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terça-feira, 23 de junho de 2026

Porque votar para deputado federal

 

Todo ano de eleições surgem questionamentos sobre porque votar ou deixar de votar em determinados candidatos a deputados federais ou estaduais, principalmente quando se trata de candidatos que não são da terra. Esse questionamento é por demais salutar e deve ser justificado no sentido de esclarecer o porquê em depositar a confiança do voto em pessoas desconhecidas. Para tudo na vida existe um motivo e, para o voto, esse motivo também existe e deve ser justificado da forma mais clara possível.

Em 2014, 2018 e 2022 eu apoiei e votei em Aguinaldo Riberio (PP) para deputado federal. Primeiro para pedir e, depois, para agradecer. Quando eu era prefeito, condicionei o meu apoio a Aguinaldo ao compromisso de ele trazer para Princesa a extensão da Adutora do Pajeú canalizando água boa do Rio Francisco para a nossa cidade que, naquele momento, estava quase colapsando em termos de abastecimento d'água. Fui atendido no meu pedido e, em agradecimento, repeti apoio a Aguinaldo nas duas eleições seguintes.

Sem importar se os candidatos são da terra ou de fora, o que interesse à população são os benefícios que eles podem trazer para a maioria da população. Agora, exercendo um equilibrio eleitoral que poderá render dividendos administrativos para Princesa, resolvi apoiar o sobrinho de Aguinaldo, Lucas Ribeiro (PP) para governador e o ex-prefeito de Sousa, Fábio Tyrone (PSB) para deputado federal e o ex-secretário de Estado, Tibério Limeira (PSB) para deputado estadual, ambos aliados do governador e, portanto, sintonizados com os interesses que motivaram esse apoio.

Tanto Tyrone quanto Tibério já estão comprometidos com duas reivindicações da maior importância para Princesa: a construção de um novo açude para o abastecimento d'água da cidade e a criação do Museu do Território Livre de Princesa. A diferença se evidencia quando constatamos que os deputados apoiados pelo grupo que comanda a prefeitura de Princesa são comprometidos apenas com os interesses pessoais dos agentes políticos da agremiação dominante. São parceiros que não têm compromisso em trazer obras estruturantes para o município quando usam o poder para a destinação de emendas que são executadas ao bel prazer, mais em benefício da prosperidade de alguns do que do interesse comum. É essa a diferença!



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