ODE

sábado, 20 de fevereiro de 2021

INAUGURADO HOJE “MEMORIAL PEREIRA LIMA”

 





Por iniciativa de José Pereira Lima Neto, está sendo inaugurado, hoje, em Princesa, com abertura para visitação pública a partir das 08h30, sito à Praça Epitácio Pessoa, o “Memorial Pereira Lima” que homenageia dois homens públicos princesesnses da maior relevância: o coronel José Pereira Lima e o deputado Aloysio Pereira Lima. Pai e filho, ambos, personalidades que marcaram a história recente do nosso município. O primeiro, José Pereira, protagonista do movimento sedicioso que apartou Princesa do resto do Estado em 1930, o que é hoje considerado por muitos como o estopim da Revolução de 1930. Doutor Aloysio, médico, deputado estadual e Secretário de Estado da Saúde que, em sua militância política, muito fez por Princesa e por toda a nossa região. Iniciativa louvável, quando homenageia dois cidadãos que muito contribuíram para a história e o desenvolvimento do nosso município e, necessária, porque resgata a história, “disponibilizando um acervo contido de fotos antigas, cartas, mobiliário e vestuário, além de livros e outros materiais que irão compor o acervo permanente do Memorial”. Princesa está de parabéns por essa iniciativa de José Pereira Neto e demais familiares dos homenageados, e que seja ela inspiradora para que outras famílias que também fizeram ou participaram da nossa história, tomem o mesmo caminho.

DSMR, em 20 de fevereiro de 2021.

 

SABÁTICAS 74

 


. Nessa nova Legislatura, a Câmara Municipal de Princesa, se reúne quase às escondidas. A porta do Plenário só abre uma bandinha; debates não acontecem e tudo é aprovado sem nenhum questionamento. A casa de Adriano Feitosa, agora, é igual à Rádio Princesa: “Chapa Branca”.


. Na última quarta-feira, houve, na Câmara Municipal, a obrigatória Audiência Pública para a elaboração do PPA – Plano Plurianual. Na ocasião não estavam todos os vereadores, tampouco havia a representatividade necessária da sociedade civil.


. Enquanto isso, 40 caixas de esgotos, espalhadas pela cidade, estão sem as necessárias tampas; a fedentina incomoda os moradores de alguns Bairros; nenhum vereador denuncia isso e a Secretaria de Infraestrutura ignora essa deficiência.


. Em Princesa, o Procurador da Câmara Municipal, é também defensor do prefeito em alguns processos judiciais. A simbiose dos dois poderes é perfeita. Possui um único chefe: o prefeito.


. A CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que combatia o uso da camisinha, a pílula anticoncepcional e a sodomia, inclui agora os LGBT como tema da Campanha da Fraternidade. É isso aí, ou muda ou perde freguesia.


. A Câmara Federal votou um Projeto de Lei que dobra a pena para quem incorrer no crime de desvio, superfaturamento ou fraude com os dinheiros vindos para o combate à Pandemia do Coronavírus. Tem nego cortando cabelo.


Há algo de podre no reino de Nascimento. Depois da reeleição do prefeito, o clima  de vaca desconhecer bezerro. Muitas são as brigas internas pelo poder no segundo escalão. Tem nego desprestigiado, enquanto outros têm prestígio demais.


. O tomógrafo, de vários canais, foi inauguradorecentemente pelo prefeito e, até agora não se tem notícia de uma única tomografia realizada.


. Caso Daniel Silveira: O presidente da Câmara Federal, Arthur Lira, chamou Bolsonaro e disse: “Mantenha-se distante desse caso”. O presidente obedeceu. Mesmo assim, os filhos postaram mensagens de solidariedade nas Redes Sociais. Escondem o gato, mas o rabo fica de fora.


Os aprovados no Concurso Público da prefeitura de Princesa, têm sofrido sem serem chamados a assumir seus cargos. Nem Zé Potoca escapa das perseguições de Nascimento, quando tenta ajudá-los com seu caro de som.



sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

LER PARA CONHECER A NOSSA HISTÓRIA

 



“JOÃO PESSOA – O sentido de uma vida e de uma época”

O livro, escrito por Epitácio Pessoa Cavalcanti de Albuquerque (Epitacinho), filho do presidente, João Pessoa Cavalcanti de Albuquerque, intitulado: “JOÃO PESSOA – O sentido de uma vida e de uma época”, lançado pela Editora Acauã Ltda., em 1979, traz, em seu bojo, o depoimento do filho mais velho do desditoso presidente, escrito apenas 12 anos após os acontecimentos de 1930. Como toda obra referente àquele conturbado período da história paraibana, esse trabalho traz referências importantes sobre a Guerra de Princesa, o que, para muitos, foi o estopim da Revolução de 1930. É claro que, por quem foi escrito, esse livro sofre também de certo facciosismo, quando mascara alguns fatos, dá a outros, realce exagerado e, em alguns momentos, falta com a verdade ou conceitua, erroneamente, algumas personalidades. Já na apresentação da obra, o filho de Epitacinho, João Pessoa Cavalcanti de Albuquerque Neto, anota, a página X, sobre seu avô: “A este pequeno grupo de caluniadores (...) que buscam por todos os meios ao seu alcance (...) denegrir a memória de um homem, que covardemente assassinado pelas costas, soube cair de pé, imolando sua vida em holocausto à liberdade(...)”. é sabido por todos que o presidente João Pessoa, assassinado pelo advogado João Duarte Dantas, não o foi pelas costas. Na mesma apresentação, Pessoa Neto, agradece a várias personalidades paraibanas, inclusive ao princesense, doutor Antônio Nominando Diniz, a quem se refere, de forma exagerada: “Deputado Dr. Antônio Nominando Diniz (filho do herói de Princesa Isabel, Nominando Muniz Diniz e continuador de sua luta)”.

No prólogo desse trabalho, escrito pelo então presidente da República, Getúlio Vargas, em plena vigência da ditadura do Estado Novo, vale transcrever dois parágrafos dessa parte inicial. Excerto das páginas XV e XVI:

“(...) Como isso não bastasse, para abater-lhe o ânimo de lutador [João Pessoa], oficializou-se o cangaço no reduto de Princesa, a fim de obrigá-lo a capitular pela força ou à míngua de recursos. Enquanto sobejavam aos desordeiros os elementos bélicos que, abundantemente, lhes fornecia o Governo da União e dos Estados vizinhos, impedia-se-lhe a aquisição e recebimento de armas e munições, legitimamente destinadas à manutenção da ordem e à defesa da autoridade legal. Assistimos, assim, a este espetáculo: O Governo Federal cuja função precípua é manter a ordem em todo território da República, convertera-se em instigador e protetor da desordem, negando-se a reconhecer ao poder constituído de um Estado da Federação a faculdade elementar de defender-se.

Foi nessa situação extremamente delicada, quando João Pessoa ainda resistia, impávido, à arremetida subversiva que o sitiava, tentando manter-se escudado na lei, dentro da ordem; foi nesse transe decisivo, capaz de acelerar a reação nacional já em marcha, que a morte o surpreendeu, emboscada na traição e inspirada em torva vingança”.

Interessante observar, nesse escrito do ex-presidente, que o próprio reconhece que já estava em marcha: “(...) a arremetida subversiva (...) capaz de acelerar a reação nacional”. Ou seja, Getúlio Vargas admite que a Guerra de Princesa, por si só, já seria suficiente para provocar um levante nacional, a Revolução de 30!

Na página 49, o autor faz uma referência a outro princesense ilustre: Alcides Vieira Carneiro. Durante a campanha eleitoral para a escolha do presidente da República, nas eleições de 1º de março de 1930, em que figurava na chapa, João Pessoa, como candidato a vice de Getúlio Vargas, em meeting (comício), realizado em Fortaleza/CE, Alcides foi designado para fazer a saudação inicial e, por ordem do presidente (governador) do Ceará, José Carlos de Matos Peixoto, foi impedido de continuar seu discurso, quando a cavalaria dissolveu a multidão, causando tumulto e várias mortes. Interessante observar que, Alcides Carneiro, em que pese ser amigo e afilhado do coronel José Pereira, mesmo com o rompimento deste com a Aliança Liberal, continuou aliancista e defensor das candidaturas de oposição ao Catete.

Na página 53, o livro traz uma informação interessante. Por ocasião da visita do presidente João Pessoa a Princesa - em seu périplo para divulgação de sua candidatura a vice-presidente da República -, este foi recebido com grande festa e saudado, em um discurso, proferido pelo cunhado de José Pereira, Inocêncio Justino, na casa do coronel, após o jantar. Está nessa obra, reproduzido, ipsis litteris, o discurso:

“Orgulhosos, assim em hospedar o ilustre co-estaduano que nos governa, os princesense reafirmam a V. Excia. a sua absoluta solidariedade, pedindo que na Vice-Presidência da República, junto ao futuro Presidente Getúlio Vargas, V. Excia.  Não esqueça as necessidades da nossa terra”.   

Acrescenta, o autor: “(...) na excursão política que o governante paraibano empreendeu ao interior de seu Estado, Princesa foi o município que maiores manifestações lhe tributou”.

Com relação à Guerra de Princesa, dando conta de haver sido esse movimento bélico o principal fato provocador da Revolução de 1930, o autor assinala, na página 60:

“O CASO DE PRINCESA – Este é, sem dúvida, o ponto principal da luta política que antecedeu o movimento de regeneração nacional deflagrado a 3 de Outubro de 1930 e que vinte e um dias depois faria degringolar o império da violência, do suborno, da fraude e do despotismo que assinalou o último quatriênio da velha República”. “(...) Veremos, igualmente, como o primeiro magistrado da nação [Washington Luís] apoiou e alimentou até o fim, a sublevação da ordem em determinado ponto [Princesa] do território nacional”.

No livro, o filho do presidente João Pessoa, se refere à luta de Princesa como, “Masorca”; aos que lutaram ao lado do coronel José Pereira, como cangaceiros e bandoleiros. A página 147, afirmando o apoio do presidente da República à insurreição de Princesa, Epitacinho escreve:

“Perdendo, a cada hora, a noção da dignidade da sua magistratura, ele [Washington Luís] se colocou, sem rebuços, ao lado dos bandoleiros, dispensando a estes, no decorrer de todas as fases da luta, a mais eficiente e desvelada assistência, não trepidando, sequer, em corresponder-se, com o chefe [José Pereira] da masorca, a quem dava, sem intermediário, suas ordens cruéis e arbitrárias”.

 

Quanto ao assassinato de seu pai, o presidente João Pessoa, o autor, num devaneio emocional de filho, assertiva que o crime perpetrado na “Confeitaria Glória”, foi fruto de um complô que envolveu, além do presidente Washington Luís, do governador do estado de Pernambuco de várias personalidades políticas da Paraíba e de alguns empresários pernambucanos. Escreve a página 71:

“Da conjura que se formou na capital pernambucana, entre João Suassuna, Júlio Lyra e irmãos Pessoa de Queiroz, conjura a que não podia ser estranho o próprio presidente da República, e à sombra do governo do sr. Estácio Coimbra, nasceu o plano monstruoso para abater o símbolo da bravura e da resistência do povo paraibano contra o arbítrio e as torpezas do senhor Washington Luís”

Na página 148, o autor se refere a Álvaro de Carvalho - vice-presidente da Paraíba que, com a morte de João Pessoa, assumiu o governo do Estado -, de forma injusta, como: “(...) um débil moral que assumira o governo na qualidade de Vice-Presidente do Estado, mandou policiar a capital pelas forças do Exército sabendo que isso sempre repugnara ao homem que momentos antes tombara em Recife por amor da sua terra e em defesa dos seus brios”

Por demais necessário o conhecimento do contido neste livro, pois, nos dá luz quanto ao facciosismo sobre o relato da história recente da Paraíba, e também, a corroboração da importância de Princesa quanto à eclosão da Revolução de 1930. Muito do que foi escrito com exacerbada emoção, já foi dirimido, porém, muito ainda tem de ser dito para resgatar algumas verdades. Somente usando o instrumento da pesquisa, chegaremos a conhecer, senão completamente, pelo menos parte das verdades escondidas ao longo do tempo.

Epitácio Pessoa Cavalcanti de Albuquerque, nasceu no Rio de Janeiro, em 22 de junho de 1911. Era filho de João Pessoa Cavalcanti de Albuquerque e de dona Maria Luísa Pessoa Cavalcanti de Albuquerque. Casou-se com dona Ana Clara. Bacharelou-se, em 1937, pela Faculdade de Direito do Rio de Janeiro. Político, jornalista e empresário, foi dono do jornal “Folha Trabalhista” editado na Capital paraibana. Eleito suplente de senador, assumiu o cargo pela renúncia do titular, Adalberto Ribeiro, e faleceu no exercício do cargo de senador da República, no Rio de Janeiro, em 24 de agosto de 1951. Além desta obra, aqui resenhada, o autor publicou mais três livros.

DSMR, em 19 de fevereiro de 2021.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Reproduzo aqui excelente matéria sobre o ilustre conterrâneo, doutor Severiano, escrita pelo também princesense, Tião Lucena.

 DOUTOR SEVERIANO



Doutor Severiano Diniz era um homem elegante. Podia ser verão, sol a pino, quentura de derreter, não dispensava o terno branco, de diagonal, brilhoso e impecavelmente engomado. Paletó branco, calça igualmente branca, camisa branca e um chapéu de massa, cinza, eram a sua indumentária.

Passeava pela praça no entorno da igreja e tinha o costume de testar a honestidade das pessoas.

Jogava um bolo de dinheiro no chão, disfarçadamente, como se tivesse deixado cair, caminhava em passos lentos e esperava para ver o resultado.

As pessoas já sabiam que fazia de propósito e corriam a devolver o dinheiro.

Certa vez declamou, na porta do Banco do Estado, uma poesia que começava assim... “foi minha amante essa mulher que passa...”. Eu estava lá, ouvi e nunca mais esqueci.

Dele muitos precisaram, eu inclusive. Lembro da vez que entrei no consultório que mantinha ao lado da farmácia de Seu Alfredo, na descida da igreja para o São Roque e ele, depois da consulta, me passou a reprimenda:

- Vá cortar esse cabelo que isso não é coisa de homem”.

Eu tinha os cabelos longos, imitava Roberto Carlos.

Além do consultório, mantinha uma Casa de Saúde nas proximidades da Lagoa da Perdição, quase pegado ao Ginásio Nossa Senhora do Bom Conselho.

Morava numa bela casa, ainda hoje de pé, na mesma rua onde residiam seus parentes Nominando Diniz e Joaquim Sérgio.

E o seu belo jeep de quatro portas, que fazia o percurso Triunfo/Princesa, viajava sempre lotado.

- Vás com quem pra Triunfo?

- Vou com Doutor Severiano.

A viagem durava um dia. Doutor Severiano não passava dos 30 quilômetros.

Sua dor maior foi perder o filho, José, um rapaz vistoso, acadêmico de Medicina, dono dos corações das mocinhas prendadas de Princesa.

Mas a vida continuou e ele viveu muito.

Seus últimos dias passou em João Pessoa, desfrutando da companhia da filha Socorro Diniz, participante ativa aqui do grupo Princesa Eternamente.

O EXEMPLO VEM DE CIMA

 



A prisão do inexpressivo deputado federal, Daniel Silveira, ocorrida na noite da última terça-feira, dá o tom do que é a era Bolsonaro. Se espelhando nas atitudes do chefe, o ex-policial que, na esteira da avalanche bolsonarista que desaguou no Congresso Nacional, ascendeu ao posto de representante do povo e, sem credenciamento algum para tanto, abre a boca para falar besteiras. Mais do que justa, justíssima, a prisão em flagrante do parlamentar, uma vez que, eleito, o tal Silveira, jurou defender a Constituição Federal e, agora, imitando o “mito”, defende o fechamento do Congresso Nacional e a volta da ditadura militar com AI-5 e tudo. Atitudes dessa natureza envergonham a Nação e são, portanto, passíveis de punição severa. Que a Câmara dos Deputados se desatrele de seu corporativismo e corrobore a decisão do Supremo Tribunal Federal, mantendo a prisão do deputado e punindo o mesmo por falta de ética parlamentar.

DSMR, em 18 de fevereiro de 2021.

RICARDO COUTINHO: FOI REI, MAS PERDEU A MAJESTADE

 



Ditado popular corrente em nosso meio, dizia, se referindo a quem já foi muito, e hoje, não é mais nada: “Quem já foi Naninha...”. Esse dito se aplica agora, com perfeição, ao ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho. Detentor do poder absoluto e arrogante como poucos, dos governantes que residiram na Granja Santana, Coutinho hoje está igual a carne de porco em hospital: rejeitado. Depois do desastre eleitoral, a que foi exposto no ano passado, quando ficou em sexto lugar para a disputa eleitoral na Capital do Estado, Ricardo, persona non grata no seu PSB, está agora em busca de um partido que o acolha. O problema é que ninguém o quer, nem mesmo aqueles que o chamavam, antigamente, de guru. A lei da política é cruel. Nela, o gato sem unhas não briga e, quando esse gato tem histórico de haver sido arisco demais no passado, quando cai em desgraça, ninguém o acolhe, todos querem jogar-lhe uma pedra. Na atividade em que ninguém morre de tédio, o tempo é o senhor da razão. Será, Coutinho, definitivamente uma página virada?

DSMR, em 18 de fevereiro de 2021.

EM PRINCESA, A PRAXE CONTINUA A MESMA: MENTIR

 



A praxe na prefeitura de Princesa, continua a mesma: a contumácia da mentira. Foi embora o mandato velho, chegou o novo (questionável porque seu detentor é “ficha suja”), mesmo assim, continuam as mentiras e as enganações. Há pelo menos um alento quando, nesses quase dois meses, nenhuma falcatrua nova veio à tona. São três as grandes mentiras atuais: a promessa não cumprida de convocar, em 02 de janeiro deste ano, os classificados no Concurso Público do ano passado; o Anexo do Hospital Regional que, inaugurado recentemente, não serve para nada; e o tomógrafo, de vários canais, que não funciona “por falta de pessoal habilitado”. O novo governo de Nascimento, que ocupa grande parte da grade de programação da Rádio Princesa FM, divulgando obras futuras, deveria fazer uma prestação de contas do que vem realizando atualmente. Mas não, mancomunada com aquele meio de comunicação “chapa branca”, com o intuito de incutir mentiras nas cabeças das pessoas, a nova administração, se atém à propaganda insistente e massiva, eivada de mentiras constantes. É certo o ditado que diz: “O povo tem o governo que merece”. Porém, é certo também, que Princesa não merece isso. Se o povo, pelo fato de ser massa de manobra (como dizem os que ganharam a eleição), não é culpado disso, quem poderia ter sido?

DSMR, em 18 de fevereiro de 2021.

FRASES FAMOSAS

 



 

“Mostre-me um homem sem vícios e eu mostrarei um homem sem virtudes”

Abraham Lincoln

 

“O Brasil vai viver 50 anos em 5”

Juscelino Kubitschek

 

“O perdão é a marca da grandeza, sobretudo quando se tem em vista um objetivo mais alto”

Juscelino Kubitschek

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

DESMASCARADO NA TERÇA DE CARNAVAL

 



Agora, em Princesa, a oposição ao prefeito é exercitada de forma direta. Com o Poder Legislativo quase todo ajoelhado aos seus pés, Nascimento pensava que voaria em céu de brigadeiro, mas não. Ontem, terça-feira de Carnaval, patrocinado pelos classificados no Concurso Público - realizado pelo município no início do ano passado -, desfilou, pelas ruas de Princesa, um carro de som, cobrando do senhor prefeito o cumprimento da promessa que fez, de chamar os concursados no dia 02 de janeiro deste ano. Em face de mais essa mentira de Nascimento, os aprovados no Concurso – que até agora não foram convocados a assumir seus cargos -, não recorreram à Câmara Municipal, tampouco ao Ministério Público. Desacreditados das providências oficiais, se cotizaram e pagaram a veiculação pública dessa cobrança do cumprimento do compromisso do prefeito. Não bastasse escapulir de suas obrigações - há quem diga que a mando do prefeito -, dois assessores do chefe do Poder Executivo, acompanhavam o carro de som de Zé Potoca, filmando, como que para intimidá-lo no exercício de seu trabalho. Agora, na falta de vereadores que o façam, quem desmascara Nascimento é a própria população.

DSMR, em 17 de fevereiro de 2021.

ESTOU VIVENDO

 



Um ex-alcoólatra fez uma pesquisa, por telefone, restrita a uma única pergunta: “Você bebe?” Obteve as seguintes e variadas respostas: não; nunca; sim; muito; nos finais de semana; dia sim, dia não; todo dia; o dia todo; até o caneco fazer bico; que rincho; aqui em casa só não bebe o sino; pra tapar o cu com barro; até cair; é da sua conta?; como com farinha; vai te lascar; na boca da garrafa; bora tomar uma; já tô às quedas; dentre outras. Ao final da análise das respostas, o pesquisador, com a boca cheia d’água, virou ex-AA.

DSMR, em 17 de fevereiro de 2021.