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terça-feira, 25 de outubro de 2022

NATHÁLIA MARIA DO ESPÍRITO SANTO

NA IMPOSSIBILIDADE DE RETRATAR A BIOGRAFADA, APRESENTAMOS AQUI O SÍMBOLO MAIOR DA CIDADE: O PAVILHÃO MUNICIPAL

NATHÁLIA MARIA DO ESPÍRITO SANTO é uma figura por demais enigmática. Tida como uma das pessoas que contribuíram para a fundação do município de Princesa, foi considerada, durante muito tempo, como a primeira desbravadora das terras princesenses e fundadora do nosso município. Segundo relato do historiador Paulo Mariano, em seu livro: “Princesa – Antes e Depois de 30”, o escritor princesense – sem informar a fonte -, relata o seguinte: “Segundo depoimentos de moradores do município, a senhora Nathália do Espírito Santo era natural de Pesqueira (PE) e teria demarcado, no início do século XVIII, uma ‘data de terra’, cujos limites eram conhecidos pelos habitantes mais antigos. Os marcos que serviam de limites ficavam localizados nos atuais sítios: Areias, Espinheiro, Gavião e Capoeiras, todos situados no atual município de Princesa Isabel. Portanto, quem realmente ocupou e povoou a ‘data de terra’ que deu origem  ao município de que se trata, foi dona Nathália do Espírito Santo”. Esta informação - carecida de maiores detalhes e comprovação, talvez colhida através da oralidade - foi, mais tarde, contestada por outro historiador princesense, o pesquisador Francisco Carvalho Florêncio, que em trabalho divulgado, afirma o seguinte: “Em 1766 Lourenço de Brito Correia requereu ao Governo da então Província da Parahyba do Norte as terras em torno da “Lagoa da Perdição”, numa extensão de 19.000 metros por 6.600 metros, que iam aproximadamente do Riacho D’Antas (Laje), até o Riacho Grande (Várzea). Daí seguia até a Escorregada no Riacho Gravatá, seguindo pelo Riacho Tapuio acima, até chegar ao sítio Jatobá e daí, retornando pela Serra do Gavião até chegar de volta ao Riacho D’Antas.”. De acordo com a descrição acima, fica demonstrado que foi esse o território, demarcado por Lourenço de Brito Correia, que formou o atual município de Princesa. Correia casou-se com Catarina de Barros Cavalcanti, com quem teve os filhos José D’Araújo Cavalcanti e Ignácia de Barros Cavalcanti. O filho varão de Lourenço de Brito se casou com a viúva Nathália Maria do Espírito Santo que aqui aportara no começo do século XVIII. Antes dessa importante informação da lavra de Francisco Florêncio temos do trabalho pioneiro do acadêmico e também historiador princesense, Emmanuel Conserva de Arruda: “A AÇÃO COLONIZADORA PRODUZINDO O ESPAÇO - de aldeias indígenas à Alagoa da Perdição – (1766-1816)” (livro recentemente publicado), o seguinte: “Foram os índios da tribo Corema, da nação Tapuia, que habitavam as terras que se tornaram a fazenda Alagoa da Perdição de Lourenço de Brito Correia e demais sesmeiros”. Depreende-se daí, que Nathália Maria do Espírito Santo não foi a pioneira no desbravamento das terras princesenses, porém, muito contribuiu para a formação do nosso município. Casada com o filho do primeiro desbravador, Nathália aqui se instalou e se transformou numa grande fazendeira e criadora de gado e, por consequência, após a morte do sogro – que passou a residir no sítio Escorregadinha -, se tornou a primeira comandante do Povoado que se formava no entorno da “Lagoa da Perdição”, exercendo importante liderança sobre tudo o que acontecia na Vila que se formava e que seria transformada na futura cidade de Princesa.

Povoadora do Termo

Como vimos, se dona Nathália não foi a fundadora, foi, no entanto, a organizadora do núcleo populacional que deu origem a nossa cidade. Em contributo à ação colonizadora da matriarca, temos também a figura do padre Francisco Tavares Arcoverde que, com o apoio de Nathália, erigiu no Termo, em 1859, a primeira Capela do arruado, que consagrou a Nossa Senhora do Bom Conselho. Para a construção desse pequeno templo, Arcoverde recebeu a doação de um terreno de propriedade da matriarca. Em 1876, o arraial, também chamado de “Fazenda de dona Nathália”, foi elevado à categoria de Freguesia e, por sugestão do padre Ibiapina – em sua passagem pelo lugar – tomou o nome de Bom Conselho. Em 1879, através da Lei nº 659 a freguesia foi elevada à condição de Vila, com a denominação de Princêza, o que logo foi revogado e reinstaurado, definitivamente, em 1880. Em 1883 Princêza tornou-se Comarca.

O folclore sobre Nathália

A polêmica história de dona Nathália do Espírito Santo, colhida através de informações orais traz muitas referências àquela senhora a quem são atribuídos poderes sobrenaturais e exercícios de bruxaria. Os mais velhos de Princesa contavam que dona Nathália se transportava, em constantes visitas às suas várias propriedades, usando uma vassoura voadora. É claro que isso é puro folclore, porém, são várias as estórias contadas sobre ela que a apresentam como figura por demais esquisita. Dentre esses relatos, reproduzo aqui referência feita pela historiadora pernambucana, Maria Helena de Pádua, que escreveu estória interessante sobre essa figura folclórica, contida em seu livro: “Histórias Fantásticas de um Sertão chamado Triunfo”:

(...) O Sítio Espírito Santo, localizado no município de Triunfo, teve como sua mais antiga moradora, que se tem lembrança, a senhora Natália que, lá pelos anos de 1800 teria aqui chegado e adquirido um enorme terreno que naquela época, era constituído das seguintes propriedades: Espírito Santo, Queimadas, Oiti, Jericó, Várzea e Merejo. Senhora de escravos, dona Natália maltratava os negros que viviam sob seu domínio, tratava-os cruelmente e não lhes poupava maus tratos submetendo-os a toda espécie de trabalhos. Dizem até que, por maldade, jogava muitas vezes as chaves da casa em buracos profundos entre rochas e só por crueldade ordenava aos negros que fossem buscá-las. Os coitados faziam ganchos com galhos de árvores para alcançar as chaves, mas estas eram envolvidas em chamas e eles não conseguiam recuperá-las. Dona de grande riqueza e muita energia trabalhou e fez progredir suas terras de forma impressionante. Respeitada em toda a região era, no entanto, temida por quantos a conheciam em virtude de acontecimentos estranhos que lhe sucediam. Contavam que dona Natália fizera um pacto com o diabo, cedendo-lhes três pingos de sangue e assim tornara-se amiga do demônio. (...) Diziam que, ao sair de casa, colocava sobre a cabeça (...) uma gamela (...) como proteção contra as chuvas de pedras que mãos invisíveis lhe atiravam. Em outras ocasiões era empurrada para dentro das cacimbas quando ia apanhar água, correndo o risco de morrer afogada. Algumas vezes era arremessada sobre moitas de espinhos das quais só conseguia escapar a custa de muito esforço e sofrimento; às vezes ia a cavalo visitar os sítios da sua propriedade e quando menos se esperava ela estava em cima das árvores juntamente com o animal que montava fato muito estranho para todos. (...) Para acabar de uma vez por todas com tão má impressão e atrair simpatias, dona Natália decidiu então oferecer em sua casa um almoço aos amigos. Os comentários foram inúmeros. Alguns diziam que o diabo estaria presente; outros descriam desta hipótese, mas previam algo anormal. Finalmente chegou o grande dia. (...) As comidas servidas seriam as melhores, a louça a mais fina e a mesa estaria ornada com a mais bela toalha que possuía. Tudo pronto. Os visitantes chegavam e a conversação ficava cada vez mais alegre graças aos esforços da dona da casa que fazia tudo para criar um clima cordial, um ambiente agradável. O almoço estava servido. Ao passarem para a sala de jantar os convidados pararam estarrecidos: uma chuva de bosta de galinha caía sobre a mesa sujando a bela toalha e causando pasmo aos convidados que observavam o fenômeno. Na mente de dona Natália surgia a figura do demônio ao qual ela atribuía, agora com certeza, o triste ocorrido. Constrangida desculpou-se perante os amigos explicando-lhes que um certo camarada era culpado daquele desagradável incidente. Diante do feio quadro, no qual a bonita mesa havia se transformado, ninguém pensou mais em almoço e todos regressaram às suas casas. O tempo foi passando. (...) Dona Natália morreu repentinamente. Como era costume na região, vizinhos e conhecidos vieram oferecer ajuda para os rituais de costume: velório, com lamentações, rezas e cânticos fúnebres. Iniciaram a caminhada para o cemitério de Triunfo. No caminho dois desconhecidos que diziam chamar-se Brás e Tomás pediram para ajudar um pouco na condução da rede onde estava a defunta. Aceito o pedido pegaram a rede e um deles falou para o outro: ‘Pegais Tomás?’ Ao que o outro respondeu: ‘Peguei Brás. De nós ninguém tomarais (sic)’. E continuaram a caminhada. Foi aí que aconteceu um fato estranho. Por mais que os homens se esforçassem não conseguiam acompanhar aqueles que levavam a rede. E assim os dois estranhos distanciaram-se cada vez mais e de repente desapareceram. Ninguém conseguiu encontrá-los. Aqueles que presenciaram o fato concluíram que o demônio havia levado o corpo daquela de cuja alma já era senhor. Alguns moradores da região afirmam que tão triste ocorrido é a causa da decadência do sítio Espírito Santo que, apesar do esforço do trabalho realizado pelos moradores, através dos anos, não tem apresentado o rendimento e o progresso desejados.”.

Primeira mandatária

Em que pese parecerem estapafúrdios esses relatos, o fato é que dona Nathália Maria do Espírito Santo existiu, habitou e muito contribuiu, de forma incisiva, para a formação da cidade de Princesa. Além de proprietária das terras que formaram o município, a matriarca foi também a primeira mandatária do termo. Como se não bastasse, faz-se verídica a informação de que, além de ser também cofundadora de Princesa, dona Nathália figura – de acordo com o profícuo trabalho do pesquisador Francisco Carvalho Florêncio -, como importante ancestral de várias das famílias que hoje se destacam na sociedade princesense. Em face dessa rica história, está sem dúvida, essa importante mulher – mesmo não havendo nascido aqui -, a merecer compor a galeria dos filhos ilustres de Princesa, pois, se não filha, pode ser considerada – ao lado de Lourenço de Brito Correia -, como a mãe da nossa municipalidade. Hoje, em sua homenagem, o “Marco Zero” da nossa cidade, a Lagoa da Perdição, na qualidade de principal logradouro da cidade, leva o nome de “Praça Dona Nathália do Espírito Santo”.




 

                                                   

 

 

 

 

 

                                                                                        

Em atividades constantes, o prefeito de Tavares na para

No último final de semana, a agenda do prefeito José Genildo da Silva (Coco de Odálio) esteve recheada de compromissos sociais. No sábado, compareceu ao Estádio Municipal para assistir a mais um jogo do Campeonato Tavarense, ocasião em que determinou estender a premiação até o quarto lugar dos times participantes. Para essa classificação, o prêmio será de R$ 500, o que consolidará uma premiação no valor de R$ 8.500.

No domingo (23), Coco de Odálio participou do encerramento da festa de Nossa Senhora do Carmo no Sítio “Manoel do Mato”. Ali, na companhia do pároco, padre Fábio, confraternizou com seu chefe de gabinete, Humberto, com o secretário de finanças, Marcos, e com os vereadores Marcelo e Socorrinha. “É sempre uma alegria celebrar junto com a comunidade tavarense”, disse o prefeito.




segunda-feira, 24 de outubro de 2022

Nessa reta final de campanha, Azevedo se vê apertado com o crescimento de Pedro

Sensibilizados com o discurso inovador e reformista do candidato Pedro Cunha Lima (PSDB), o eleitorado paraibano dá mostras de que não quer mais João. Nessa reta final de campanha, as pesquisas eleitorais atestam um perigoso crescimento do candidato tucano, principalmente, nas grandes cidades do Estado, no Curimataú e no Brejo paraibano.

A hegemonia de João Azevedo (PSB) no Sertão paraibano arrefece e, Pedro, cresce na área metropolitana de João Pessoa e de Campina Grande. Eleito com uma maioria de 600 mil votos em 2018, o atual governador contava com o apoio do então governador Ricardo Coutinho e com os recursos surrupiados da Saúde, o que vem sendo investigado pela Operação Calvário.

Agora, desamparado do seu criador (que também não consegue mais ser eleito nem vereador) a "porta" (como era chamado João Azevedo), patina na iminência de uma fragorosa derrota. Incapaz de articular politicamente e comandando uma administração pífia, o governador vê para ele fechadas várias portas, mesmo assim, vem estrebuchando em busca de votos para sua reeleição, o que se apresenta muito difícil.




Desta vez, a visita da PF a Princesa, deixou o prefeito silente

Estranhamente - diferente da primeira visita da Polícia Federal, em fevereiro deste ano - o prefeito Ricardo Pereira do Nascimento, emudeceu e não emitiu nenhuma nota, não divulgou nenhum vídeo, sobre a visita da PF a Princesa, o que já dura mais de uma semana. Se agrava, o quadro, quando se constata que, além do silêncio, o nosso alcaide se apresenta por demais irritadiço quando instado a explicar o motivo de tão demorada visita.

Essa visita da Polícia Federal é um desdobramento da primeira, quando os agentes recolheram vasto material na casa do prefeito: computadores, celulares e vários documentos. Na verdade, nada tem a ver com a denúncia dos então vereadores: Alan, Ery e lannara (isso é algo que ainda está por vir). A investigação em curso é alimentada pelo que a PF detectou no material recolhido na primeira visita.

Colhendo o que plantou, Nascimento, arca agora com as consequências de sua irresponsabilidade administrativa. A impunidade de que ele se beneficiou até agora, foi-lhe fatal. Animado a continuar delinquindo sem punição alguma, chegou a hora de "a onça beber água". E, o pior, é que na esteira de sua delinquência, vem arrastando consigo, para o buraco negro que criou, amigos, funcionários, fornecedores, etc.

De acordo com informações que me chegam, foram mais de 50 pessoas que tiveram de prestar depoimento à Polícia Federal. São muitos pagamentos, através de cheques suspeitos, a agiotas, fornecedores e até a vereadores. São muitas movimentações financeiras sem lastro, que extrapolam rendas. Há muitos indícios de malversação dos dinheiros públicos e, Nascimento, calado. Será o silêncio dos inocentes, ou o silêncio dos indecentes?




Ex-deputado bolsonarista faz encenação que poderia ter custado vidas

Condenado pelo Supremo Tribunal Federal - STF, por ataques à democracia e cumprindo prisão domiciliar, o ex-deputado Roberto Jefferson, promoveu ontem (23), uma palhaçada violenta que poderia ter causado a morte de dois policiais federais. Bolsonarista de primeiríssima hora, Jefferson, por conta de ataques à ministra do STF, Carmenlúcia, teve sua prisão domiciliar suspensa e convertida em prisão preventiva.

Despachados pelo ministro Alexandre de Moraes, para o cumprimento da prisão do ex-deputado, quatro policiais federais, chegados à casa de Jefferson, foram recebidos a balas de fuzil e à explosão de granadas. De sorte que os ferimentos em dois dos agentes não foram graves. Com o intuito de promover um fato novo, o ex-deputado, fazendo-se de vítima, quis "martirizar-se em nome da liberdade" para criar um fato em favor da candidatura de seu aliado.

Tentando desvencilhar-se disso - dada à repercussão negativa do fato -, o presidente Jair Bolsonaro, em nota divulgada em redes sociais, desaprovou o fato, chamando Roberto Jefferson de bandido, etc. Puro jogo de cena para não perder votos. Na casa do ex-parlamentar, estavam aliados de primeira hora de Bolsonaro: Daniel Silveira e o tal padre Kelmon, além da determinação presidencial para que o ministro da Justiça intermediasse o caso.




sábado, 22 de outubro de 2022

SABÁTICAS

. Nesse final de campanha, se exacerbam os ânimos. Os bolsonimions, exasperados com a insistente dianteira de Lula nas pesquisas, usam de tudo para tentar reverter o quadro. Semana passada, pelo fato de estar vestido de vermelho, o cardeal arcebispo de São Paulo, dom Odilo Scherer, foi chamado de comunista.

. Desde há mais de 1000 anos, os cardeais da Igreja Católica usam a cor púrpura em suas indumentárias cardinalícias para identificá-los como “príncipes da Igreja”, agora, no entanto, os partidários do presidente Jair Bolsonaro discordam disso.

. Aliás, nada mais desrespeitoso do que o discurso proferido pelo deputado estadual, o bolsonarista Frederico D’Ávila (PSL/SP), semana passada, chamando o Papa Francisco de “safado” e “pedófilo”.

. Numa verdadeira inversão de valores, enquanto os bolsonaristas destratam o papa, o presidente deles assedia meninas venezuelanas menores de 15 anos: “Pintou um clima!” Quem é o pedófilo?

. Enquanto isso, o Papa Francisco rezou, em sua homilia dominical: “Que o Todo Poderoso abençoe abundantemente aqueles que dividem o pão com os famintos”. Um recado ao “bôzo?”

. Pesquisa eleitoral dá conta de que, Pedro Cunha Lima (PSDB), encosta perigosamente no governador João Azevedo (PSB). Em empate técnico, Pedro cresce nessa reta final, para desgosto do prefeito de Princesa.

. Aliás, azucrinado pela presença da Polícia Federal e, pelo crescimento de Cunha Lima, Nascimento está soltando fogo pelas ventas. Anteontem, mandou uma adversária tomar no c...

. Com esse resultado das pesquisas, as adesões já aumentam pelo interior do Estado. Aqui na região de Princesa, unidos todos em prol da candidatura de Pedro, os Moura, os Diniz e os verdadeiros Pereira se empenham na campanha do tucano.

. Adesivaço de Pedro Cunha Lima, ocorrido na Praça dos “Bocas-pretas” foi sucesso total, ontem (21). Tudo junto e misturado: Diniz e Moura.

. Desde segunda-feira (17), o prefeito de Princesa toma café com a Polícia Federal. Aliás, Nascimento já pode até pedir música no Fantástico. Com esta, já são três visitas da PF a Princesa.

. Hoje, os abraços vão para: Quéops Lira, Elenite Ananias, Lêda Maria, Nildo Almeida, João Manoel Barros, Alberto Rodrigues, Dilma Araújo, Antônio Neto, Ilda Braz, Ceinha Caetano, Lourdes Paiva, Elizabete Ferreira, Hélder Medeiros, Tenório (Mimi), Edezel Barbosa e Antônio Leandro.




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Lideranças da oposição promovem adesivaço de Pedro Cunha Lima em Princesa

Há anos que a Praça José Nominado Diniz, em Princesa, não via tanta gente junta. Ontem (21), as lideranças da oposição em Princesa, capitaneadas por doutor Aledson Moura; doutor Sidney; Thiago Pereira e Zé Pereira Neto, promoveram um movimento com o intuito de adesivar veículos com o nome do candidato Pedro Cunha Lima (PSDB). Na verdade, o que deveria ser apenas um adesivaço, transformou-se num comício, com grande adesão popular. Crescendo nas pesquisas nessa reta final, o candidato tucano já dá mostras de uma grande virada.




Efraim Filho: enquanto agradece, pede votos para Pedro

Em um périplo incansável por todos os recantos do estado da Paraíba, o senador eleito, Efraim Filho (União Brasil), visita várias cidades e, enquanto agradece pelos 617.477 votos recebidos, pede votos para Pedro Cunha Lima (PSDB): “Obrigado aos eleitores que depositaram a confiança em minhas propostas, e que me receberam com manifestações de carinho e incentivo por cada município que visitei nos últimos meses. A caminhada continua. A Paraíba quer mudança! O empate é técnico, mas a virada é certa!”, disse Efraim em discursos proferidos nos vários comícios ocorridos durante essa semana que se finda.




sexta-feira, 21 de outubro de 2022

Em São José de Princesa, a vacinação antirrábica atinge mais de 100%

A Secretaria Municipal de Saúde de São José de Princesa, através de sua equipe de epidemiologia, finalizou, na última quinta-feira (20), a campanha de vacinação antirrábica de forma eficiente e satisfatória. Além da meta estabelecida, a campanha atingiu 110% do previsto, vacinando 93,77% dos cães e da população felina do município. Em números totais foram imunizados 1.707 animais, sendo 1.361 cães e 346 gatos.




Irritadíssimo, o prefeito de Princesa destrata adversária com termo chulo

Nada que desobedeça a praxe adotada pelo senhor Ricardo Pereira do Nascimento. No entanto, desta feita, o prefeito extrapolou. Irritadíssimo, em discussão encetada com uma adversária política, através das redes sociais, Nascimento não se conteve e mandou uma senhora, chamada Paula, tomar não sei aonde. Isso mesmo, e com todas as letras.

Na verdade, o momento de tensão porque passa o nosso alcaide, poderia até justificar tal comportamento, porém, de forma tão contundente e chula, isso se faz estranho. Afinal, mandar uma senhora de bem tomar no c... é algo nunca visto, em se tratando sair da boca da maior autoridade do município.

É certo que a tensão nervosa causada pela terceira visita da Polícia Federal a Princesa, o expõe ao espelho da realidade que construiu, e põe seus nervos em frangalhos. Será uma semana de investigações, quando serão ouvidas mais de 30 pessoas. Tudo isso na reta final de uma campanha eleitoral que não lhe dá certeza da vitória.

Somado tudo isso, à prática adotada por Nascimento, de compartilhar discussões nas redes sociais de forma indiscriminada, à iminência de perder poder e de, talvez, ver suas falcatruas apuradas pela PF e julgadas pela Justiça em seu desfavor, o prefeito está conduzindo a administração a um patamar que poderá levá-lo para o buraco que cavou nesses últimos seis anos.