ODE

sábado, 7 de março de 2020

PARABÉNS A AQUINA





Hoje, 07 de março, é o aniversário da minha querida amiga Aquina Lopes de Medeiros. Esse exemplo de mulher quase nascia no dia (08/03) consagrado a todas as mulheres do Planeta. Aquina é uma fortaleza que vem atravessando um momento difícil na sua vida, mas, o que está doente ali é apenas a parte material. Seu espírito de luta, de otimismo e força, certamente lhes concederá a vitória. Ela sempre foi forte e resolutiva e nunca se submeteu às intempéries da vida, saindo-se bem de todas e, certamente, não será essa que vai derrubá-la. Neste 07 de março, dia de seu aniversário felicito-a com sinceros votos de recuperação para que possa continuar passando para seus familiares e amigos, o seu exemplo de vida. Parabéns, minha amiga!


(ESCRITO POR DOMINGOS SÁVIO MAXIMIANO ROBERTO, EM 07 DE MARÇO DE 2020).

sexta-feira, 6 de março de 2020

HISTÓRIAS E ESTÓRIAS ENGRAÇADAS DE PRINCESA





MANITO E CHICO MACAXEIRA



Manito, na campanha eleitoral de 1970, quando disputava uma vaga de deputado estadual à Assembleia Legislativa da Paraíba, atendendo solicitação de seu tio afim Genésio Lima, acompanhou Chico Macaxeira, eleitor fiel, que, doente de uma perna teria que seguir para fazer tratamento na cidade de João Pessoa. Pela dificuldade de mobilidade motivada pelo estado precário das estradas paraibanas, fizeram a viagem via estado de Pernambuco. Chegando a Arcoverde, Manito encontrou alguns amigos de escola que não via há muito tempo e começaram a tomar cerveja e a jogar conversa fora. O papo foi-se animando ao ponto de o candidato resolver acomodar Chico Macaxeira em uma pensão de ponta de rua e pernoitar com os amigos no “Cabaré de Rio Branco” (como dizia ele), numa referência ao antigo nome da cidade de Arcoverde. Farrearam a noite toda e, no dia seguinte, de ressaca, passou, o candidato, o dia todo dormindo. Esqueceu-se  do compromisso e do paciente. “Alisou” e, sem um tostão no bolso, valeu-se dos amigos para continuar bebendo, o que fez durante mais dois dias. Tomando conhecimento de que Chico não havia chegado a João Pessoa, estando este ainda em Arcoverde e culpando-se pela irresponsabilidade de ter confiado tarefa tão importante a Manito, Genésio Lima providenciou o resgate do amigo através de conhecidos que tinha naquela cidade, financiou seu traslado para a capital paraibana e, o candidato, filho dileto do clã “Diniz”, passou mais de uma semana para retornar a Princesa. Manito, por essas e outras, perdeu a eleição.


(EXTRAÍDO DO LIVRO “PRINCESA – HISTÓRIA E VOTO”)

O BATALHÃO PROVISÓRIO





No dia 06 de março de 1930, há exatos 90 anos, o presidente João Pessoa baixou o Decreto nº 1.644, criando o Batalhão Provisório subordinado à Força Pública do Estado com um efetivo de 870 homens (incluídos o pessoal da administração e os não combatentes – músicos, arreeiros e ordenanças), para combater os sublevados de Princesa. O Decreto dizia o seguinte: “(...) Considerando que a 24 de fevereiro do corrente ano, José Pereira Lima, promoveu um movimento sedicioso em Princesa, armando grupos de foras-da-lei contra a ordem constituída... Considerando que, além de ter se sublevado em Princesa, José Pereira Lima mandou os seus capangas atacarem a vila de Teixeira (...)”. Nesse Decreto vê-se a mentira do presidente quando é sabido por todos que a iniciativa do ataque partiu da Força Pública quando a polícia paraibana invadiu a vila de Teixeira, em 28 de fevereiro, a pretexto de garantir as eleições.

Os “Libertadores de Princeza”

Enquanto isso, o coronel José Pereira já havia “arregimentado dois mil homens, mantendo a metade deles no front, bem municiados e a outra metade, de reserva, aguardando armas e munições e a oportunidade de preencher as eventuais baixas. Enquanto esperavam, se divertiam em bailes que se realizavam diariamente nos arredores da cidade” (Inês Caminha: “A Revolta de Princesa”). Essa desigualdade se fez ainda maior no decorrer do conflito, uma vez que o coronel contava com o apoio do Governo Federal para a aquisição de armas e munições, enquanto o presidente João Pessoa era vítima do boicote, tanto do presidente da República quanto dos governos vizinhos de Pernambuco e do Rio Grande do Norte.

quinta-feira, 5 de março de 2020

FALTA DE COMPROMISSO






O vereador Erivonaldo Benedito Freire teve a feliz iniciativa de convocar uma Audiência Pública na Câmara Municipal para tratar de um problema que vem afligindo a sociedade princesense: a convocação dos aprovados no concurso público realizado ano passado pela prefeitura de Princesa.  Para tanto, o vereador convidou o senhor prefeito municipal para participar da referida audiência, ocasião em que Nascimento deveria prestar esclarecimentos à sociedade. No entender do edil mirim faz-se necessário o evento, uma vez haver vários servidores contratados precariamente, enquanto muitos concursados estão prontos e aptos a ocupar esses cargos. Além disso, sabe-se que o prefeito continua contratando servidores mesmo com o concurso homologado. Ademais, há reclamações que os escolares que são transportados pelos ônibus e “paus de arara” municipais estão sem assistência de monitores quando vários dessa categoria estão também aprovados pelo recente concurso. A gravidade do problema se exacerba quando o chefe do Poder Executivo expediu ofício ao vereador Erivonaldo comunicando que não participaria da audiência porque o parlamentar não observou a agenda daquele Poder. Ora, o ofício de Ery foi enviado com dez dias de antecedência e mesmo assim o prefeito alegou agenda cheia. Para que todos tenham conhecimento do descompromisso do prefeito com o problema, reproduzimos aqui o ofício do mesmo encaminhado ao vereador Erivonaldo. Em tempo, parabenizamos Erivonaldo pela iniciativa.


(ESCRITO POR DOMINGOS SÁVIO MAXIMIANO ROBERTO, EM 05 DEMAÇO DE 2020).

MAL EXEMPLO






O governo João Azevedo perdeu o rumo da administração. Aqueles que procuram atendimento médico na Rede Estadual de Saúde já estão dizendo que: “o outro roubava, mas, pelo menos tínhamos saúde de qualidade”. Em Princesa, o problema agora se apresenta com maior gravidade ainda, uma vez que a saúde gerida pelo município nunca funcionou a contento e o único serviço de saúde que tínhamos em funcionamento era a UPA. Hoje, nem isso. Parece que, a exemplo de Nascimento que não seguiu o exemplo do ex Ricardo Coutinho, João está rezando na cartilha de Nascimento quando sucateia a saúde pública do Estado. Tal situação nos faz entender que a saúde da Paraíba só era boa quando gerida pelas OS (Organizações Sociais), que deixavam algum “lucro” para os gestores. Hoje, depois do estouro dos escândalos de corrupção denunciados pela “Operação Calvário”, tudo voltou a ser administrado diretamente pelo Estado e os serviços pioraram consideravelmente por que não é mais do interesse do governo. Nascimento fez escola.


(ESCRITO POR DOMINGOS SÁVIO MAXIMIANO ROBERTO, EM 05 DE MARÇO DE 2020).