

O que ocorre agora é que, muitas das comunidades rurais não têm iluminação pública e, para se conseguir esse benefício, na atual administração, é necessário que o usuário recorra a um vereador da base aliada do prefeito para conseguir a instalação de lâmpadas nos postes de sua comunidade. Exemplo disso é o vem ocorrendo no povoado da Várzea quando - segundo denúncia a este blog - lâmpadas foram instaladas, a pedido do vereador Iran Pinto, apenas em alguns postes daquela comunidade. Em Princesa, luz é de feição.



...Esqueceram de mim

Ontem (19), este blog veiculou uma matéria dando conhecimento sobre quem deverão ser os candidatos a vereador de Princesa nas eleições do próximo dia 6 de outubro. Ali, relacionei 35 nomes, porém, por um lapso, esqueci de um: Janaína Melo. Primeiro, um pedido de desculpas por não ter checado melhor a relação que me repassaram. Agora, faço aqui a reparação que, de forma exclusiva, vai sair melhor ainda, afinal, os últimos serão os primeiros. Janaína é sim, pré-candidata a vereadora e do lado da oposição, somando com a pré-candidatura de Rúbia Matuto.