ODE

quarta-feira, 22 de maio de 2019

O RECÔNDITO PRAZER


O RECÔNDITO PRAZER
    
 A masturbação ou a famigerada punheta é o “coito” egoísta mais prazeroso que existe. Eivada de preconceitos, a punheta, ao longo do tempo sempre foi reprovada, tanto pela hipocrisia social, quanto pela falsa moral religiosa e até pelos retrógrados conceitos científicos. Em recentes tempos idos, de acordo com os ensinamentos da religião Católica, masturbar-se se constituía em grave falta, pois, estava o ato contido na escala dos pecados chamados: original, venial e mortal. Ela [a punheta] está inserida como pecado venial, portanto passível de perdão após confissão e penitência. O problema é que a masturbação é um pecado recorrente, uma vez que seus praticantes sempre reincidem, portanto: aja confissão e aja penitência! Da parte da medicina dizia-se antigamente que a prática contumaz da masturbação poderia provocar males físicos (tuberculose, por exemplo) e até demência. No folclore popular, diziam os mais velhos - para amedrontar e ridicularizar os meninos adolescentes -, que: “bater punheta cria cabelos nas mãos”. Porém, mesmo diante dos preconceitos vários e das admoestações religiosas, o exercício do prazer individual com as mãos sempre se constituiu numa constante nas vidas de todos, indiscriminadamente. Ainda hoje muitos atribuem e admitem a prática da masturbação apenas no meio dos adolescentes, o que não é verdade, pois, o exercício erótico individual é disseminado por todas as idades, inclusive pelos anciãos (tive notícia, através de um médico amigo, que um velhinho, passando dos 90 anos, residente na cidade de Tavares/PB, se masturba diariamente). A punheta é um lenitivo e, admitamos: nada mais cômodo do que o prazer solitário que se constitui também numa necessidade fisiológica quando alivia, satisfaz e relaxa, sem prejudicar ninguém.
     A palavra “punheta” não poderia ser mais bem aplicada ao ato da masturbação. Ela é comum para os dois gêneros (masculino e feminino). Não fora assim, teria de ser “mãozêta” para os homens e “dedêta” para as mulheres. Mas, não: ela para exatamente no punho, o instrumento que serve aos dois segmentos sexuais. Antigamente, admitia-se a masturbação apenas quanto aos meninos. Às meninas, por terem a obrigação de manterem-se virgens até o casamento, não se atribuía o se admitia a prática. Porém, sabe-se hoje que a proporção do exercício masturbatório é igual entre os dois sexos.
     O ato da masturbação tem sido útil até no meio dos que consideram a prática um pecado: a Igreja Católica. Nessa denominação religiosa, desde o século XII, seus sacerdotes estão proibidos de casarem-se ou de praticarem sexo. Mesmo desobedecendo a importante preceito cristão que diz: “Crescei e Multiplicai”, a regra é parcialmente ou hipocritamente mantida. Se não na íntegra, pelo menos no faz de conta, porque o mais importante para a Santa Madre Igreja é mesmo não dividir seus multiplicados bens materiais com proles sacerdotais. Taí uma serventia da punheta! Os padres não podem se casar nem manter conjunções carnais, mas podem sim se masturbarem e, alguns ou muitos o fazem tanto quanto os desobrigados, o que se faz por demais benéfico e que deveria ser incentivado pelos superiores, pois, se assim fosse, a punheta evitaria grandemente o crime da pedofilia que grassa nas sacristias.
     Sei da polêmica que este texto poderá vir a causar. Porém, a decisão em redigi-lo e publicá-lo não contém a intenção de fazer apologia à obscenidade. O intento foi o de abordar assunto que é tido como um tabu, porém, comum a quase todos em sua contumaz prática. Por tudo isso deveria o milenar exercício do prazer egoísta e individual, ser louvado em sua prática por todos que têm vontade de fazê-lo. Viva a punheta e morra a hipocrisia!

ESCRITO POR DOMINGOS SÁVIO MAXIMIANO ROBERTO EM 22 DE MAIO DE 2019.

   

O CAOS QUE PREOCUPA A NÓS TODOS



     Assistindo aos noticiários na televisão, no rádio ou navegando nas redes sociais, nos deparamos todos os dias, na maioria das vezes, somente com notícias ruins, sejam referentes aos âmbitos federal, estadual ou municipal. Desmantelo na economia; descaso com a educação; desmandos no exercício da política; segurança pública ineficiente que faz grassar a violência em todos os quadrantes do país; mentiras deslavadas; etc. Na esfera federal temos um presidente que, até agora, numa demonstração de premente despreparo para o exercício do cargo, não disse a que veio. Não tem definida uma política de governo tampouco diretrizes que prometam guiar o país para um rumo certo. É uma administração (como dizia minha mãe): “pra diante e pra trás; o que faz ou determina num dia, é desfeito no outro. No âmbito estadual, o que vemos é um governo fragilizado porque plantado em bases que hoje são questionadas porque bancadas por supostas atividades corruptas. Com isso, o governo que antes detinha poderio sobre a imprensa, vem se desgastando a olhos vistos quando é atacado violentamente pelos meios de comunicação que antes o defendiam, a exemplo do constrangedor episódio da entrevista de uma das maiores e mais importantes aliadas do ex-governador Ricardo Coutinho, a deputada Estelizabel, quando foi, na semana passada, protagonista de violento bate-boca com um jornalista do Sistema Correio de Comunicação. Como se não bastasse, estão agora se digladiando, os próceres do PSB, divididos em grupos que não se bicam: os do ex Ricardo Coutinho não se dão com os que acompanham Galdino, presidente da Assembleia e, os que se fazem fieis ao governador João Azevedo não gostam nem do ex, tampouco do presidente. É vaca desconhecendo bezerros, ou o contrário? No nível inferior - o municipal -, aí é que o bicho pega, pois, o prefeito de Princesa, ao invés de estar preocupado com a saúde do povo pobre, usa as redes sociais para mentir fazendo proselitismo de uma administração que já se acabou faz muito tempo, chegando ao ponto de lançar desafios a jornalistas com a proposta, inclusive, de renunciar ao próprio mandato se for desmentido no que, levianamente afirma. Diante do desafio, sem dó nem pena, o jornalista Eudo Nicolau foi à televisão e ao rádio e provou por A + B que o prefeito mentiu quando sonegou informações sobre o recebimento de receitas para o financiamento da saúde municipal. Agora, o que Princesa tem é um prefeito que, além de mentiroso, é também um desmoralizado! Aonde a gente vai parar? Tô pensando até em ressuscitar “Maria Grande”, aquela catimbozeira do povoado pernambucano “Sítio dos Nunes” para promover um despacho com efeitos federais, estaduais e municipais. Vôte!

PERFIS DE PRINCESENSES ILUSTRES



      

ADA FLORÊNCIO BARROS NÓBREGA, mais conhecida como Ada Barros, nasceu em Princesa em 22 de agosto de 1929, filha de Richomer Góes de Campos Barros e de dona Noemi Florêncio Barros, casou-se com Inocêncio Nóbrega de Andrade com quem teve os seguintes filhos: Cícero Emanuel, José Adaíno, Maria do Socorro, Richomer, Mônica, Severino, Moema e Maria do Rosário.
     Dona Ada – como eu a chamava -, foi a primeira mulher princesense a tornar-se escritora quando teve lançado, aqui em Princesa, seu manuscrito (literalmente) em 2013, lançamento que foi promovido por seus oito filhos em solenidade religiosa e social de grande monta. O livro por ela escrito, intitulado: “Feliciano Rodrigues Florêncio – O moço, o major, o velho” – Ideia – 2013 – João Pessoa/PB, cumpriu o intuito de relatar parte da história de sua família e também da cidade de Princesa. Na obra – recheada de citações -, dona Ada trouxe para os princesenses e para aqueles que se interessam pela história de um dos municípios mais históricos da Paraíba, recortes de passamentos importantes que, se não resgatados pela ilustre princesense, estariam adormecidos para sempre no berço do esquecimento. Além da saga da longa vida do major Feliciano, a escritora ateve-se também aos aspectos da Princesa da primeira metade do século XX reportando-se a histórias sobre a vida social e religiosa da cidade; sobre a “Guerra de Princesa” e até atinente a assuntos familiares que eram considerados tabus até então. Por tudo isso, o livro constitui-se num grande contributo à historiografia princesense.
     Ada Barros, mulher austera, disciplinada e dominadora foi, além de professora – formada pela Escola Normal “Monte Carmelo”- dona de casa e mãe dedicada. Inocêncio (seu marido) bancava as despesas da casa com o que auferia pelo seu emprego federal (atual IBGE que à época chamavam “Estatística”) e ela coordenava tudo. Consciente de que somente a educação poderia libertar e promover a ascensão dos filhos dedicou-se a isso com afinco e determinação quando encaminhou a todos nesse campo, no que teve sucesso, uma vez que deu formação superior aos oito filhos. Era tão dominadora que até a sociedade princesense percebeu isso quando se referia a seus filhos - aqueles que carregavam nomes comuns -, como: Cícero de Ada, Zé de Ada, Maria de Ada e Severino de Ada. Nunca de Inocêncio. Os demais, portadores de nomes mais raros eram identificados por si próprios. Essa característica pouco incomodava ao pai, pois, em sua passividade tranquila, não se incomodava com a hegemonia “adaína” que só ajudava na criação e na formação de sua numerosa prole. Para o bem de todos, Inocêncio supria e Ada urdia.
     Na qualidade de professora - intelectual que era, acredito que por herança do pai Richomer Barros que, segundo o historiador Paulo Mariano, foi o “intelectual mais refinado de Princesa” -, teve também muito sucesso. Era sempre, dona Ada, procurada por estudantes para orientarem-se na feitura de trabalhos dissertativos, no que eram prontamente atendidos, pois, a professora Ada sempre cultuou o prazer de escrever e, no mais das vezes, não somente orientava como redigia, por eles, os trabalhos, sem auferir nenhuma vantagem financeira. Afeita às citações, muitas vezes, em conversas que encetávamos sentados nas cadeiras de balanço da casa de Maria Adília, ela me dizia: “Quem tem uma galinha, vale uma galinha” e mais: “A experiência é um pente para careca”. Pragmática, era uma mulher a frente de seu tempo não se conformando com a situação de inferioridade dispensada às mulheres. Detectava-se em suas observações, a frustração de não ter conseguido um diploma de curso superior; de não ter tido a oportunidade de viver num centro maior e mais civilizado. Em que pese ser muito religiosa (católica, apostólica, romana), esquecendo-se do que determinava a doutrina da Santa Madre Igreja, louvava o advento da pílula anticoncepcional dentre outras novidades do pós-guerra que ainda não se haviam inserido nos costumes retrógados da época. Por todas essas qualidades e feitos, está dona Ada, a merecer figurar como uma princesense ilustre que deve constar inscrita no panteão da memória historiográfica da nossa querida Terra.

ESCRITO POR DOMINGOS SÁVIO MAXIMIANO ROBERTO EM 22 DE MAIO DE 2019.

domingo, 19 de maio de 2019

DOMINGUEIRAS II


. PÁTRIA ARMADA BRASIL: “ARMAI AO PRÓXIMO COMO A TI MESMO”.
  
. SERÁ QUE O JEGUE QUE COMEU OS PÃES DOS ÓRFÃOS DO “LAR 125” É O MESMO QUE FOI MOLESTADO PELO “NASCIMENTO” DA MÚSICA DE LUIZ GONZAGA?

. O GOVERNO DE RICARDO PEREIRA EM NÚMEROS: 250 SERVIDORES DEMITIDOS DO HOSPITAL REGIONAL E, OS QUE FICARAM ESTÃO SEM RECEBER HÁ TRÊS MESES; CANTOR EDUARDO COSTA CONTRATADO POR R$=250.000,00 (DUZENTOS E CINQUENTA MIL REAIS) PARA CANTAR DURANTE UMA HORA E MEIA; PALCO CONTRATADO POR R$=103.000,00 (CENTO E TRÊS MIL REAIS), PARA DOIS DIAS DE FESTA. SEMANA QUE VEM TEM MAIS NÚMEROS.

. HÁ QUEM DIGA QUE O SLOGAN CRIADO PELO ATUAL PREFEITO PARA APRESENTAR A CIDADE: “EU AMO PRINCESA”, DEVERIA SER: “EU MAMO PRINCESA”. DISCORDO. EU MUDARIA O EPÍTETO PARA: “AQUI JAZ PRINCESA”.

. O PREFEITO NASCIMENTO DISSE, EM PRONUNCIAMENTO RECENTE, QUE O GRUPO POR MIM LIDERADO ACABOU COM PRINCESA: CONSTRUÇÃO DE 04 PRÉDIOS PARA POSTOS DE SAÚDE; UM HOSPITAL DE REABILITAÇÃO; DUAS UNIDADES DE ACOLHIMENTO; R$=1.400.000 (HUM MILHÃO E QUATROCENTOS MIL REAIS) PARA CALÇAMENTOS; A ADUTORA DO PAJEÚ COM ÁGUA BOA PARA TODOS; UM PRÉDIO PARA O CAP’S AD; VENDA DE MILHO E FEIJÃO SUBSIDIADO PELA CONAB; RECUPERAÇÃO E CONSTRUÇÃO DE PRAÇAS, DENTRE OUTROS ACABAMENTOS.

. O GOVERNO DA TRANSFORMAÇÃO DE NASCIMENTO VEM RECUPERANDO O CAOS QUE EU DEIXEI: FECHOU ONZE ESCOLAS; FECHOU O HOSPITAL SÃO VICENTE; FECHOU O MUSEU “PREFEITO ZACARIAS SITÔNIO”; FECHOU O MATADAOURO; DEIXOU OS POSTOS DE SAÚDE DO POVOADO DA “VÁRZEA” E DO BAIRRO “JARDIM KARLOTA” SEM MÉDICO HÁ MAIS DE UM ANO; SOLTOU OS ANIMAIS NA RUAS PARA COMEREM OS PÃES DOS ÓRFÃOS; ABANDONOU AS PRAÇAS DA CIDADE; ATRASOU SALÁRIOS; CORTOU VANTAGENS DE PROFESSORES; DENTRE OUTROS MELHORAMENTOS.



ESCRITO POR DOMINGOS SÁVIO MAXIMIANO ROBERTO EM 19 DE MAIO DE 2019.


sexta-feira, 17 de maio de 2019

PERFIS DE PRINCESESNSES ILUSTRES




      
Francisco Soares de Araújo, nascido em Princesa em 19 de março de 1926, filho de Antônio Soares de Araújo e de dona Quitéria Lopes de Araújo, era conhecido também como Chico Soares e, mais tarde, graças ao seu extraordinário talento, recebeu a alcunha de “CANHOTO DA PARAÍBA”. Segundo o escritor Paulo Mariano: Músico, violonista talentoso e compositor inspirado. CANHOTO, assim chamado porque tocava o violão sem inverter as cordas, pois, em sua casa, onde seus irmãos – destros -, também tinham afinidade com o único instrumento comum a todos, teve de aprender a executar no violão com as cordas na forma convencional, mesmo tocando com a mão esquerda. Aprendeu a tocar sozinho. Pode-se dizer que Chico Soares foi uma virtuose do violão. Além de tocar era também compositor. Foi louvado e admirado por vários músicos, maestros, cantores e produtores musicais famosos que o elogiaram pelo seu raro talento, a exemplo de Radamés Gnattali, Jacob do Bandolim, Henrique Annes, Nelson Ferreira, Rafael Rabello, Paulinho da Viola, dentre outros.
     Aos dezoito anos migrou, Chico Soares, para a cidade do Recife onde começou a se apresentar nos programas musicais das rádios da capital pernambucana. Dali, após a formação de um conjunto regional, assinou contrato com a “Rádio Tabajara” em João Pessoa onde apresentou seu talento entre 1953 a 1957 quando retornou ao Recife passando a fazer parte do grande elenco de músicos da “Rádio Jornal do Comércio do Recife”. Já reconhecido no meio artístico, participou de um sarau na residência de Jacob do Bandolim onde foi aplaudido pela fina flor da intelectualidade musical brasileira pela “sua maneira inusitada de tocar violão”. Nessa mesma ocasião, foi também aplaudido pela fina flor das rodas de choro do Rio de Janeiro. Estava então, o talento do princesense, consolidado e se disseminando pelo Brasil, pois, dentre os que aplaudiram o já então alcunhado de “CANHOTO DA PARAÍBA”, estavam Jacob do Bandolim, Pixinguinha, Paulinho da Viola, Radamés Gnattali, Dilermando Reis, a pianista Tia América, dentre outros. Em 1977 fez parte do “Projeto Pixinguinha” ao lado de Paulinho da Viola, quando percorreu o Brasil em larga excursão. Em 1994 participou do “Festival Heinnecken Concerts”, no Hotel Nacional do Rio de Janeiro ao lado novamente de Paulinho da Viola e do ícone baiano Gilberto Gil. Gravou vários discos, dentre eles: “Único Amor” (1968); “Canhoto da Paraíba: Um Violão Brasileiro Tocado Pelo Avesso” (1977); “Pisando em Brasa” (1993); ”Com Mais de Mil” (1994). Compôs mais de duzentas músicas e teve inúmeras gravadas pelo grupo “Época de Ouro” e pelo famoso Toquinho. Segundo o crítico musical Hermínio Bello de Carvalho: “Canhoto é um mestre na arte da composição e um virtuose em seu instrumento”.
     Foi, o nosso artista maior, agraciado com os títulos: Cidadão Pessoense e Cidadão Paraibano e também de Cidadão Pernambucano, outorgados pela Câmara Municipal de João Pessoa e pelas Assembleias Legislativas dos estados da Paraíba e de Pernambuco, respectivamente. Em 1998 sofreu um acidente vascular cerebral que o tornou impossibilitado de continuar executando sua primorosa arte de tocar violão. Falto de recursos financeiros, foi agraciado pelo Governo da Paraíba com uma pensão que lhe ajudou a manter-se em seus últimos anos de vida. Nosso Chico Soares veio a falecer, na cidade de Paulista/PE, em 24 de abril de 2008. Em sua homenagem, este que escreve, quando exercia o cargo de vereador, apresentei à Câmara Municipal de Princesa um Projeto de Lei instituindo a “Semana da Cultura Princesense”, dando como data-referência, 19 de março, o dia do nascimento do CANHOTO DA PARAÍBA, o que foi aprovado por unanimidade e sancionado pelo então prefeito Thiago Pereira de Sousa Soares que fez promover a primeira “Semana Cultural” em março de 2009, quando foram expostos os trabalhos de Chico Soares e de vários outros artistas princesenses, porém, tendo como foco principal a obra do nosso artista maior: CANHOTO DA PARAÍBA. Em 2010, por iniciativa do pesquisador Francisco Florêncio e do vereador Irismar Mangueira - com o apoio da Prefeitura Municipal de Princesa -, foram transladados, de forma solene com missa e exéquias, os restos mortais de CANHOTO DA PARAÍBA para o cemitério de Princesa, onde repousa até hoje o espólio material daquele que fez brilhar o nome da nossa Princesa por todo o Brasil.


ESCRITO POR DOMINGOS SÁVIO MAXIMIANO ROBERTO EM 16 DE MAIO DE 2019.