O presidente Donald Trump, na qualidade de "xerife do mundo", resolveu banir a ditadura venezuelana e, nos últimos dias, em telefonema ao ditador Nicolás Maduro, deu um ultimato: Maduro deixa o governo com a garantia de sair da Venezuela para asilar-se na Rússia com sua família e a Venezuela formará um novo governo sob o manto da democracia. Proposta mais do que vantajosa para o ditador. No entanto, este não aceitou dessa forma. Maduro admite renunciar, mas quer permanecer na Venezuela (a exemplo do que fez o ditador chileno Augusto Pinochet) como chefe maior das Forças Armadas.
É claro que Trump não aceitou a contraproposta do ditador e, ontem (1°), o presidente americano se reuniu com seu Estado Maior para decidir o que fará com a Venezuela. Para mitos analistas, a sorte já está lançada. Se Trump recuar, a vitória será de Maduro. Se atacar a Venezuela terá de arcar com consequências imprevisíveis. Para esses mesmos analistas, o que deverá acontecer, será a deposição de Nicolás Maduro pelo exército venezuelano a instalação de um governo de transição até a realização de novas eleições. Na verdade, a ditadura de Nicolás amadureceu demais, murchou e vai cair.


Nenhum comentário:
Postar um comentário