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terça-feira, 7 de julho de 2026

Nem a interveniência de Donald Trump evitou a derrota da Seleção dos EUA

 

Ontem (6), a notícia que correu o mundo foi a anulação do Cartão Vermelho dado ao jogador americano, Balogun, pelo árbitro brasileiro Raphael Claus no jogo da Seleção americana contra a Bósnia no último dia 1º. A punição impediria o jogador de participar do jogo que aconteceu ontem (7) dos EUA contra a Bélgica. Atendendo a uma ordem do presidente Donald Trump, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, determinou que a punição fosse anulada e o cartão retirado, o que permitiu que Balogun entrasse em campo contra a Bélgica.

Em face dessa arbitrariedade da FIFA, o mundo do futebol apresentou protestos contra a atitude de Infantino. Em vão, a anistia persistiu, os EUA jogaram e, mesmo assim, foram goleados pela Bélgica. Esse fato inusitado deu mostras do quanto o presidente da FIFA é subserviente ao Trump e também quão vergonhosa a atitude do presidente americano que, antes, além de proibir o visto de entrado do árbitro somali, queria impedir o Irã de participar da Copa e, agora, mesmo sem saber sequer o que significa um "cartão vermelho" tentou forçar o avanço de sua Seleção através do tapetão.

Ainda bem que a seleção da Bélgica foi mais competente e mandou os ianques para casa. Resta saber agora se o Infantino (que combina com infração), vai tentar anular os quatro gols da Bélgica sobre os Estados Unidos para que seus apaniguados continuem na Copa do Mundo. Vergonhoso ver que o presidente da maior Associação Futebolística do mundo se faça de capacho de um presidente que sequer entende o que significa uma Copa do Mundo. De sorte que o nome do careca servil não é "adultino".



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