ODE

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

CARTA ABERTA AO PREFEITO DE PRINCESA





Princesa, 29 de agosto de 2019.

Senhor Prefeito Ricardo Pereira do Nascimento,

     Sirvo-me desta para dirigir-me a Vossa Excelência, ao mesmo tempo em que – pela importância que atribuo a esse documento -, dou conhecimento de seu teor ao público sobre fatos da maior relevância que têm o condão de dirimir dúvidas quanto aos seus pronunciamentos radiofônicos eivados de mentiras. Não é sem tempo que tomei essa decisão, pois, o senhor no afã de se autopromover vem, constantemente, trazendo à baila referências à minha pessoa com o único intuito de – em benefício próprio -, confundir as pessoas e plantar a discórdia no seio da oposição.
     Na sua última fala radiofônica, o senhor afirmou que eu sou o coordenador da pré-campanha eleitoral dos “Mouras”. Disse isso com a intenção de denegrir a imagem do pré-candidato Alan Moura pelo fato ser agora “meu aliado” e, portanto, corresponsável pelos “desmandos” da minha administração. Errou duas vezes. Primeiro porque eu ainda não anunciei apoio eleitoral aos do grupo “Moura”. Segundo, porque todos sabem que, em não podendo atingir o doutor Alan, o senhor o faz através da minha pessoa, num discurso eivado de mentiras que, de tanto dizê-las, quer torná-las verdades. Esclareçamos este ponto. É de domínio público que o único erro grave da minha administração foram os atrasos salariais de algumas categorias de funcionários. No mais, meu governo foi profícuo em obras e por demais humanizado quanto ao atendimento na saúde, na educação, na assistência social, etc. Mesmo assim, o senhor insiste em dizer que meu governo foi o pior da história de Princesa. Como pode afirmar isso - o que faz de forma descarada -, quando todo mundo está vendo, hoje, que o seu governo é formado por grande parte de pessoas que, de uma forma ou de outra, eram ligadas à minha administração? Senão, vejamos: os vereadores Valmir Pereira; Jaildo Paulino; Arnaldo da Laje; Ednacharles; Zé Filho; Célio Biró, todos fizeram parte da minha base parlamentar na Câmara Municipal e o senhor cooptou a todos eles – de forma pouco republicana -, para aderirem ao seu projeto de poder. Nesse caso – com algumas exceções -, o senhor levou para junto de si o que houve de pior no meu governo. Além desses acima citados, aderiram também às suas hostes, ex-secretários e ex-diretores meus, a exemplo de Ivanildo Fernandes; Juarez Marques; professora Neuma, dentre outros. Até o candidato a vereador em quem votei nas últimas eleições, o senhor Augusto Rodrigues, se encontra hoje debaixo de suas asas. Depreende-se daí que, se o meu governo foi ruim, o seu tem a mesma cara. Porém, há uma diferença crucial: a história, os comportamentos e as práticas administrativas dos comandantes são completamente diferentes. Enquanto eu tive um passado limpo o seu, eu ignoro; enquanto eu sempre fui humilde e acolhedor, o senhor é arrogante, falso e desagregador; enquanto eu fiz uma administração limpa, o senhor está condenado em segunda instância por acusação de fraude em licitação e impedido de concorrer a cargo público porque está inelegível e inscrito no rol dos políticos “ficha suja”. Eis a diferença de Maximiano para Nascimento. Aliás, eu soube que vossência se irrita quando o chamo pelo segundo sobrenome. Pode me chamar de Maximiano ou de Roberto, não me incomodo.
     Como se não bastasse, o senhor esquece-se de dizer ou de considerar, que participaram também da minha administração doutor Sidney e dona Flora Diniz, para quem o senhor arrasta a asa hoje. Omite, em suas falas, que foi um dos principais auxiliares do ex-prefeito Thiago Pereira (que também participou da minha administração e a quem o senhor acabou de trair politicamente quando determinou aos seus vereadores a reprovação das contas do mesmo) e colega de administração de vários técnicos que funcionaram também no meu governo. Na verdade, todos participaram de tudo, porém, a culpa segundo vossência, é somente minha. Pra seu governo, devo lhe dizer: os “Mouras” foram os únicos que não participaram da minha administração e eu, sou o único que faz oposição cerrada ao senhor e nunca sinalizei com a possibilidade de me aliar ao que há de mais repugnante na política princesense, que é a sua pessoa.
     Nascimento, o senhor participou, sempre, de tudo e de tudo fez um trampolim para conseguir chegar onde está hoje. Para tanto, usou de sua especialidade que é falsear a verdade e trair. Traiu todos aqueles a quem um dia foi aliado: Thiago Pereira; Assis Maria; João Henrique; Edvaldo Rosas; Ricardo Coutinho; João Azevedo; Aledson Moura e os que virão. Só não traiu a mim porque eu nunca me deixei enganar pelos ardis de sua mente doentia que, em sua exacerbada megalomania, só enxerga o poder.
    Por fim, devo informar a vossência e aos que tomarem conhecimento desta carta, que, neste momento, a minha vontade e a minha luta é a de promover uma união das oposições para, de forma mais contundente, derrotar o seu projeto de poder e evitar que o senhor e sua corja de aproveitadores continuem encastelados nesse nefasto poder. Concito a todos para contribuírem nesse afã porque entendo que o mal só poderá ser extirpado se o bem estiver unido. Viva Princesa!

Domingos Sávio Maximiano Roberto
                                                                                               

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

A ELEIÇÃO DE EPITÁCIO PESSOA




     Há pouco mais de 100 (CEM) anos acontecia a nona eleição para a escolha do presidente da República do Brasil. Foi em 13 de abril de 1919 e o escolhido foi o paraibano Epitácio Lindolfo da Silva Pessoa. Foi a eleição mais esquisita que ocorreu no Brasil, senão vejamos: Epitácio Pessoa foi escolhido candidato à sua revelia; foi abençoado por uma convenção em que não estava presente; foi eleito quando estava em Paris participando de uma reunião de cúpula dos países vencedores da I Guerra Mundial; não votou em si próprio; não fez um comício sequer, uma vez que não participou de sua própria campanha eleitoral e só chegou ao Brasil em julho daquele ano para tomar posse no cargo de presidente da República. Pessoa, candidato pelo PRM teve como concorrente o senador baiano Ruy Barbosa que disputou pelo PRP. O presidente eleito obteve 70,96% dos votos válidos. Epitácio Pessoa, que governou o Brasil durante o período de 28 de julho de 1919 até 15 de novembro de 1922 foi o único brasileiro a presidir os três poderes constitucionais da República: Executivo; Legislativo e Judiciário. Esse registro histórico se faz necessário para que conheçamos esse fato atípico da política nacional que alçou ao mais alto cargo da República, um paraibano.

(Escrito por Domingos Sávio Maximiano Roberto, em 28 de agosto de 2019).

1º DE SETEMBRO SERÁ O “DIA ‘D’”




     No próximo domingo, dia 1º de setembro, acontecerá um evento público em prol da retomada e continuidade das obras da Transposição de Águas do Rio São Francisco, coordenado pelo ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, que está agendado para acontecer na cidade de Monteiro/PB. O evento deverá contar com a presença de alguns governadores de estados nordestinos, prefeitos, vereadores, etc., com a finalidade de reivindicar do Governo Federal maior atenção para aquele empreendimento de muita importância para o Nordeste brasileiro. Até aí, tudo bem. O problema é que, a crise política deflagrada na Paraíba, quando da destituição do presidente estadual do PSB – Partido Socialista Brasileiro, Edvaldo Rosas, está repercutindo negativamente para o sucesso da manifestação cívica em tela. Há quem diga que o governador paraibano, João Azevedo, em protesto, não comparecerá ao evento e que, aqueles ligados a ele, serão orientados a também não comparecerem. Agora chegou a hora de a onça beber água. Eu pergunto: e aqui em Princesa, será que aqueles chefes de repartições que já estavam mobilizando seus comandados para que participassem da reunião com o ex, continuam nesse mesmo afã? E se não forem será que serão retaliados por Coutinho e abençoados por João? Ou, por outra, será que obedecerão todos ao governador em boicote ao ex? Essa novela vai botar nego pra dançar samba ao som de valsa. Quem viver verá.


PALANQUE INSTITUCIONAL




     Ontem, no programa institucional da Prefeitura Municipal, o prefeito de Princesa, mais uma vez, usou espaço que é pago com o dinheiro público para fazer propaganda eleitoral. À exemplo do que fez na Escola “Carlos Alberto”, semana passada, quando da entrega do ridículo “Kit Escolar”, Ricardo Pereira do Nascimento, mais uma vez, desobedecendo à lei fez proselitismo de sua administração e propaganda eleitoral quando afirmou que será candidato à reeleição no próximo ano. Seu pronunciamento, eivado do peculiar nervosismo, não causou nenhuma surpresa, exceto pela excitação apresentada num rasgo de vontade de se apresentar como detentor da verdade.

Obras fantasmas

     Um governo que já completa quase três anos de existência e, até a presente data, não realizou nenhuma obra importante, vem agora, às vésperas das eleições municipais, anunciar um volume de obras que, por si só, se mostram irrealizáveis, se constituindo em mero proselitismo eleitoral veiculado em programa radiofônico pago pelo povo. Este Blog, a serviço de Princesa, está de olho nas promessas e propagandas e vai cobrar de Nascimento o cumprimento de suas promessas que, pela megalomania que o caracteriza, dá conta de que serão puras e simples falácias, pois, todos sabem no município que as obras desse governo, são as várias repartições fechadas, a falta de médicos e de medicamentos no hospital e nos postos de saúde, dentre outros desmantelos. Por tudo isso, é bom mesmo que Nascimento bote o pintinho debaixo da cuia, pois, o bichinho tá tonto mesmo.

(Escrito por Domingos Sávio Maximiano Roberto, em 28 de agosto de 2019).
                                                                              

LIXO DEBAIXO DO TAPETE




     O prefeito e Princesa é mesmo um perfeito ator. Não sei como ele decora seu script mentiroso com tanta facilidade. Aliás, Nascimento tem memória perfeita, tanto pra mentir quanto para disfarçar a verdade. Vai pro rádio falar do que não fez e esquece-se do que vem fazendo. Aqui vai um desafio ao prefeito: reabra o Portal da Transparência com os números do veículo “celta” que rodou quase 28000 quilômetros em um mês e que o senhor mandou retirar da rede [essa informação] quando foi feita a denúncia no programa de rádio dos “Mouras”; justifique o fato de um médico dar 28 plantões, dentro de um único mês, no hospital que hoje é municipalizado e ainda atender num posto de saúde numa cidade distante de Princesa mais de 400 quilômetros. Os que acessam este blog aguardam sua resposta senhor prefeito e, o povo de Princesa, espera que, com suas inverdades radiofônicas, não seja o seu slogan mudado para: “Nada supera a Mentira!”.