A coisa está precificada e também explicada porque tudo acontece na república de Princesa e todo mundo fica calado. Não fora o vereador Arley Moura (MDB), ninguém estaria sabendo do processo que corre sob investigação da Polícia Federal a respeito da farra, na prefeitura de Princesa, com cheques endossados e sacados na boca do caixa dos banc. Para quem acompanha o noticiário televisivo faz, imediatamente, uma comparação da política princesense com o que acontece no lestado mais corrupto do Brasil: o Rio de Janeiro.
Calados estão os vereadores da situação porque o nepotismo é uma praxe na Prefeitura Municipal. Mulheres, irmãs e parentes outros, todos com altos salários; acúmulo de cargos e sinecuras que lhes concedem rendimentos altíssimos sem a necessidade de trabalhar. Importante o que está sendo veiculado pelo Portal "Café com Princesa". Em que pese anônimo, tudo o que denuncia é baseado no que consta no Sagres. O resguardo é apenas para se livrar de alguma perseguição política porque, o tom das denúncias, deixam ver que se trata de fogo amigo.
Essa omissão, com certeza, vai dar na cabeça de gente. Primeiro porque o prefeito de direito não tem coragem de afastar o prefeito de fato que controla tudo através de uma secretaria para a qual foi nomeado. Depois, porque, sem o "chefe maior" nada funciona na prefeitura. Ricardo Pereira do Nascimento saiu do cargo, mas o poder não saiu dele e, enquanto o prefeito de direito comemora aniversários de seus pets, o de direito não cogita largar o osso. Para completar, os vereadores que deveriam fiscalizar se calam para não perderem suas boquinhas. Os laranjas que se cuidem, dia 17 vem aí.


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