ODE

quarta-feira, 3 de março de 2021

LER PARA CONHECER A NOSSA HISTÓRIA

 



“NOSSO SÉCULO”

EDITORA ABRIL CULTURAL

A Coleção “NOSSO SÉCULO”, da Editora Abril Cultural, foi lançada nos anos de 1980/81, em fascículos semanais, com o intuito de rememorar a história brasileira durante a vigésima Centúria da nossa era. É a história do Brasil contemporâneo, reunida em quatro grandes volumes.No segundo volume da coleção “NOSSO SÉCULO”,referente ao período de 1930 a 1945,a Editora Abril, trata também da história da Revolução de 30 e, nas páginas 08 e 09, faz breve referência à Guerra de Princesa, seus precedentes e seus efeitos. Como não poderia deixar de ser, o nosso município está inserido também nesse trabalho magistral de uma das editoras mais importantes do país. Inicia sobre o tema, realçando que, com a posse do novo presidente (governador) da Paraíba, João Pessoa Cavalcanti de Albuquerque, suas ações modernizadoras desagradaram às oligarquias rurais e, em curto espaço de tempo, se transformaram em caldo de cultura para a rebelião, o levante de Princesa:

“A crise econômica do final dos anos 20 refletia-se na Paraíba em generalizado descontentamento. Estado pobre, escoava a maior parte de sua produção através do porto do Recife, PE, o mais importante centro do Nordeste. Ao assumir o governo da Paraíba em 20 de outubro de 1928, João Pessoa adotou severas medidas protecionistas para incrementar o comércio local. Com isso, desencadeou uma verdadeira guerra tributária que impedia que as localidades sertanejas da Paraíba comercializassem diretamente com os Estados vizinhos, principalmente, Pernambuco”.

As medidas moralizadoras e protecionistas – estas últimas baseadas na criação de um “imposto de barreira” que protegia a Paraíba em detrimento dos estados vizinhos -, tomadas por João Pessoa, o fizeram popularíssimo na capital paraibana, o que repercutiu positivamente nos grandes centros urbanos do país. Porém, no interior, a revolta se fez rigorosa e muito grande o descontentamento por parte das oligarquias sertanejas contráriasa essas medidas que, se beneficiavam os negócios e as exportações, via porto de Cabedelo, prejudicavam fortemente os produtores e comerciantes do interior sertanejo. Somado a isso, houve também as implicações políticas, quando João Pessoa, além de punir os oligarcas, coronéis, com medidas econômicas, desprestigiou-os também na seara política. Esse comportamento governamental começou a estimular os grandes poderosos do interior a rebelarem-se contra o presidente incauto. Conselhos não faltaram, admoestações de seu tio  Epitácio Pessoa recomendavam cautela na condução das reformas. Nada fez João Pessoa parar:

“Ao mesmo tempo que essa campanha regionalista garantia apoio popular ao presidente aliancista da Paraíba, também aumentava seus inimigos no interior – comerciantes, exportadores e fazendeiros, que viam seus interesses prejudicados. Essa atitude acelerou a conspiração de oligarcas conservadores aglutinados em torno de José Pereira, chefe político de Princesa, onde em 10 de março (sic), iniciou um levante armado contra o governo”.

O rompimento do coronel José Pereira com o presidente João Pessoa teve o apoio de vários próceres da política paraibana. Em consequência disso, eclodiu a Guerra de Princesa, em 28 de fevereiro de 1930, o que perdurou por longos cinco meses. No dia 26 de julho de 1930, o advogado João Duarte Dantas assassinou o presidente da Paraíba, em Recife, o que se constitui para muitos historiadores como o estopim da Revolução de 1930. E esse estopim, foi aceso pelo fogo da Guerra de Princesa. Aliás, esse assassinato já era prenunciado por muitos. É tanto que, na página 09 da Coleção,“NOSSO SÉCULO”, está estampada uma charge, divulgada pela revista carioca,“O Malho”,em 28 de junho de 1930 – portanto, quase um mês antes do crime da Confeitaria Glória-, intitulada:“As Carpideiras”, o que reproduzimos abaixo:



A charge acima, leva a seguinte legenda: “Antônio Carlos [presidente do estado de Minas Gerais]: -Podes morrer tranquilo, meu caro João Pessoa! Elas já estão prontas para fazer-te, depois de tua morte, uma linda manifestação de solidariedade...”. As “carpideiras” estão representadas por políticos gaúchos e mineiros. Era como se já soubessem que o presidente João Pessoa seria sacrificado para viabilizar a revolução que se preparava. Na mesma página, realçando o efeito causado pela morte trágica do presidente paraibano e a exploração política feita com seu corpo quando, para ser sepultado no Rio de Janeiro, percorreram quase toda a costa brasileira, em comícios acusando a República Velha pelo assassinato, há uma interessante citação do jornalista Barbosa Lima Sobrinho:

“Nenhuma caravana política, de tantas que percorreram o Brasil das candidaturas aliancistas, pôde fazer pela causa o que esse cortejo fúnebre vai conseguindo. (...) João Pessoa vivo foi uma voz contra a revolução. Mas João Pessoa morto foi o verdadeiro articulador do movimento revolucionário”

 Na mesma página 09, num detalhe, há uma referência ao que,“NOSSO SÉCULO”, chama de “O Levante de Princesa”:

“Tudo começou a 28 de fevereiro de 1930, quando João Pessoa enviou tropas da polícia para vários municípios sertanejos, a pretexto de garantir as eleições de 1º de março. Ora, essa região do alto sertão paraibano obedecia às ordens do “coronel” José Pereira, chefe inconteste de Princesa e há muito indisposto com o líder aliancista João Pessoa. Seus aliados no município de Teixeira, os Dantas, resolveram resistir às medidas do governador e receberam a polícia a bala. Em poucos dias, José Pereira reuniu 2 000 homens e armou-os para enfrentar os 870 membros da polícia. A história se repetia: o sertão estava em guerra. Durante a campanha, o “coronel” de Princesa recebeu armas de São Paulo (Júlio Prestes) e apoio financeiro da família Pessoa de Queiroz, proprietária, em Pernambuco, do Jornal do Comércio. Ao mesmo tempo, o governo federal (que se expressava pela Concentração Conservadora, vitoriosa nas eleições de 1930), começou a criar dificuldades para João Pessoa, impedindo que este obtivesse armas em outros Estados e deslocando, a partir de junho, tropas do Exército para a Paraíba. Mas a intervenção federal não chegou a se consumar. A 26 de julho, João Pessoa era assassinado por um membro da família Dantas e pouco depois a guerra terminava”.

A econômica referência que, “NOSSO SÉCULO”,faz à Guerra de Princesa, deve ser considerada de grande importância, uma vez que, publicação de tal magnitude, não dispensou igual atenção a outros fatos - também relevantes da nossa história -, quanto aos acontecidos em Princesa. Além do registro, vale a pena orientar para que, interessados pela história, tomem conhecimento dessa importante obra, que abrange a história nacional, desde o primeiro ano do século XX, até os anos 1980.

DSMR, em 03 de março de 2021.

RECORDE MACABRO: 1.726 MORTES NUM SÓ DIA

 



O dia 02 de março de 2021 vai ficar na história (tomara que não outro com número superior), como o dia em que a irresponsabilidade coletiva, somada à irresponsabilidade governamental, instrumentalizadas pela covid-19, ceifou número recorde de vidas. Esse foi, até agora, o maior número de vítimas, em 24 horas, provocado por essa terrível doença. Esse número fatídico de 1.726 mortes (32 somente na Paraíba), é fruto da imprudência daqueles que não obedecem às determinações governamentais de evitar aglomerações ou de usar,obrigatoriamente, a máscara, somado à incompetência irresponsável de um governo central que minimiza os efeitos da Pandemia, banaliza a doença e nega os efeitos salvadores da vacina. E se isso for uma tendência que se inicia agora? Urge que estanquemos essa situação. Não se deve brincar com a vida, principalmente, daqueles vulneráveis que são as principais vítimas dos irresponsáveis. Enquanto os chamados “grupos de risco” se abstêm do contato público – e não foram ainda imunizados -, os que não acreditam nos efeitos mortais da Covid-19, esbaldam em festas e aglomerações e trazem para casa o vírus matador. Já que o governo federal não toma as providências necessárias para a urgente aquisição de vacinas suficientes, urge que os prefeitos e governadores o façam. Do contrário, vamos morrer todos?

DSMR, em 03 de março de 2021

PENSAMENTOS DO DIA

 



 

“A morte é sempre e em todas as circunstâncias uma tragédia, pois, se não o é, quer dizer que a própria vida passou a ser uma tragédia”.

Theodore Roosevelt

 

“A morte fala-nos com uma voz profunda para não dizer nada”

Paul Ambroise Valéry

 

“Que eu morra, desde que meu inimigo morra também”

Esopo

 

terça-feira, 2 de março de 2021

EM PRINCESA ISABEL/PB A IMPUNIDADE JÁ EXISTE

 



Enquanto o Congresso Nacional se atém a discutir, de forma intempestiva, a aprovação de uma PEC – Proposta de Emenda Constitucional para blindar seus deputados e senadores das punições permitidas pelas leis que o próprio Congresso criou, em Princesa, essa blindagem e essa impunidade já existem. Princesa, que foi vanguardista na primeira metade do século passado, quando, com sua insurreição e a consequente declaração de independência do Estado da Paraíba, contribuiu para a eclosão da Revolução de 30, agora, adiantando-se ao Poder Legislativo Federal, faz história de novo. Senão vejamos: Os deputados do chamado “centrão” se articulam para incluir na nova PEC da imunidade - a que muitos chamam de “da impunidade” -, um artigo que flexibiliza a Lei da Ficha Limpa quando somente ficarão inelegíveis aqueles políticos condenados por um colegiado em 3ª Instância, em Princesa isso já existe. O atual prefeito, Ricardo Pereira do Nascimento, condenado em 2ª Instância por um órgão colegiado (TJ/PB – Tribunal de Justiça da Paraíba), por fraude em licitação – inelegível, portanto -, mesmo à revelia da lei da “Ficha Limpa”, teve seu registro de candidatura homologado e foi reeleito e empossado prefeito de novo. Princesa faz escola; aqui não precisou de PEC alguma para permitir a impunidade brindada com a ignorância da Lei Complementar que proíbe políticos “ficha suja” de se candidatarem a cargos eletivos. Será que Princesa voltou a ser Território Livre? Livre das leis do resto do Brasil? Vôte!

DSMR, em 02 de março de 2021.

PENSAMENTOS DO DIA



 

“Todas as boas máximas já foram ditas. Resta apenas pô-las em prática”

Blaise Pascal

 

“Se alguém mata um homem é um assassino. Se mata milhões de homens é um conquistador. Se mata todos é um deus”.

Jean Rostand

 

“A arte da medicina consiste em distrair o paciente enquanto a Natureza cuida da doença”.

Voltaire

O BRASIL EM ROTA DE COLISÃO

 



Com esse governo que está aí, o Brasil segue na contramão de quase todas a nações do mundo. Nesse tempo de recrudescimento da Pandemia do Coronavírus, o que vemos é um enfrentamento irresponsável de nossas autoridades, batendo cabeça quanto às providências a serem tomadas para o combate à gravíssima doença que vem matando sem pena. Ontem, 19 governadores de Estados brasileiros emitiram um documento em que criticam duramente o presidente da República, responsabilizando o Governo Central pela falta de assistência no enfrentamento da Covid-19. Nenhum dos três Poderes se entendem: Senadores pedem a instalação de uma CPI para apurar irregularidades e omissões do governo federal no combate à Pandemia. O STF determina que esse mesmo governo repasse recursos financeiros aosEstados que estão em colapso de leitos de UTI, para atendimento a pacientes da Covid-19. O presidente Jair Bolsonaro ameaça punir governadores que “exageram” nas restrições que provocam o isolamento social. Ninguém se entende. Enquanto isso, as mortes aumentam, as novas cepas do vírus se disseminam com maior rapidez, as vacinas chegam a conta-gotas e a população sofre com esse bate-cabeça das autoridades que, de olho nas eleições de 2022, não estão nem aí para o problemão que se apresenta órfão de providências. Aos que escaparem, restará a lição para que se corrijam os erros cometidos em 2018.

DSMR, em 02 de março de 2021.

O EGRÉGIO CLUBE INTERNACIONAL DA CANALHICE

 


Nada que esteja na contemporaneidade deixou de, pelo menos em um dia, fazer parte da história humana, quer como ato concreto ou pensado. O entendimento do momento presente implica, necessariamente, no revolvimento dos atos passados, na sua interrelação com os atores da época e, obviamente, com a representação o quanto mais real e possível de tais atos. Quer entender o presente? Estude o passado e ele lhe dirá o porquê da contemporaneidade ser como de fato é.  Os autodenominados "Antifas", os "Vidas Negras Importam", os "LGBT etc" são pretensas representações de caducas novidades, nonagenárias ideais que apenas estão sendo repaginadas neste Século XXI. Nada mais que isso! E a turma alérgica a papel impresso, daí porque odiar todo e qualquer livro, vê em tais representações o supra sumo da bossa intelectual e da vanguarda artistica. São os vanguardeiros do passado que se imaginam os descobridores do fogo, da terra e do ar. Daí porque tudo ser novidade aos olhos dessa gente. Para quem nasceu, viveu e morreu na Caverna de Platão o mundo real não passava de projeções de imagens. Convido-o a sair da Caverna e visitar o mundo, tal qual ele é, sem que as notícias do novo mundo sejam "interpretadas" por jornazistas, pagos para o papel de atores com a nítida missão de distorcer a realidade. Quem ainda não percebeu que os Estados, na estrutura do direito internacional público, e na forma clássica como os conhecemos estão sendo seriamente ameaçados pelos globalistas? Quem não consegue ver a forma uniforme, planejada, articulada de fora para dentro e obediente a uma sequência de métodos com que tais Estados são atacados? Aquele que não compreende o macromomento  político, funciona na sociedade como instrumento cultural dos outros. Sempre foi assim. Quem imaginaria que os megagrupos de mídia digital, acumpliciados com políticos corruptos e órgãos estatais, igualmente corruptos, sob as  bençãos e silêncio criminoso das mídias tradicionais iriam conseguir o milagre de criar um Estado superposto aos Estados tradicionais e que abrigam tais entidades e indivíduos? O conceito de esquerda e direita, como tentativa de explicar um fenômeno que ultrapassa a compreensão de um fato que repousa no passado, não serve mais para justificar a existência de grupos internacionais intercambiáveis, que pretendem simplesmente delimitar como será a nova face da humanidade. Tudo isso parece um delírio esquizofrênico e megalomaníaco. Ocorre que os fatos dizem exatamente o oposto. O chamado "novo normal" é uma proposta arrogante e desafiadora a todos os Estados, quer sejam eles democracias, ditaduras ou de qualquer espécie. Quem propõe uma canalhice dessas é porque não respeita nada além de seu "normal". É a turma do Egrégio Clube Internacional da Canalhice, para quem a humanidade resume-se a uma enorme quantidade de animais de laboratório, prontos para todo e qualquer experimento. O normal já existe. Trata-se de minha pessoa, minha família, meus amigos, as crianças que brincam nas ruas, os trabalhadores que plantam e colhem os nossos alimentos, os médicos que salvam a nossa vida, os bombeiros que apagam os fogos nas grandes, médias e pequenas cidades, os professores que nos ensinam a viver melhor e todos quantos convivam comigo. Não necessito que uma ONG, paga pelos globalistas, venha me dizer que, a partir de amanhã, o novo normal da vida seja atentar contra a vida de quem espera apenas que uma abortista não cometa o maior de todos os crimes que se tem notícia sobre a Terra: a morte do mais indefeso dos seres vivos. Quero ter o direito inalienável de dizer que todos quantos propõem o uso da "linguagem neutra" devam procurar um tratamento médico e deixarem de encher o meu saco. É besteira demais para um mundo tão pequeno.    


Wellington Marques Lima

segunda-feira, 1 de março de 2021

OS DOIDOS DE PRINCESA II

 



Em face do sucesso que teve o artigo com o mesmo título, veiculado semana passada, trazemos agora uma segunda leva dos malucos de Princesa. Desta feita com a colaboração de alguns princesenses (Lilia Fernandes, Nivaldo dos Correios, Thiago Pereira, Maísa Fonseca, Rena Bezerra, Terezinha Monteiro), que nos rememoraram sobre alguns doidos que vagavam pelas ruas de Princesa e, que também misteriosamente, desapareceram: Antônio Conrado, vulgo “Lagatão”, que se dizia milionário; “Dió” que bebia cachaça e ficava nua e se dizia namorada de “Coquinho”; “Zé de Totô” que morava perto do Cabaré e era mensageiro das quengas; Mané Jacó ou “Xerém”, também chamado de “Doutor Severiano” pela indumentária usada e semelhança física com o médico mais antigo de Princesa, apaixonava-se pelas moças de bem de Princesa ; “Mané Ventania” que, mesmo doido, dizia a Terezinha Monteiro, quando esta levava sua comida na cadeia velha: “Não tenha medo de mim”; Expedito do Ó, chamado de “Tozinho”, professor e intelectual que, após torturado pela ditadura militar, enlouqueceu e vivia pelas ruas anotando tudo em pedacinhos de papel;  “Vigozinho que morava nas imediações do Ministério Público e chamava a promotora de rapariga; Das Dores que era apaixonada por Zé Galego; “Fia Côca”, doida por “Luís”, fissurada por sexo; Arlinda que dava adoidado e dizia que “tirava do prego” os rapazes de bem da cidade. Além desses, Luís Borná; Pamonha; Ceição das Vacas; Rosa Muvara... É verdade que muitos dos malucos aqui descritos, já morreram e, os demais, como disse, desapareceram sem deixar rastros. Esse resgate não deixa de ser importante para o folclore, a cultura e também a história de Princesa, uma vez fazer parte do dia-a-dia da nossa Princesa de antigamente. Muitos desses débeis mentais, as vezes demonstravam ter muito mais juízo do que aqueles que se dizem sadios e nada fazem pelo desenvolvimento da terra. Aqueles [os doidos], prelo menos nos divertiam com suas autenticidades.

DSMR, em 1º de março de 2021.

FRASES FAMOSAS

 



 

“A vitória separa os homens, pela emulação, a inveja, a disputa do poder. Ao contrário da derrota, que os congrega, através do sofrimento, da solidariedade, do sacrifício”.

Paulo Pinheiro Chagas, em discurso logo após à derrota das candidaturas de Getúlio Vargas e João Pessoa, respectivamente, a presidente e vice-presidente da República, em 1930.

 

“Você e eu, Campeggio

, fizemos bem em evitar as mulheres. Celibato é um alívio”.

Papa Paulo III (Alessandro Farnese) ao excomungar Henrique VIII da Inglaterra, em 17 de dezembro de 1538.

IAGO ALVES ESCREVE EM FAVOR DOS ANIMAIS ABANDONADOS

 









Andando por nossa cidade não é difícil de se encontrar animais de rua, com fome, sede, doentes, machucados ou acidentados; mas apesar dessas cenas serem frequentes, a maioria dos que os veem, apenas os olham com pena e continuam a andar. A missão de ajudar e resgatar esses animais fica com poucos cidadãos que não medem esforços para salvar essas vidas, como os membros da ONG Amor por 4 Patas,  que passam dias e noites em acompanhamento e tratamento, dando remédios, vacinas, fazendo de tudo para ver a recuperação dos amigos de quatro patas , tirando todo o valor das medicações, das intervenções médicas e da ração do próprio bolso ou de doações, e não importa se é feriado ou fim de semana, se  faz sol ou chuva, se tem transporte para o resgate ou se é preciso leva-los nos braços até o veterinário, e abrindo a porta de suas próprias casas  para servir de  abrigo,  e basta um contato para que algum membro do grupo ir em socorro.

Esse trabalho não é feito por dinheiro, por reconhecimento, ou querendo algo em troca, é simplesmente por amor aos animais. E nesse momento fica o pedido para que o poder público disponibilize um local adequado para servir como abrigo e ajuda de custo para os resgates, internações, tratamentos médicos (cirurgias e castrações), vacinação, alimentação e demais necessidades dos animais.  Desde já em nome da ONG Amor Por 4 Patas fica o nosso agradecimento a todos que divulgarem essa mensagem.