ODE

segunda-feira, 22 de abril de 2024

TIRADENTES ESQUARTEJADO

Tiradentes Esquartejado, originalmente chamado de Tiradentes Supliciado, é um óleo sobre tela de 1893 do pintor brasileiro, nascido em Areia, na Paraíba, Pedro Américo de Figueiredo e Melo. Atualmente o quadro se encontra no Museu "Mariano Procópio", em Juiz de Fora/MG. A pintura retrata o corpo, em pedaços, de Tiradentes após seu enforcamento e esquartejamento. Ele é considerado um dos primeiros quadros ocidentais a retratar o esquartejamento. O quadro é o último de uma série sobre a Conjuração Mineira. A obra possui grande inspiração renascentista, com o tronco do personagem representado se assemelhando ao do Cristo de Michelangelo no quadro da Pietà. Ele também é conhecido por estar em inúmeros livros didáticos escolares. (Texto extraído da Wikipédia, a enciclopédia livre).



domingo, 21 de abril de 2024

21 de Abril

Esta data, 21 de abril, é por demais emblemática na História do Brasil. Neste dia, aconteceram três eventos, dois envolvendo tragédia e tristeza e, outro, muita alegria. Obedecendo à ordem cronológica: 

Em 21 de abril de 1792, Joaquim José da Silva Xavier, mais conhecido como "Tiradentes" (dentista, tropeiro, minerador, comerciante, militar e ativista político), principal propagandista da Inconfidência Mineira, preso pelas autoridades da Coroa Portuguesa pelo envolvimento nessa conspiração que pregava a separação do Brasil de Portugal, foi executado na forca, no Rio de Janeiro, na data acima assinalada, portanto, há 232 anos.

Em 21 de abril de 1960, foi inaugurada a cidade de Brasília que seria a sede da nova Capital Federal do Brasil. Construída por iniciativa do então presidente da República, Juscelino Kubitschek de Oliveira, a cidade, construída no tempo recorde de três anos e meio, foi inaugurada nessa data, portanto, há 64 anos.

Em 21 de abril de 1985, morreu, em São Paulo, após 46 dias de sofrimento, por internação hospitalar e várias cirurgias, o presidente-eleito, Tancredo de Almeida Neves, antes de tomar posse no cargo para o qual fora eleito em 15 de janeiro daquele ano, portanto, há 39 anos.



A sociedade princesense repudia comportamento de sua maior autoridade

Governar requer responsabilidade, honestidade, equilíbrio e, acima de tudo, respeito ao cargo que ocupa. Pelo que vimos observando, em Princesa, nenhuma dessas credenciais vêm sendo observadas pelo prefeito Ricardo Pereira do Nascimento. É certo que, pelo fato de a escolha, ser feita através de eleições, vários aspectos deixam de ser exigidos para a assunção de uma pessoa, ao cargo tão importante que é o de prefeito de uma cidade.

No entanto, mesmo que essa pessoa não esteja moldada - através da instrução e da educação doméstica - para tanto, deve fazer um esforço para se conduzir com o mínimo de decência enquanto estiver investida desse cargo. Não é o caso do prefeito de Princesa que vem, desde o início de seu mandato, em 2017, desrespeitando a liturgia do cargo em benefício de baixarias e em detrimento do respeito e dos bons costumes.

Não bastasse a edição da famigerada live que Nascimento promoveu, ano passado, em apologia ao "álcool, sexo, drogas e rock'n roll" - quando, empedernido em não pedir desculpas pelo malfeito, disse que faria de novo -, repete agora algo pior quando, em discussão com as pessoas que criticam, democraticamente, sua administração, recorre ao mais baixo nível, com palavrões, termos obscenos e chulos (impublicáveis) para atacar seus opositores. Princesa não aguenta mais isso e repudia esse comportamento inadequado.


Domingo eu conto

 

Por Domingos Sávio Maximiano Roberto

Amor Selvagem

Lucas, trabalhava de sol-a-sol como empregado na fazenda do rico proprietário, João Soares, a quem chamavam de “Major Sinhorzinho”. Era um mulato de seus 30 anos de idade, de forte compleição, estatura média, caladão e muito trabalhador. Logo que chegou na fazenda do major, vindo das terras do Pajeú - diziam, a boca pequena, que fugira do estado de Pernambuco por haver assassinado um homem numa briga por causa do defloramento de uma moça -, mulherengo que era, Lucas se engraçou por uma negrinha, chamada Alba, que era filha da cozinheira da Casa Grande de João Soares. A moça, novinha, tinha acabado de completar 16 anos, mas, fogosa que era, também deu trela ao rapaz e começaram a namorar. Preocupada com a procedência incerta do rapaz, Tertuliana, a mãe da moça – também chamada de “Tertú” -  logo admoestou a filha: “Alba, tu tá se enxerindo pra esse nego, mas tu num sabe nem quem é esse cabra, de onde veio, se é casado ou sortêro, sei não...”. “Ôxe, mãe, nós só tamo conversando”, disse a menina. 

Os dias passavam e, o relacionamento de Lucas com Alba, só se intensificava. Nas horas vagas, o rapaz só queria estar junto da moça e, nos dias de folga, sumiam mata-a-dentro e só chegavam de tardezinha. Sinhorzinho era casado com dona Luzia, uma senhora austera e muito religiosa que não ligava muito para o comportamento dos empregados, porém, esse relacionamento estava tão explícito, portanto, inconveniente para os padrões da casa, que a patroa chamou a cozinheira e disse: “Tertú, tu cuida de tua neguinha que esse cabra tá dando em riba dela. Tu sabes que homem é bicho venenoso...” “Eu não tenho o que fazer, dona Luzia, essa menina não me atende e, agora, enrabichou-se por esse bicho e não tem quem aparte os dois”, respondeu a empregada. “Pois é, quando a merda virar boné, não venha me dizer que faltou aviso”, completou a patroa.

Alba era magrinha e de baixa estatura, mas tinha um corpo bem feito e, seu sorriso, estampado por uma boca cheia de dentes alvíssimos e perfeitos, dava o tom de sua sensualidade. Os seios da menina pareciam duas lanças afiadas e, a bunda, realçava a sincronia de seu andar faceiro. A neguinha era irresistível, principalmente porque, ao invés de meiga, como seria a regra, Alba era ousada, destemida e audaciosa, provocante mesmo. O ajuntamento da fome com a vontade de comer, fez de Lucas seu escravo. O negro estava completamente enfeitiçado pela filha da cozinheira. Não bastasse o sumiço na mata, passaram a dormir juntos, e não era ele que ia pro quarto dela, mas ela que pulava dentro da rede dele quase todas as noites.

A fazenda do major Sinhorzinho ficava em terras ribeirinhas do Rio do Peixe, no alto Sertão da Paraíba, entre os municípios de Pombal e Sousa. Ali, além de criar gado, o fazendeiro cultivava feijão e milho, porém, a principal atividade econômica se encerrava numa vasta plantação de coqueiros, cujo produto, o homem exportava para os estados de Pernambuco e Alagoas. Além dessa fazenda, João Soares tinha outra grande propriedade na Serra da Baixa Verde, no município de Triunfo/PE, onde cultivava café, e cana de açúcar que produzia rapaduras de excelente qualidade.

O amor de Alba e Lucas não era um idílio cheio de ternura e delicadeza, mas sim, uma relação quase animalesca em que o sexo era o ingrediente principal.  Os beijos, chegavam às raias da violência, como que se mordessem. Antes de penetrá-la, o rapaz lambia seus seios túrgidos e fazia de sua cara uma montaria para ela. Em sua extremada volúpia, a moça fazia questão de que, o coito, fosse demorado. Antes da penetração, Alba, com seus dedos finos, acariciava o membro do rapaz, o punha na boca e, depois, exigia que Lucas roçasse, demoradamente, sua vulva, com seu membro intumescido. Ambos preferiam o prazer intenso ao gozo derradeiro. Sob o corpo do homem, Alba cravava-lhe as unhas nas costas até sangrar e, os dois, na hora do orgasmo, urravam de prazer, um verdadeiro escândalo! Lucas nunca havia conhecido uma mulher assim, nem as prostitutas do cabaré de Salgueiro, onde morou por algum tempo.

Esse amor selvagem já fugia do normal. Era como se o casal vivesse só para isso. Lucas vivia aéreo e, Alba, agitada em sua compulsão por estar junto do homem. Preocupada com a situação, dona Luzia procurou o marido: “João, a neguinha de Tertú enrabichou-se por esse nego que tu contrataste agora, e eu tô vendo a hora uma tragédia acontecer. Daqui a pouco essa menina aparece buchuda! Acho que tu tens de tomar uma providência”. “Ora, Luzia, o que é que eu tenho a ver com isso? Deixa os dois...”, respondeu o homem.

Não satisfeita, a patroa instigou Tertú para chamar o feito à ordem. No mesmo dia, a cozinheira resolveu peitar Lucas. Era um sábado de manhã. A mãe adentrou aos aposentos do rapaz e foi logo dizendo: “Olhe, ‘seu’ Lucas, eu tô sabendo de seu movimento com minha fia e quero que você tome logo uma posição. A menina é de menor, não tem pai, mas não é cão sem dono, não”. “Oxente, dona Tertú, não seja por isso, eu vou me casar com ela”, respondeu Lucas. “Pois trate disso logo”, admoestou a mulher.

Numa prova de que estava mesmo enrabichado pela negrinha e que dizia a verdade, no mesmo dia, Lucas procurou o patrão: “Major, eu preciso dar uma viajada. Vou buscar meu batistério em Santa Maria da Boa Vista pra casar com Alba”. Sinhorzinho olhou para o rapaz e, desconfiado, disse: “Olhe, moço, essa menina foi criada aqui em casa. Eu sei que você já desgraçou a coitada. Cuide mesmo de ir e voltar para cumprir sua palavra”. Lucas saiu da presença do patrão, e, no dia seguinte, logo cedo, partiu.

Não se passaram nem oito dias, o rapaz tava de volta e procurou o patrão: “Major, tô pronto, tá aqui meu batistério e quero casar com Alba”. Sinhorzinho, que estava sentado numa cadeira de balanço, na sala de estar de sua casa, levantou-se e foi logo dizendo: “Tô vendo que você é um homem de palavra!” E gritou: “Luzia! Chama Tertú aqui!” Chegadas as duas à sala da Casa Grande, o major virou-se para Tertú e informou: “Lucas tá resolvido; vai se casar com sua filha, vocês duas, preparem as coisas que, amanhã, eu vou na rua com ele pra acertar com o vigário”. A partir daí tudo correu muito rápido e, o casamento, aconteceu em pouco mais de 15 dias.

Casados, Lucas e Alba, passaram a morar numa casinha de taipa que o patrão mandou fazer ligeiro. A mobília, era composta de uma cama com colchão de palha, uma rede, uma mesinha quadrada, quatro tamboretes, um pote, um baú, além do fogão de lenha e dos utensílios necessários. Era só felicidade, estavam no Sétimo Céu! Logo, a mulher apareceu buchuda e, em pouco tempo, pariu um menino a quem deram o nome de João, em homenagem ao patrão.

Lucas, agora feliz com a nova situação, trabalhava com mais afinco ainda. O rapaz era tido como o principal empregado do major Senhorzinho - seu capataz - e, por isso, foi designado para coordenar os trabalhos da colheita de café na fazenda do patrão no município de Triunfo, na Serra da Baixa Verde. Como seria apenas por um período de três meses, o homem não viu necessidade de levar Alba e a deixou com um menino pendurado no peito e outro no bucho o que, de certa forma, lhes dava segurança quanto à fidelidade da mulher durante sua ausência.

Ao invés de três meses, Lucas demorou uma era. Passado o período inicial, o homem, nem em casa veio, tampouco mandou notícias para a mulher e o filho. Aperreada com a ausência do marido e com a falta de notícias, quando já se passavam mais de seis meses sem Lucas chegar, Alba, em dias de parir, resolveu ir a Triunfo em busca do amado. Chegando àquela cidade pernambucana, a mulher foi informada de que, o marido, morava na vizinha cidade de Santa Cruz. Para lá rumou. Procurando informações sobre Lucas – o capataz da fazenda do major Sinhorzinho -, a mulher soube que, há menos de quinze dias, seu homem havia partido dali quando roubou uma mocinha de 15 anos, que era filha do tabelião daquela cidade. Nunca mais Alba teve notícias do seu amor.



sábado, 20 de abril de 2024

O Hospital Regional de Princesa é caso de polícia

Ontem (19), recebi, em minha casa, uma senhora que teve sua mãe internada no Hospital “Deputado José Pereira Lima”, de Princesa e que é administrado pela prefeitura municipal. Em face do relato dessa senhora, sobre o funcionamento daquele nosocômio, fiquei sabendo de que, lá, a situação é mais grave do que se pensa.

Além do atendimento sofrível, quando o médico só visita os pacientes uma vez por dia; as enfermarias não têm ventiladores e, a sujeira, é quem comanda o ambiente. Durante os três dias em que a mãe dessa senhora esteve ali internada, somente passaram o pano no chão, uma vez.

A dieta daquele hospital é composta de uma porção de feijão, outra de arroz e, a mistura, é carne moída muito salgada. O tratamento do pessoal paramédico com os pacientes, não é de muita amabilidade. Os exames que ali são feitos não podem ser levados para leitura em outro serviço e, para completar, segundo a denunciante, o mal cheiro toma conta de todo o ambiente hospitalar.

Há sim, uma necessidade urgente de que sejam tomadas providências, pelo menos quanto à limpeza (o que foi denunciado por outra paciente semana passada). É certo que o pessoal auxiliar que ali trabalha está com seus salários atrasados em mais de três meses, mas, os que adoecem não podem ser penalizados por uma irresponsabilidade do senhor prefeito. O Ministério Público, o Tribunal de Contas e, até o CRM, devem tomar conhecimento disso pelo bem da Saúde Pública, até porque, quando este Blog denuncia, as coisas andam.



SABÁTICAS

. A Matuta, que é pré-candidata a prefeita de Princesa, vem recebendo convites para almoços em várias comunidades da Zona Rural. Segundo a coordenação da pré-campanha, tá tudo saindo melhor do que se esperava.

. Já no seio da agremiação partidária do prefeito Nascimento, o clima tá de vaca desconhecer bezerro. Dizem que, os pré-candidatos a vereador do “chapão”, estão brigando com os da “chapinha”. Na verdade, tiraram a escada dos que já são vereadores e estes, ficaram com o pincel na mão.

. Em tempos passados, o alcaide – quando ainda exercia forte liderança sobre o grupo -, já teria resolvido isso. Permitiu essa “dissidência”, agora tá com as mãos na cabeça. Os vereadores do “Chapão” sabem que lá, agora, é cada um por si.

. Graças à interveniência do Sindicato da categoria, os Agentes Comunitários de Saúde - ACS de Princesa, até que enfim, vão receber o 14º Salário através de gratificações que deverão ser pagas a partir do próximo mês de maio.

. Uma denúncia anônima, contra a titular de uma das Gerências Regionais que funcionam em Princesa, deu conta de procedimentos cabeludíssimos.

. Falar em denúncia, denunciaram o CEO e, num instante, consertaram tudo e, agora, está um “céus abertos”.

. Corre solta na rua, uma conversa, de que tem gato na tuba de um figurão do partido do prefeito. Aliás, de gato eles entendem demais, principalmente do pulo do gato.

. Na ânsia em demonstrar força política, o alcaide, está tirando fotos a torto e a direito, inclusive com pessoas que não votam nele. Na verdade, o que ele quer mesmo e fazer o “X”.

. Falar em alcaide, ele disse, durante esta semana que se finda, que, os capacetes que foram prometidos aos mototaxistas, estão demorando porque estão sendo pintados de amarelo e, a tinta, demora a secar. Será desculpa de amarelo?

. É verdade que outros municípios da nossa região, também trabalham com as cooperativas que terceirizaram os serviços com a prefeitura de Princesa. A diferença é que, nesses municípios, os salários dos cooperados não estão atrasados.

. Bastou este Blog noticiar que havia um lajedo na Rua Antônio Leonardo (recém-calçada), que já estão quebrando a pedra. Nós prestamos relevantes serviços à sociedade princesense.

. A Rádio Princesa FM vai divulgar pesquisas eleitorais sobre as disputas em Princesa, Tavares e Juru. Segundo o diretor daquela emissora, será no dia 27 deste mês.

. Os abraços de hoje, vão para: Xandu Fernandes, Maria do Carmo Belarmino, Fátima Caboclo, Joca Fernandes, Luana Rabêlo, Cláudia Tenório, doutor Damião Antas, Izabella Leite, Evaristo da Emater, Solange Félix, Rena Bezerra, Maria Quinha, Sibito Mototáxi, Fátima Mariano, Analice Custódio, Rafael Silva, Roberta Cordeiro, Cosminho, José Leandro Florêncio, Odon Teixeira, Betânia Soares, Galego de Aparecida, Norma Medeiros, Ione Fidélis, Eurides Braga, Marcelo Vidal, Marinês Moura, Filomena Neta, Zelma Ferraz, Val de Gino, Beta Maximiano, deputado Taciano Diniz, Aldomar Martins, Cris Xavier, Aile Morais e Judite Justino.



sexta-feira, 19 de abril de 2024

O CEO, agora, está um "céus abertos"


Depois de uma denúncia anônima sobre o desmantelo em que se encontrava o Centro de Especialidades Odontológicas - CEO da prefeitura de Princesa, feita ao Conselho Regional de Odontologia - CRO e, depois de um burburinho de que, aquele Conselho, estava de malas prontas para vir a Princesa, correram depressa e consertaram quase tudo: infiltrações, instalação elétrica, etc. É assim que a coisa funciona na prefeitura de Nascimento.

Enquanto as mansões dos detentores do poder municipal brilham de luxo, as repartições públicas estão jogadas às baratas. No Hospital Regional, a limpeza é sofrível (do funcionamento geral nem precisa falar); nos Postos de Saúde, às vezes, nem água tem para beber; nos CAPS, sem psiquiatras, sem vigias, enfim, um caos. Sem falar nos salários atrasados dos pobres coitados que não ganham nem um Salário Mínimo. A denúncia do CEO, certamente será pedagógica para outros consertos.



Curiosidades V

• Você sabia que, o Planeta Terra, gira (orbita) em torno do Sol a uma velocidade de 107 mil quilômetros por hora?

• Você sabia que, a luz do Sol leva 8 minutos e 20 segundos para chegar à Terra?

• Você sabia que, o computador mais potente do mundo tem 400 gigabytes e, o cérebro humano, tem 1 milhão de gigabytes?



Eu, ladrão?

Macaco não olha pro rabo. A matéria, veiculada por este Blog, ontem (18), versando sobre as promessas e as não entregas do prefeito Nascimento aos beneficiários endossadores de cheques, irritou profundamente o alcaide. A verdade, quando é dita com propriedade, ela incomoda aos mentirosos e enganadores. Aliás, o prefeito de Princesa não é somente um enganador, ele se apropria, indebitamente, do que é público e do que é do povo.

Os cheques endossados, por exemplo, eles pertencem aos beneficiários para quem eles foram emitidos. Endossados, o prefeito sacou o dinheiro e, até agora, só dá satisfações e nada mais e, as coisas se acumulam. Além dos capacetes para mototaxistas, são também botijões de gás, feiras de R$ 650 para mães de alunos e outras coisas mais. Esse negócio, talvez esteja sendo muito rentável; a não ser que o alcaide esteja cuidando de uma poupança para os menos favorecidos.

As verdades que escrevo aqui - coisas que o alcaide detesta ler - tiram ele do sério ao ponto de inverter situações e se vingar me chamando de ladrão. Um dos leitores deste Blog me mandou uma mensagem dizendo o seguinte: "Com que moral o prefeito te chama de ladrão, quando todos sabemos das vidas pregressa e presente dele? Ele herdou, tirou na loteria? Porque, os sinais exteriores de riqueza que ele apresenta são injustificáveis para a renda que detém".

A essa pertinente pergunta, respondi apenas que, o que ele diz em relação à minha pessoa, não tem consistência perante o povo. Todo mundo sabe sobre a minha vida e também sobre a dele. Esses ataques que Nascimento desfere contra mim são para encobrir as estripulias dele. A prosperidade do alcaide, fala por si só porque, de pulo, quem entende é ele: tanto do pulo do gato quanto do pulo da PF no muro de sua casa. Mas, tem um ditado popular que diz: "Você pode enganar a poucos por pouco tempo, mas, não pode enganar a muitos por muito tempo". O problema, é que ele, Nascimento, é direito demais...



Jatobá sangrando!

É assim que a gente diz aqui: Sangrando! Amanhã (20), completaria exatos 4 anos e um mês que o açude Jatobá Il de Princesa transbordou pela última vez, mas, o manancial se antecipou e sangrou na madrugada de hoje (19). Algo para todos inesperado, pois, neste mesmo Blog, há menos de três meses, noticiávamos a iminência de o Jatobá secar completamente.

Surpreendentemente, o inverno, atrasado, veio com força e, agora, teremos água com segurança para abastecimento nos próximos anos. Além desse alento, a partir de amanhã, certamente, o sangradouro do Jatobá se transformará no maior divertimento para a população princesense. No último transbordamento, vivíamos a pandemia de covid-19 e ninguém pôde aproveitar essa dádiva da natureza. Agora, sim, aquilo vai virar uma praia.